Homem é preso em Mossoró após divulgar blitz da PRF no WhatsApp

Motorista é preso após fazer alerta de fiscalização policial

Um motorista de caminhão foi preso na manhã após fazer alerta sobre fiscalização policial em Mossoró – região Oeste do Rio Grande do Norte. Ele foi fiscalizado com excesso de peso e aguardava veículo para realizar o transbordo, quando fez o aviso.

O fato foi flagrado na BR-304, por volta das 6 horas, quando policiais rodoviários federais fiscalizavam um caminhão que transportava tijolos. Os policiais realizaram autuação pelo excesso de peso da carga, conforme o artigo 231 do CTB, de natureza média e valor de R$ 385,52. Após a multa e o transbordo, que estava sendo providenciado, o motorista continuaria viagem, mas resolveu fazer imagens e enviar áudio a outros, alertando que a equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estava trabalhando ali. Os policiais perceberam e pediram o telefone, confirmando a situação.

O homem, de 47 anos, foi preso pelo crime de atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública, previsto no artigo 265 do Código Penal, e foi levado para a delegacia de Polícia Civil em Mossoró, tendo o telefone celular também apreendido. O crime é inafiançável, ficando a cargo de um juiz sua liberação.

Fonte: Notícias do Face

WhatsApp sai do ar em diversos países neste domingo (19)

WhatsApp está indisponível em diversos países do mundo na manhã deste domingo (19/01/2020). Segundo informações do site DownDetector, que concentra reclamações de usuários sobre falhas em aplicativos e sites, o problema começou às 7h31 (horário de Brasília).

O problema maior enfrentado pelos usuários é para enviar mídias (imagens ou vídeos) e também para a troca de mensagens via áudio. Outras pessoas relatam problemas para conectar.

Às 9h17 (horário de Brasília), o sistema foi restabelecido.

O Facebook, empresa responsável pelo WhatsApp, ainda não se manifestou sobre o problema.

Deletou, mas eu vi! Aplicativo recupera mensagens apagadas no WhatsApp

Disponível para Android, o WAMR realiza o backup das conversas e mídias recebidas no mensageiro

Por Rodrigo Loureiro17 out 2019, 16h28 – Publicado em 17 out 2019, 16h09

São Paulo – Um aplicativo para Android promete acabar com a angústia das mensagens apagadas no WhatsApp. Testado por EXAME, o WAMR permite recuperar mensagens de texto, áudio, fotos e vídeos enviados no aplicativo e que foram deletadas por seus autores.

Gratuito mas com propagandas, o programa desenvolvido pela empresa italiana Drilens Apps pode ser baixado diretamente na Play Store, a loja de aplicativos do sistema operacional do Google. Não há versão para iOS, a plataforma que dá vida ao iPhone. Segundo a loja, o número de downloads já ultrapassou a marca de 10 milhões.

A partir do momento que a notificação de uma mensagem é recebida, o aplicativo já faz o download do arquivo enviado e o disponibiliza em um backup. Mesmo que o conteúdo seja apagado, ele poderá ser visualizado posteriormente na plataforma. Na prática, é como se o arquivo fosse baixado ou compartilhado antes da remoção.

Desta forma, é preciso que o usuário esteja online, em uma conexão estável – preferencialmente em rede WiFi – e permita que as mensagens enviadas no WhatsApp gerem as notificações na barra superior da tela. Se os chats estiverem silenciados ou abertos – ainda que no WhatsApp Web –, as mídias apagadas não serão recuperadas.

Então, para funcionar, é necessário realizar algumas configurações prévias. O primeiro passo é permitir o acesso às notificações e aos arquivos de mídias. Depois disso, é necessário escolher os aplicativos que serão monitorados. No caso, o WhatsApp.

Também é necessário permitir que o WhatsApp realize o download automático de mídia. Isso pode ser feito acessando as configurações do mensageiro e escolhendo a opção “Uso de dados e armazenamento”. A dica é permitir que, tanto nas conexões Wi-Fi como na internet por rede móvel, o mensageiro esteja autorizado a realizar o download de todas as mídias.

Segurança dos dados

Para quem está preocupado com o que será feito com os arquivos armazenados pelo WAMR, é importante destacar que os termos de uso do aplicativo informam que “os dados são salvos no dispositivo e que a empresa não armazena ou compartilha qualquer informação com quem quer que seja.”

WhatsApp pede que usuários atualizem aplicativo por falhas

Empresa detectou falha no sistema que permite acesso de hackers a alguns telefones e acessassem os dados contidos nos aparelhos

Da EFE
WhatsApp foi comprado por Facebook em 2014

Ritchie B. Tongo/EFE – 07.04.2016

WhatsApp foi comprado por Facebook em 2014

aplicativo de mensagem instantânea WhatsApp, de propriedade do Facebook, afirmou na segunda-feira (14) que detectou uma vulnerabilidade em seu sistema que permitia que hackers instalassem spyware em alguns telefones e acessassem os dados contidos nos aparelhos.

Organize e nunca mais perca nada nas conversas no WhatsApp

A empresa confirmou em comunicado à imprensa a informação publicada horas antes pelo “Financial Times” e pediu aos 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo que “atualizem o aplicativo para sua versão mais recente” e mantenham durante o dia seu sistema operativo como medida de “proteção”.

O WhatsApp, que foi adquirido pelo Facebook em 2014, indicou que neste momento ainda não é possível dizer quantas pessoas foram afetadas, mas assegurou que as vítimas foram escolhidas “especificamente”, de maneira que em princípio não se trataria de um ataque em grande escala.

O software espião que foi instalado nos telefones “se assemelha” à tecnologia desenvolvida pela empresa de cibersegurança israelense NSO Group, que levou o WhatsApp a colocá-lo como o principal suspeito por trás do programa de espionagem.

A vulnerabilidade no sistema, para a qual a empresa lançou um patch na segunda-feira, foi detectada há apenas alguns dias e, por enquanto, não se sabe quanto tempo duram as atividades de espionagem.

Os hackers faziam uma ligação através do WhatsApp para o telefone cujos dados queriam acessar e, mesmo que o destinatário não respondesse à chamada, um programa de spyware era instalado nos dispositivos.

Em muitos casos, a chamada desaparecia mais tarde do histórico do aparelho, de modo que, se ele não tivesse visto a chamada entrar naquele momento, o usuário afetado não suspeitaria de nada.

O WhatsApp assegurou que logo após tomar conhecimento dos ataques, alertou a organizações de direitos humanos (que estavam entre as vítimas da espionagem), empresas de segurança cibernética e o Departamento de Justiça dos EUA.

O fato de algumas das organizações afetadas serem plataformas de defesa dos direitos humanos reforça a hipótese de envolvimento do Grupo NSO, uma vez que seu software já foi utilizado no passado para realizar ataques contra esse tipo de entidades.

NSO Group, que opera de forma obscura e durante muitos anos desenvolveu secretamente spywares para seus clientes, entre os quais governos de todo o mundo, que os utilizam para acessar dispositivos móveis e obter informações.

O “spyware” teve capacidade para infectar telefones com sistema operacional da Apple (iOS) e do Google (Android).