MEC anuncia datas de inscrição do Sisu, ProUni e Fies

Datas do segundo semestre foram anunciadas pelo ministro no Twitter

Publicado em 11/05/2020 – 15:48 Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil  – Rio de Janeiro

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou hoje (11) no Twitter as datas de inscrição nos processos seletivos do segundo semestre de 2020 que utilizam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso no ensino superior. 

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) poderão ser feitas entre 16 e 19 de junho. O Sisu seleciona estudantes para vagas em instituições públicas de ensino superior em todo o país. 

Já as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) serão de 23 a 26 de junho. O programa seleciona estudantes para bolsas em instituições privadas de ensino superior. As bolsas variam de acordo com a renda dos candidatos e podem ser parciais, de 50% da mensalidade, ou integrais, de 100%. 

Para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), as inscrições serão de 30 de junho a 3 de julho. O Fies oferece financiamento a condições mais favoráveis que as de mercado para que estudantes paguem cursos em instituições privadas de ensino superior. 

Em todos esses processos seletivos, o candidato pode usar a nota do Enem 2019. Ao todo, cerca de 3,9 milhões de estudantes fizeram o exame no ano passado.

MEC não pode emitir carteira estudantil a partir desta segunda-feira

IDs terão validade até a data de expiração

lançamento do aplicativo da ID Estudantil

Publicado em 17/02/2020 – 15:50 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Ministério da Educação (MEC) não está emitindo novas identidades estudantis (IDs) – as carteiras digitais de estudante. A suspensão, que começou a vigorar neste domingo (16), deve-se ao fim da validade da Medida Provisória 895/2019, que instituía o aplicativo e, gratuitamente, disponibilizava o documento virtual para estudantes de instituições de ensino brasileiras.

A ID Estudantil dá, ao estudante, direito a meia-entrada em eventos culturais e esportivos. De acordo com o MEC, as 325.746 IDs estudantis já emitidas continuarão valendo, até sua data de expiração. Apesar de o estudante não ter de pagar qualquer taxa pela carteira virtual, cada unidade sai a R$ 0,15, valor arcado pelo governo federal.

Na avaliação do presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Iago Montalvão, a criação dessa carteira estudantil “supostamente gratuita, mas paga com dinheiro público” pelo MEC foi uma “forma de ameaça e de retaliação do governo federal contra o movimento estudantil”, uma vez que comprometeria a principal fonte de receita das entidades representativas dos estudantes no país.

“Essa MP foi imposta com claro objetivo de perseguir um setor da sociedade que tem feito oposição ao governo. Tentaram, de forma antidemocrática, enfiar essa MP goela abaixo, mas, felizmente, além de não vingar, ela acabou mexendo com todo movimento estudantil, dando maior tom político à nossa carteira de estudante, e reforçando ela enquanto instrumento da luta em defesa da educação”, disse Montalvão à Agência Brasil.

De acordo com a UNE, a MP acabou sendo vista com desconfiança pelos parlamentares e por grande parte da opinião pública. “Essa rejeição, associada aos graves ataques feitos por este governo à educação, acabou influenciando o Congresso, a ponto de não conseguir ter o apoio necessário para a aprovação da MP”, acrescentou o representante dos estudantes universitários.

Segundo o MEC, o objetivo da ID Estudantil é oferecer uma alternativa à carteirinha de plástico que continua sendo emitida por entidades estudantis como UNE e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a um custo de R$ 35.

Segundo a UNE, estudantes de baixa renda podem receber o documento gratuitamente, desde que comprovem renda familiar per capita de até 1,5 salário-mínimo.

Confira a lista de instituições de ensino superior com nota máxima em avaliação do MEC

Dados do Ministério da Educação indicam que apenas 2% das instituições de ensino conseguiram a nota máxima em avaliação. Veja quais são elas.

Por G1

12/12/2019 08h57  Atualizado há 20 minutos


Ministério da Educação divulga avaliação da qualidade do ensino superior no país

Apenas 2% das instituições de ensino superior têm nota máxima no Índice Geral de Cursos (IGC), que avalia a qualidade das instituições do país. A escala vai de 1 a 5, onde 1 e 2 são insuficientes e 5 é nota máxima.

Os dados determinam parâmetros para o MEC definir a participação das instituições de ensino superior em programas do governo, entre outros pontos. Em caso de sucessivas notas insatisfatórias, pode haver sanções.

O IGC integra o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes), ao lado do Conceito Preliminar dos Cursos (CPC). Os dados são de 2018 e foram divulgados nesta nesta quinta-feira (12).

Nenhuma universidade pública teve a nota mínima, e 13 instituições federais tiveram avaliação máxima (nota 5). Confira abaixo quais são e, em seguida, a lista completa com as melhores do país:

  • Universidade Federal de Lavras (MG)
  • Universidade Federal de Viçosa (MG)
  • Universidade Federal de Minas Gerais (MG)
  • Universidade Federal do Paraná (PR)
  • Instituto Militar de Engenharia (RJ)
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ)
  • Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (RS)
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul (RS)
  • Universidade Federal de Santa Catarina (SC)
  • Fundação Universidade Federal do Abc (SP)
  • Universidade Federal de São Carlos (SP)
  • Universidade Federal de São Paulo (SP)
  • Instituto Tecnológico de Aeronáutica (SP)

Confira as instituições bem avaliadas:

Instituições com avaliação máxima em índice do MEC, por estado

EstadoInstituiçãoSiglaCategoria
BAFaculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de SantanaFAESF/UNEFPrivada com fins lucrativos
ESFaculdade do Espírito SantoUNESPrivada com fins lucrativos
ESFaculdade de Castelo – Multivix CasteloMultivix CasteloPrivada com fins lucrativos
ESFaculdade São GeraldoFSGPrivada com fins lucrativos
ESFaculdade FucapeFUCAPEPrivada sem fins lucrativos
ESFaculdade de Direito de VitóriaFDVPrivada com fins lucrativos
MGFaculdade Jesuíta de Filosofia E TeologiaFAJEPrivada sem fins lucrativos
MGUniversidade Federal de LavrasUFLAPessoa Jurídica de Direito Público – Federal
MGUniversidade Federal de ViçosaUFVPública Federal
MGUniversidade Federal de Minas GeraisUFMGPessoa Jurídica de Direito Público – Federal
PRFaculdade de Tecnologia InspirarInspirarPrivada com fins lucrativos
PRFaculdade Cristã de CuritibaFCCPrivada sem fins lucrativos
PRUniversidade Federal do ParanáUFPRPessoa Jurídica de Direito Público – Federal
RJEscola Brasileira de Economia E FinançasEBEFPrivada sem fins lucrativos
RJInstituto Militar de EngenhariaIMEPública Federal
RJEscola de Enfermagem da Fundação Técnico Educacional Souza MarquesEEFTESMPrivada sem fins lucrativos
RJEscola Brasileira de Administração Pública E de EmpresasEBAPEPrivada sem fins lucrativos
RJEscola de Direito do Rio de JaneiroDIREITO RIOPrivada sem fins lucrativos
RJEscola de Ciências SociaisPrivada sem fins lucrativos
RJEscola de Matemática AplicadaEMAp-FGVPrivada sem fins lucrativos
RJUniversidade Federal do Rio de JaneiroUFRJPessoa Jurídica de Direito Público – Federal
RNFaculdade Católica do Rio Grande do NortePrivada sem fins lucrativos
RSFundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto AlegreUFCSPAPública Federal
RSUniversidade Federal do Rio Grande do SulUFRGSPessoa Jurídica de Direito Público – Federal
RSFaculdades EstESTPrivada sem fins lucrativos
SCFaculdade SociescPrivada sem fins lucrativos
SCUniversidade Federal de Santa CatarinaUFSCPessoa Jurídica de Direito Público – Federal
SPFaculdade de Teologia de São Paulo da Igreja Presbiteriana Independente do BrasilPrivada sem fins lucrativos
SPFaculdade São Leopoldo MandicPrivada com fins lucrativos
SPEscola de Direito de São Paulo – Fgv Direito SpFGV Direito SPPrivada sem fins lucrativos
SPFaculdade FipecafiFIPECAFIPrivada sem fins lucrativos
SPFaculdade de Tecnologia Saint PaulPrivada com fins lucrativos
SPFaculdade Escola Paulista de DireitoFACEPDPrivada sem fins lucrativos
SPInsper Instituto de Ensino E PesquisaINSPERPrivada sem fins lucrativos
SPFundação Universidade Federal do AbcUFABCPública Federal
SPUniversidade Federal de São CarlosUFSCARPública Federal
SPUniversidade Federal de São PauloUNIFESPPessoa Jurídica de Direito Público – Federal
SPUniversidade Estadual de CampinasUNICAMPPública Estadual
SPUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoUNESPPública Estadual
SPInstituto Tecnológico de AeronáuticaITAPública Federal
SPEscola de Administração de Empresas de São PauloFGV-EAESPPrivada sem fins lucrativos
SPEscola de Economia de São PauloEESPPrivada sem fins lucrativos

Fonte: Inep

Segundo dia de provas do Enem 2019 terá meia hora a menos

Avaliação começa às 13h30 e ternina às 18h30. Serão 5 horas de provas

Publicado em 10/11/2019 – 09:43

Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil Brasília

Enem

O segundo dia de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ocorre neste domingo (10) à tarde, em todo o país, quando estudantes farão provas de ciências da natureza e matemática. O exame será aplicado em 10.133 locais de 1.727 municípios brasileiros.

As regras do Enem  para o segundo dia de exame são as mesmas da primeira avaliação realizada no último domingo (3). Os portões abrirão às 12h e fecharão às 13h, no horário de Brasília. A duração do exame, no entanto, será menor em 30 minutos em relação ao primeiro dia de provas. Os participantes terão 5 horas para resolver as questões. A prova termina às 18h30. 

O Ministério da Educação (MEC) divulgou a lista dos horários locais do Enem, de acordo com os diferentes fuso-horários brasileiros.

O local de prova de cada candidato está disponível no Cartão de Confirmação da Inscrição, que pode ser acessado na Página do Participante e pelo aplicativo do Enem, que pode ser baixado nas plataformas Apple Store e Google Play

Obrigatório no dia da prova

Para fazer o exame, é obrigatório apresentar um documento oficial de identificação original e com foto. A lista dos documentos aceitos no Enem está disponível na internet.  Além disso, é preciso ter uma caneta esferográfica de tinta preta e fabricada em material transparente. Se a prova for respondida com qualquer caneta que não atenda essas especificações, o candidato será eliminado. 

Enem 2019

Enem 2019 – Foto: Arte EBC

Aqueles que precisam comprovar que fizeram a prova para justificar falta no trabalho, por exemplo, devem imprimir e levar a Declaração de Comparecimento para ser entregue ao aplicador na sala do exame. Esse documento é personalizado e está disponível também na Página do Participante. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) não fornecerá comprovantes após as provas. É aconselhável, ainda, imprimir e levar o Cartão de Confirmação da Inscrição.

Neste ano há uma novidade. O celular ou outro equipamento eletrônico que tocar ou emitir algum som durante a prova, mesmo estando dentro do envelope lacrado, levará à eliminação do candidato. A recomendação é que as baterias dos celulares sejam retiradas, pois alguns aparelhos tocam o alarme mesmo estando desligados.

Primeiro dia de exame

No primeiro dia de exame, no último domingo (3), os participantes fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e redação. De acordo com o Inep, 3,9 milhões de participantes fizeram as provas. Ao todo, 376 candidatos foram eliminados por desrespeitar as regras do exame.

Quem não compareceu ao primeiro dia de prova pode fazer o exame neste domingo (10) , mas o resultado do Enem servirá apenas para autoavaliação.

Cuidado com fake news

Para não ser enganado por notícias falsas, as chamadas fake news, a orientação do Inep é buscar as fontes oficiais para tirar dúvidas sobre o Enem e receber orientações. Todo o conteúdo oficial sobre o Enem 2019 é identificado com as logomarcas do Inep e do Ministério da Educação (MEC).

As páginas do Inep e do MEC  na internet e em suas redes sociais estão veiculando várias campanhas sobre o Enem, com orientações sobre documentos válidos, horários, itens permitidos, obrigatórios e proibidos, além de dicas para não zerar a redação. No YouTube do Inep há ainda vídeos de orientação sobre a aplicação e o que antecede as provas.

Saiba mais

Edição: Nélio de AndradeTags: Enemenem 2019EducaçãoMECInep

MEC libera 1ª parcela para restaurar fachada do Museu Nacional

O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, disse hoje (8), no Rio de Janeiro, que o Ministério da Educação (MEC) concordou com a liberação da primeira parcela dos R$ 908 mil necessários para o projeto executivo de restauração da fachada e dos telhados permanentes do edifício que pegou fogo em setembro do ano passado. Segundo ele, o valor da primeira parcela a ser repassada deve ficar em torno de R$ 70 mil.

MEC libera 1ª parcela para restaurar fachada do Museu Nacional

Museu Nacional do Rio de Janeiro em chamas no dia 2 setembro de 2018 – AFP/Arquivos

Agência Brasil08/06/19 – 16h16 – Atualizado em 08/06/19 – 16h50

“Tivemos ontem uma reunião muito proveitosa com o MEC, que foi extremamente sensível diante de todas as dificuldades e nos deu essa grata notícia”, disse Kellner, durante evento na Quinta da Boa Vista, onde são celebrados neste fim de semana os 201 anos do Museu Nacional.

Museu Nacional comemora 201 anos com diversas atividades em espaço montado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro.
Museu Nacional comemora 201 anos com diversas atividades em espaço montado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro   (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Com apoio do Serviço Social do Comércio (Sesc), uma estrutura foi montada em frente ao edifício incendiado. Pesquisadores distribuídos em diversos estandes irão apresentar até amanhã (9) estudos e peças do acervo que não foram atingidas.

De acordo com o diretor, um projeto executivo irá indicar o valor total das obras da fachada. “Ele será feito em etapas. Quando a empresa contratada entregar uma parte, nós já poderemos começar os trabalhos aplicando os recursos da emenda parlamentar impositiva destinada ao Museu Nacional. Precisamos do primeiro repasse dessa emenda que gira em torno de R$ 12 milhões. Queremos o quanto antes porque já temos projetos”, acrescentou.

A emenda parlamentar impositiva para as obras de reconstrução, somando R$ 55 milhões, foi assegurada pela bancada de deputados federais do Rio de Janeiro. Esse foi o montante estimado pela diretoria do Museu Nacional para iniciar a primeira fase, que inclui a parte mais histórica, incluindo a fachada, a sala do trono e outros ambientes.

No entanto, houve contingenciamento (bloqueio) de todas as emendas impositivas. No caso do Museu Nacional, os recursos foram reduzidos para R$ 43,1 milhões.

“Minha preocupação maior é que libere o primeiro repasse de R$ 12 milhões para que possamos começar a trabalhar. Depois, discutimos o restante. Nesse momento precisamos é que nos ajudem a começar”, disse.

Na semana passada, o MEC divulgou nota informando que aguardava o plano de trabalho para o início das obras a ser apresentado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pelo Museu Nacional. “O valor disponibilizado só será liberado após a conclusão e aprovação do plano”, informou o MEC.

Ajuda internacional

Também durante a celebração dos 201 anos do Museu Nacional, o cônsul-geral da Alemanha no Rio de Janeiro, Klaus Zillikens, anunciou o aporte de 145 mil euros. Esses recursos serão empregados para recuperação da parte elétrica do edifício.

“Temos sérios problemas do dia a dia. Às vezes, não consigo trocar uma lâmpada porque a verba que era destinada a isso vinha da bilheteria que não existe mais. Para suprir parte dessas demandas estamos pedindo doações por meio da campanha SOS Museu Nacional. E também doações aos governos. A Alemanha tem sido uma grande parceira”, explicou o diretor do museu.

O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, explicou que o Ministério da Educação foi sensível diante de todas as dificuldades    (Tomaz Silva/Agência Brasil)

O governo alemão já havia disponibilizado em dezembro do ano passado 180 mil euros para a aquisição de equipamentos necessários para o resgate do acervo. “Estamos estudando a possibilidade de conceder bolsas de estudos para a continuidade das pesquisas”, explicou o cônsul-geral.

Apesar de promessas de outros países, até o momento, apenas a Alemanha garantiu aporte financeiro para a recuperação do Museu Nacional.

Prestação de contas

Segundo o diretor do Museu Nacional, será realizado um evento no dia 2 de setembro que marcará um ano do incêndio e, na ocasião, serão listados para o público os recursos já recebidos e também as demandas ainda não atendidas. Ele adiantou, porém, que o maior repasse até o momento foi do MEC, ainda durante o governo de Michel Temer.

Na ocasião, foram transferidos R$ 16 milhões, dos quais R$ 9 milhões se destinaram a intervenções para estabilização do prédio e montagem da estrutura temporária de telhados e R$ 5 milhões repassados para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que está encarregada da elaboração do projeto executivo das instalações internas e do projeto para as novas exposições.

Os outros R$ 2 milhões tiveram empregos diversos, como a montagem de contêineres.

Resgate

A estimativa da diretoria do Museu Nacional é que entre 75% e 78% das coleções foram afetadas no incêndio, o que não significa que foram todas destruídas.

Kellner afirma, porém, que mais da metade das coleções foi perdida, e cita os 12 milhões de exemplares de insetos e materiais etnográficos raros.

Vista aérea do Museu Nacional do Rio de Janeiro, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro

Vista aérea do Museu Nacional do Rio de Janeiro, na Quinta da Boa Vista, depois do incêndio de setembro do ano passado   (Arquivo/Ricardo Moraes/Reuters/direitos reservados)

O trabalho de salvamento do acervo que se encontra sob os escombros só deve ser encerrado no fim do ano. O resgate de peças tem sido divulgado progressivamente.

Em outubro do ano passado, foi localizado o crânio da Luzia em fragmentos. Trata-se do fóssil mais antigo já encontrado no continente americano, considerado uma das principais relíquias que a instituição guardava. Ele deverá ser restaurado.

Já nesse ano, foi organizada a primeira exposição após o incêndio. Realizada em parceria com o Museu da Casa da Moeda do Brasil, que cedeu seu espaço, a mostra incluiu 160 peças do projeto Paleoantar, dedicado a coletar e estudar rochas e fósseis da Antártica. Entre elas, há oito peças que foram resgatadas dos escombros do edifício queimado.

Sobre uma estimativa de reabertura do Museu Nacional, o diretor afirmou que sua meta é daqui a três anos ter pelo menos uma sala ou uma parte do edifício com exposição disponível ao público.

Em outubro do ano passado, quando anunciou a localização do crânio da Luzia, ele estimou que, para ter um museu de primeira linha, serão necessários R$ 300 milhões.

MEC prorroga prazo de renovação do Fundo de Financiamento Estudantil

Participantes podem ser selecionados até o dia 10 de maio

30/04/2019

Prazo de seleção da lista de espera do Fies é prorrogado novamente pelo MEC

Com previsão de encerramento nesta terça-feira, 30, o prazo para a pré-seleção de candidatos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) vai ser prorrogado para 10 de maio. Por conta dos atrasos provocados por falhas técnicas no sistema do programa, que gerou uma onda de insatisfação por parte dos estudantes, está é a segunda vez que o Ministério da Educação (MEC) altera a data final da seleção deste semestre. A medida deve ser publicada na edição desta terça do Diário Oficial da União (DOU).

Estão participando automaticamente da lista de espera do Fies 2019 todos os candidatos que não foram pré-selecionados na chamada regular. O acompanhamento do processo seletivo deve ser realizado pelos próprios candidatos por meio da página do Fies. Neste semestre foram oferecidos 100 mil contratos a juro zero. A quantidade de vagas remanescentes ainda não foi divulgada pela pasta.

Financiamento para faculdade

O Fies funciona como uma espécie de empréstimo em que os estudantes que fizeram alguma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e obtiveram uma média igual ou superior a 450 pontos na soma das provas objetivas e nota maior que zero na redação pode participar. A renda per capita também é um critério. Para modalidade Fies não pode ser maior que três salários mínimos, já para o P-Fies não pode ultrapassar cinco salários mínimos.

Informações do G1