Pedro Avelino: BNDES anuncia que vai financiar 14 parques eólicos no Nordeste

Projeto vai criar cerca de mil empregos para a comunidade dos municípios de de Lajes e Pedro Avelino, no Rio Grande do Norte

BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) anunciou nesta quinta-feira (9) que financiará a construção do Complexo Eólico Santo Agostinho, no interior do Rio Grande do Norte, que contempla 14 parques eólicos.

O projeto visa gerar energia limpa e renovável equivalente ao abastecimento de 800 mil domicílios. Segundo o BNDES, espera-se a criação de cerca de mil empregos nos municípios de Lajes e Pedro Avelino, onde o complexo será construído.

Serão 900 trabalhadores locais que vão atuar na construção do projeto, além de outros 80 postos de trabalho criados após a conclusão das obras.

O financiamento do BNDES será de R$ 1,47 bilhão, o que corresponde a 64% do investimento total do projeto (R$ 2,3 bilhões). Os recursos financiados serão utilizados primordialmente na aquisição de 70 aerogeradores.

“O apoio do BNDES ao projeto ilustra bem a estratégia do banco para o setor elétrico, combinando o investimento em fontes renováveis com o desenvolvimento do mercado livre de energia, que é o ambiente onde consumidores comprometidos com metas ASG, geradores de energia renovável competitivos e investidores em busca de ativos sustentáveis podem se encontrar, catalisando um ciclo virtuoso de desenvolvimento de energias limpas no Brasil”, explica a superintendente de Energia do BNDES, Carla Primavera.

“Neste momento, o crescimento de geração de energia elétrica, especialmente de fontes renováveis, é fundamental para o futuro do Brasil”, afirmou Eduardo Sattamini, diretor-presidente e de relações com investidores da Engie.

Segundo o BNDES, desde abril do ano passado o banco já financiou cerca de R$ 3 bilhões em projetos para construção de parques eólicos no nordeste brasileiro.

Os investimentos em geração de energia eólica estão alinhados com o Plano Nacional sobre Mudanças Climáticas (PNMC) para redução das emissões de gases de efeito estufa.

No Brasil, já foram implantados mais de 600 parques eólicos, totalizando 15,4 GW em capacidade instalada, de acordo com o BNDES.

CNN Brasil

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Pedro Avelino: ENGIE avança em implantação do Conjunto Eólico Santo Agostinho no RN

Empreendimento situado entre Lajes e Pedro Avelino será o maior conjunto eólico individual da Companhia no Brasil.

A implantação do Conjunto Eólico Santo Agostinho, localizado nos municípios de Lajes e Pedro Avelino, a 120 km de Natal, no Rio Grande do Norte, avança com a execução da escavação das fundações onde serão instalados os aerogeradores e o início da etapa de concretagem. Com investimentos de R$ 2,3 bilhões, Santo Agostinho terá uma capacidade instalada de 434 MW, e deverá iniciar a sua operação até março de 2023.

O empreendimento contempla a instalação de 70 aerogeradores da Siemens Gamesa, com 200 metros de altura cada um, o equivalente a um prédio de cerca de 70 andares. O Conjunto é composto por 14 parques eólicos e deve gerar mil empregos diretos, dos quais aproximadamente 800 já se tornaram realidade. Todo esse contingente está envolvido nas atividades de construção civil e instalação dos componentes dos primeiros Parques Eólicos do empreendimento, bem como as atividades de acompanhamento das atividades por diversos especialistas nas áreas socioambientais e de arqueologia.

O novo empreendimento reforça a estratégia de crescimento da ENGIE e amplia a presença da empresa no Brasil por meio de fontes renováveis e com baixas emissões de gases do efeito estufa (GEE).

“Para a ENGIE é uma satisfação retornar ao estado do Rio Grande do Norte para implantar nosso terceiro empreendimento de geração de energia renovável no estado, e pela primeira vez no setor eólico. Sempre fomos muito bem recebidos pelo povo potiguar e seus representantes, e isso têm nos ajudado a viabilizar a implantação do Conjunto Eólico Santo Agostinho, bem como permitirá novos investimentos no futuro próximo – sempre com um total compromisso com a segurança de nossos colaboradores e responsabilidade socioambiental”, ressalta o gerente de Projetos da ENGIE, Giuliano Pasquali.

Responsabilidade Socioambiental

O Conjunto Eólico Santo Agostinho teve sua Licença Prévia emitida em 2016 pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA), que atestou a viabilidade técnica e ambiental do empreendimento. Desde então, a ENGIE desenvolveu uma série de estudos prévios – sobre aspectos econômicos, sociais e ambientais –, a fim de identificar os impactos do empreendimento e desenhar planos de ação para minimizar os negativos e potencializar os positivos.

Como resultado dessas análises – reunidas no Estudo de Impacto Ambiental (EIA) apresentado ao órgão licenciador – a empresa vai desenvolver diversos programas socioambientais durante o período de implantação em atendimento à todas as licenças ambientais já obtidas. Entre as ações previstas nesses programas estão o resgate e monitoramento de flora e fauna, o gerenciamento de resíduos, a recuperação de áreas degradadas, conservação ambiental e a gestão do patrimônio arqueológico. No âmbito social, destacam-se as atividades de comunicação e educação ambiental nas comunidades e com trabalhadores, além de capacitação profissional.

Aos programas e ações vinculados ao processo de licenciamento, a ENGIE agregará investimentos, de caráter voluntário, em projetos socioambientais que beneficiem a comunidade. “Contribuir com a melhoria da qualidade de vida dessas comunidades e com a conservação ambiental da região é um compromisso da ENGIE que se reflete em todo o projeto – antes, durante e após a implantação. Passamos a fazer parte da comunidade e, junto dela, a trabalhar pelo desenvolvimento sustentável da região”, afirma Marcio Neves, diretor de Implantação da ENGIE Brasil Energia.

Os novos parques estão situados nos municípios de Lajes e Pedro Avelino (RN), que somam cerca de 20 mil habitantes. Os investimentos voltados a mudar da realidade local vão ao encontro dos compromissos definidos na Política de Gestão Sustentável da ENGIE, entre os quais está o empenho em oportunizar a transformação social, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das comunidades onde atua.

Campanhas educativas

O Conjunto Eólico Santo Agostinho procura estimular a prática da consciência ambiental por meio de campanhas educativas. A mais recente destaca a fabricação ilegal de carvão e alerta para os danos que a exploração da vegetação nativa e o uso de fornos sem licença podem causar ao meio ambiente. Outras campanhas com temas diferentes abordando a preservação do meio ambiente serão produzidas nos próximos meses e ao longo da implantação.

Combate à COVID-19

O empreendimento possui uma rigorosa política de prevenção e combate ao novo coronavírus, e está seguindo todos os protocolos sanitários para evitar contaminações da covid-19 e assegurar o bem-estar dos colaboradores e população local. Por uma questão de segurança, os profissionais são testados periodicamente pelo setor de Saúde e Segurança no Trabalho e os resultados são enviados à secretaria de Saúde de Lajes.

Para sensibilizar a comunidade local, cartazes informando como se prevenir contra a covid-19 foram disponibilizados, em locais de grande circulação, nas cidades de Lajes e Pedro Avelino.

Sobre a ENGIE

A ENGIE é referência mundial em energia e serviços de baixo carbono. Com nossos 170 mil colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, estamos comprometidos em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirados em nosso propósito, nós conciliamos performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta nos apoiando nas nossas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos nossos clientes.

No Brasil, a ENGIE é a maior empresa privada de energia do País, atuando em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de 10 GW em 69 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 97% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.

A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da TAG, concluída em 2020.

Além disso, a ENGIE está entre as maiores empresas em geração fotovoltaica distribuída e possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos e melhorar infraestruturas para empresas e cidades, como eficiência energética, iluminação pública, monitoramento e gestão de energia. Contando com 3 mil colaboradores, a ENGIE teve no país em 2020 um faturamento de R$ 13,3 bilhões.

A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia cujo ticker é o EGIE3. Na B3, a ENGIE integra o Novo Mercado, além de ser uma das únicas companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a B3 incluiu os papeis da ENGIE no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.

Assessoria de Imprensa do Conjunto Eólico Santo Agostinho

Pedro Avelino: Nordeste vai ganhar 14 parques eólicos com geração de 900 novos empregos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apoiará a implantação do Complexo Eólico Santo Agostinho, composto por quatorze parques, nos municípios de Lajes e Pedro Avelino, no Rio Grande do Norte. O projeto terá uma capacidade instalada total de 434 MW, energia limpa e renovável capaz de abastecer algo em torno de 800 mil domicílios. A construção do complexo também vai empregar 900 trabalhadores locais; outros 80 postos serão criados após a conclusão das obras.

O apoio do BNDES, no valor de R$ 1,47 bilhão, corresponde a 64% do investimento total do projeto (R$ 2,3 bilhões). A operação ocorre no âmbito do Finem – Geração de Energia.

“O apoio ao projeto ilustra bem a estratégia do Banco para o setor elétrico, combinando o investimento em fontes renováveis com o desenvolvimento do mercado livre de energia, que é o ambiente onde consumidores comprometidos com metas ASG, geradores de energia renovável competitivos e investidores em busca de ativos sustentáveis podem se encontrar, catalisando um ciclo virtuoso de desenvolvimento de energias limpas no Brasil”, explica a superintendente de Energia do BNDES, Carla Primavera.

“Neste momento, o crescimento de geração de energia elétrica, especialmente de fontes renováveis, é fundamental para o futuro do Brasil. A viabilização desse financiamento é fruto de um trabalho conjunto e demonstra o comprometimento da ENGIE e do BNDES com o desenvolvimento do país, de forma responsável e considerando a importância do direcionamento de recursos para acelerar o crescimento da geração eólica e diversificar a matriz energética nacional”, complementa o diretor-presidente e de Relações com Investidores da ENGIE, Eduardo Sattamini.

Os recursos financiados serão utilizados primordialmente na aquisição de 70 aerogeradores, o que representa um estímulo do BNDES para o desenvolvimento da cadeia de fornecedores desse equipamento no Brasil. As demais rubricas do projeto envolvem obras civis e fornecimento eletromecânico através de subestação elevadora e rede de média tensão interna

BNDES concede R$ 568 milhões para implantação de seis parques eólicos nos municípios de Lajes, Pedro Avelino e Pedra Preta

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento para implantação de seis parques eólicos pertencentes ao Complexo Eólico Jerusalém, além de sistemas de transmissão associados, nos municípios de Lajes, Pedro Avelino e Pedra Preta, no Rio Grande do Norte. A iniciativa da EDP Renováveis S.A vai gerar energia limpa e renovável equivalente ao abastecimento de 270 mil residências. A construção vai empregar cerca de 1.150 pessoas.

O projeto tem como destaque a aquisição de 43 aerogeradores nacionais, que são equipamentos para a conversão da energia dos ventos em eletricidade. Os demais investimentos apoiados pelo BNDES envolverão obras civis, a construção de 27 Km de linhas de transmissão e de uma subestação de energia. O Complexo Jerusalém possuirá uma capacidade instalada de 180,6 MW, a ser acrescida ao sistema interligado nacional.

Os investimentos do BNDES em geração estão alinhados ao esforço do Plano Nacional sobre Mudanças Climáticas (PNMC) para redução das emissões de gases de efeito estufa. O Plano também busca “manter elevada a participação de energia renovável na matriz elétrica, preservando posição de destaque que o Brasil sempre ocupou no cenário internacional”. O esforço do Banco também vai ao encontro do Plano Nacional de Energia 2030, do Governo Federal, com estratégias para expansão de energia econômica e sustentável pelos próximos dez anos.

O financiamento no valor de até R$ 568 milhões será concedido às  seis Sociedades de Propósito Específico (SPE): Centrais Eólicas Jerusalém S.A de I a VI.  Cada uma delas será responsável por um parque específico. As SPEs são controladas pela Jerusalém Holding S.A que, por sua vez, está sob a gestão da EDP Renováveis Brasil S.A.

BG

BNDES aprova financiamento de R$ 208 milhões para parque eólico

Parque será construído no Rio Grande do Norte

Publicado em 30/06/2020 – 17:38 Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou hoje (30) a aprovação de financiamento no valor de R$ 208 milhões para a implantação do parque eólico Ventos de Santa Martina 14, nos municípios de Caiçara do Rio do Vento e Riachuelo, no Rio Grande do Norte. Segundo a instituição, o apoio financeiro estimula a diversificação da matriz energética brasileira através de fonte limpa e renovável.

O parque eólico pertence ao grupo Casa dos Ventos, considerado um dos maiores investidores no desenvolvimento de projetos eólicos no Brasil, e será um dos oito parques localizados no Complexo Eólico Rio do Vento, atualmente em construção. O grupo desenvolve também projetos de geração solar nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia.

O financiamento será concedido à sociedade de propósito específico (SPE) Ventos de Santa Sofia Energias Renováveis S.A. e tem perspectiva de geração de mais de 200 postos de trabalho durante e após a conclusão do projeto, considerando apenas o parque eólico financiado. Estima-se que 1.500 postos de trabalho serão criados durante a implantação de todo o complexo que se estende por três municípios do estado, com capacidade total instalada de 504 megawatts (MW).

O BNDES financiará as obras de implantação e a aquisição de equipamentos nacionais. A previsão é que o parque eólico Ventos de Santa Martina 14 entre em operação comercial daqui a um ano, incorporando 63 megawatts à capacidade total do complexo.

Outros projetos

No último mês de março, o BNDES assinou contrato com a Engie Brasil no valor de R$ 2,7 bilhões. Os recursos serão empregados para implantação de um complexo eólico, na Bahia. O Conjunto Eólico Campo Largo – Fase 2, a ser instalado nos municípios baianos de Umburanas e Sento Sé, vai gerar energia suficiente para atender 850 mil domicílios.