Pfizer entrega mais 1,8 milhão de doses de vacina pediátrica no dia 24

País já recebeu 2,5 milhões de doses desse imunizante, diz ministério

Publicado em 18/01/2022 – 10:52 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Vacinas Covid-19 pediátricas da Pfizer-BioNTech, 17/01/2022, Foto: Myke Sena/MS

O Ministério da Saúde anunciou a antecipação de mais um lote de vacinas pediátricas produzidas pela Pfizer. De acordo com a pasta, o lote de 1,8 milhão do imunizante voltado a crianças com idade entre 5 e 11 anos será entregue em 24 de janeiro. Antes, a previsão era para o dia 27.

Segundo o ministério, o país já recebeu 2,5 milhões de doses dessa vacina. O último lote, com 1,2 milhão de doses, foi entregue no domingo (16) e já está sendo distribuído aos estados. Novo lote, com mais de 1,8 milhão de doses, tem previsão de chegada na primeira semana de fevereiro.

“Para a imunização das crianças entre 5 e 11 anos será necessária a autorização dos pais. No caso da presença dos responsáveis no ato da vacinação, haverá dispensa do termo por escrito. A orientação da pasta é que os pais ou responsáveis por suas crianças procurem a recomendação prévia de um médico antes da imunização”, informou, em nota, o Ministério da Saúde.

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Saúde vai distribuir 10,5 milhões de vacinas até terça-feira

Entrega dos primeiros lotes com doses pediátricas termina até sexta

Publicado em 14/01/2022 – 22:13 Por Agência Brasil – undefined

O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (14) que pretende distribuir mais de 10,5 milhões de vacinas de covid-19  em oito dias. Os primeiros lotes começaram a ser enviados para as unidades da Federação na terça-feira (11) e a previsão é que a distribuição termine na terça-feira (18).

A entrega dos imunizantes, segundo a pasta, atende a pedidos de estados e do Distrito Federal que tenham capacidade de armazenamento das vacinas conforme as recomendações de segurança dos fabricantes dos imunizantes. Nas remessas, foram encaminhadas 8,9 milhões de doses da Pfizer e 336,2 mil da Janssen para aplicação de doses de reforço.

O ministério também informou que o envio dos lotes de vacinas pediátricas da Pfizer está previsto para ser concluído na sexta-feira (14). Esses lotes totalizam 1,2 milhão de doses.

Desde o início da vacinação da covid-19 no Brasil, o ministério enviou mais de 390 milhões de doses de imunizantes para as unidades da Federação, sendo que 336 milhões de doses foram aplicados, sendo 161,8 milhões de primeira dose e 144,8 milhões com a segunda.

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Pfizer antecipará para dia 16 entrega de mais 1,2 milhão de doses

Vacinas contra covid-19 serão aplicadas em crianças

Publicado em 14/01/2022 – 11:48 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Atualizado em 14/01/2021 – 14:07

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, disse hoje (14), por meio de sua conta no Twitter, que a Pfizer antecipou para o dia 16 a entrega de mais 1,2 milhão de doses da vacina pediátrica contra a covid-19, que integram a segunda remessa do imunizante voltado a crianças com idade entre 5 e 11 anos.

A primeira remessa de doses da vacina foi descarregada na madrugada do dia 13 no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no estado de São Paulo. A previsão é que o Brasil receba em janeiro  4,3 milhões de doses da vacina.

Segundo o Ministério da Saúde, neste primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.

Na semana passada, o ministério anunciou a inclusão dos imunizantes pediátricos no plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Segundo a pasta, as crianças devem ir aos postos de vacinação acompanhadas dos pais ou responsáveis ou levando uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações.

Matéria alterada às 14h07 para correção, no primeiro parágrafo, da faixa etária à qual a vacina pediátrica da Pfizer é voltada.

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Vacina brasileira contra a covid-19 é aplicada pela primeira vez

Estudo clínico aplicará o imunizante em 90 voluntários

Publicado em 13/01/2022 – 15:23 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Vaincação contra covid – Vacina Astrazeneca – Centro de Saúde n°13, 23/07/2021 Fotos: Myke Sena/MS

A vacina brasileira contra a covid-19 deu um importante passo hoje (13), data em que inicia o primeiro estudo clínico que aplicará o imunizante em 90 voluntários com idades entre 18 e 55 anos de idade. A fase 1 do estudo escolherá, de forma randomizada, a dose mais segura e o regime de dose que estimula resposta durável de anticorpos que neutralizam o organismo contra o novo coronavírus.

“Vamos agora medir a resposta imunológica específica e avaliar a imunidade celular dos participantes”, explicou o médico infectologista Roberto Badaró, responsável pela pesquisa e pelo desenvolvimento da vacina, em cerimônia ocorrida na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em Salvador.

A expectativa do pesquisador é de que a primeira fase do estudo seja concluída em três meses, e que, se tudo der certo, em um ano ou pouco mais a vacina já esteja disponível. 

Na fase 2, que terá a participação de 400 voluntários, será testada a eficiência da vacina; e a fase 3 é a da administração em larga escala.

Primeira aplicação

O primeiro a receber a dose da vacina brasileira foi o técnico de segurança patrimonial Wenderson Nascimento Souza, de 34 anos de idade. A aplicação do imunizante foi feita pelo secretário de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (Sepef/MCTI), Marcelo Morales.

Presente na cerimônia, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, disse que o 13 de janeiro de 2022 é um “dia histórico” tanto para a ciência no Brasil como para os brasileiros. “Neste ano do bicentenário da independência do Brasil, damos partida na independência do Brasil na produção de vacinas. Estamos em um ponto de inflexão na história do Brasil”, disse, ao destacar o papel de resgate que a ciência teve em vários momentos difíceis da humanidade.

Pontes lembrou que existem três tipos de vacinas, as importadas, as licenciadas e as nacionais, aquelas feitas por cientistas brasileiros. “É importante para o país ter soberania, autossuficiência e independência na produção de itens tão importantes para a vida dos brasileiros”, disse.

“Daqui para a frente, a gente pode dizer, de forma reduzida, que se o planeta não pode vender vacinas para o Brasil, o Brasil pode vender vacinas para o planeta”, acrescentou.

Vacina

A vacina RNA MCTI CIMATEC HDT é composta de duas partes, que são misturadas antes da aplicação: uma molécula de replicon de RNA (repRNA) e uma emulsão composta por água e um tipo especial de óleo e moléculas magnéticas, chamada de Lion, que ajuda a proteger a molécula do repRNA e faz o transporte até as células alvo.

Uma vez dentro das células, o repRNA é reconhecido como RNA mensageiros pelos ribossomos, que são estruturas que produzem as proteínas, com as instruções trazidas pelo RNA. Os ribossomos fabricam inicialmente o replicon, que gera várias cópias de si mesmo e, depois, as proteínas do coronavírus, que são quebradas em pequenos pedaços e expostas a nosso sistema imunológico. O organismo então identifica os fragmentos como algo estranho e passa a produzir anticorpos contra o novo coronavírus.

Segundo o infectologista Roberto Badaró, a vacina brasileira, que é de terceira geração, apresenta alguns benefícios específicos, como o uso de um número menor de componentes, podendo ser aplicada em doses mais baixas e sem a necessidade de imunizações seguidas. “Poderemos, em um sequenciamento e com a capacidade de sintetizar em uma única proteína as cinco variantes, ter uma vacina com as cinco variantes, no futuro. Portanto, podemos ter a vacina que rotineiramente será utilizada”, explicou o médico infectologista.

O desenvolvimento pré-clínico e clínico da vacina tem a participação dos Estados Unidos, Brasil e Índia, por meio de parceria entre as empresas HDT BioCorp. (Estados Unidos), Senai Cimatec (Brasil) e Gennova Biopharmaceuticals (Índia). No Brasil, a parceria conta com o apoio da RedeVírus e com o financiamento do MCTI.

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Brasil recebe primeiro lote de vacinas contra covid-19 para crianças

Remessa chegou de madrugada ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas

Publicado em 13/01/2022 – 06:02 Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Chegaram ao Brasil, às 4h45 desta quinta-feira (13), as primeiras vacinas contra covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (São Paulo). 

O lote será distribuído a estados e municípios para iniciar a aplicação. A previsão é que o Brasil receba em janeiro um total de 4,3 milhões de doses da vacina. A remessa é a primeira de três que serão enviadas ao país. 

Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões. 

Na semana passada, o ministério anunciou a inclusão dos imunizantes pediátricos no plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI). 

Segundo a pasta, a criança deve ir aos postos de vacinação acompanhada dos pais ou responsáveis ou levar uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações. 

A distribuição será feita na seguinte proporção (confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado): Região Centro-Oeste (8,17%) Distrito Federal – 1,30%

Goiás – 3,55%

Mato Grosso do Sul – 1,47%

Mato Grosso – 1,85%

Região Sudeste (39,18%)

Espírito Santo – 1,93%

Minas Gerais – 9,02%

Rio de Janeiro – 7,49%

São Paulo – 20,73%

Região Sul (13,17%)

Paraná – 5,25%

Rio Grande do Sul – 4,73%

Santa Catarina – 3,19%

Região Nordeste (28,43%)

Alagoas – 1,77%

Bahia – 7,07%

Ceará – 4,42%

Maranhão – 4,02%

Paraíba – 1,89%

Pernambuco – 4,80%

Piauí – 1,62%

Rio Grande do Norte – 1,67%

Sergipe – 1,17%

Região Norte (11,05%)

Acre – 0,57%

Amazonas – 2,77%

Amapá – 0,55%

Pará – 4,99%

Rondônia – 0,93%

Roraima – 0,38%

Tocantins – 0,86%

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Pfizer prevê vacina com proteção maior contra Ômicron disponível em março

Diretor-executivo da farmacêutica afirmou que já começou fabricação de doses de versão atualizada do imunizante contra Covid-19

Caso os planos se concretizem, a Pfizer vai estrear a segunda geração de vacinas anti-Covid | Foto: Javier Torres / AFP / CP

A farmacêutica Pfizer planeja ter disponível em março uma vacina atualizada contra a Covid-19, incluindo uma proteção maior à variante ômicron. Em entrevista à emissora norte-americana CNBC, nesta segunda-feira, Albert Bourla, diretor-executivo da companhia, afirmou que os primeiros lotes já vêm sendo fabricados “a risco”.

Essa produção por conta própria ocorre porque a Pfizer não sabe em qual contexto ela pode ser usada, mas quer disponibilizá-la logo por haver interesse de alguns países. “A esperança é que alcancemos algo que tenha uma proteção muito, muito melhor principalmente contra infecções, porque a proteção contra as hospitalizações e as doenças graves é razoável agora, com as vacinas atuais, desde que você esteja tendo, digamos, a terceira dose”, afirmou Bourla.

Caso os planos se concretizem, a Pfizer vai estrear a segunda geração de vacinas anti-Covid. As de primeira geração — feitas a partir do vírus original, de Wuhan (China) — perdem eficácia contra casos sintomáticos da Covid-19, especialmente naqueles provocados pela variante ômicron, com mais mutações e muito mais transmissível que as anteriores.

Segundo especialistas, o processo de aprovação da vacina atualizada junto às agências reguladoras ao redor do mundo também tende a ser mais ágil.

R7

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Fiocruz produzirá vacinas 100% nacionais contra covid-19

A medida foi aprovada hoje pela Anvisa por meio de resolução

Publicado em 07/01/2022 – 12:20 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Tomana aérea da fachada e terraço do Castelo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a inclusão na fabricação da vacina contra covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) fabricado pela própria fundação. A publicação está na Resolução RE 35/2022 da Gerência Geral de Medicamentos da Anvisa, desta sexta-feira (7) no Diário Oficial da União. “Na prática, a decisão conclui o processo da Fiocruz para que o Brasil tenha uma vacina 100% nacional, com todas as etapas de produção realizadas no Brasil”, informou a agência em nota.

A vacina contra covid-19 oferecida pela Fiocruz será produzida com todas as etapas realizadas no Brasil com o IFA nacional. “Para essa decisão, a Anvisa avaliou os estudos de comparabilidade. Estes estudos demonstram que, ao ser fabricada no país, o insumo mantém o mesmo desempenho que a vacina importada”, acrescentou o órgão.

Em maio de 2021 a Anvisa já havia feito a Certificação de Boas Práticas de Fabricação do novo insumo, o que garante que a linha de produção cumpre com todos os requisitos necessários para a garantia da qualidade do IFA. Desde então a Fiocruz vinha realizando a produção de lotes testes para obter a autorização de uso do IFA nacional na vacina covid-19 (recombinante).

Com a decisão desta sexta-feira (7) a transferência de tecnologia feita pela Fiocruz e que teve início ainda no ano passado foi concluída. A vacina está autorizada no Brasil desde 17 de janeiro de 2021 e recebeu o registro definitivo em 12 de março de 2021.

Ministério encerra hoje a consulta pública sobre vacinação de crianças

Participação pode ser feita até as 23h59 deste domingo

Publicado em 02/01/2022 – 12:02 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Distrito Federal começou a vacinar pessoas com 49 anos a partir de hoje. A vacinação contra a Covid-19 começou no dia 19 de janeiro e o DF já recebeu 1.455.070 doses de imunizantes.

Termina às 23h59 deste domingo (2) a consulta pública sobre vacinação contra covid-19 de crianças de 5 a 11 anos. Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo é “informar e conhecer as dúvidas e contribuições da sociedade científica e da população” sobre a vacinação das crianças nessa faixa etária.

No dia 16, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou  o uso do imunizante Pfizer para o público infantil. Já o Ministério da Saúde disse que a vacinação não deve ser obrigatória e, para a aplicação do imunizante nesta faixa etária, deve ser exigida prescrição médica e autorização dos pais ou responsáveis, mediante assinatura de termo de assentimento.

O ministério acrescenta que a inclusão da referida faixa etária no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação deverá priorizar crianças com deficiência permanente ou comorbidades, bem como aquelas que vivam “em lar com pessoas com alto risco para evolução grave de covid-19”. No caso de crianças sem comorbidade, a ordem de prioridade vai das mais velhas para mais novas, iniciando com o grupo com idade de 10 a 11 anos.

Resultado

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a decisão do governo sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos será tomada no dia 5 de janeiro. Um dia antes (4) especialistas em imunização vão participar de uma audiência pública sobre a vacinação de crianças em 4 de janeiro. “O encontro promoverá o debate sobre o documento do Ministério da Saúde disponibilizado para a consulta pública”, explicou a pasta.

Apesar da consulta, governadores de vários estados brasileiros disseram que, independentemente do resultado obtido, irão vacinar crianças sem necessidade de prescrição médica, conforme preconiza as orientações da Anvisa. Em nota enviada na quinta-feira (30) ao Ministério de Saúde, o governador do Pará, Helder Barbalho, oficializou o pedido de imunizantes para iniciar a vacinação em crianças entre 5 e 11 anos. Segundo o pedido, o estado está articulado junto aos municípios para iniciar a vacinação de imediato em janeiro.

Na sexta-feira (31), a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, determinou que o presidente da Jair Bolsonaro e Marcelo Queiroga prestem esclarecimentos sobre ato que determinou a realização de consulta pública a respeito da vacinação contra a covid-19 em crianças de cinco a 11 anos de idade.

Nota técnica divulgada pela Fiocruz traz evidências sobre a importância de vacinar crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19.

O documento, embasado em estudos e critérios científicos, aponta que a imunização dessa faixa etária vai colaborar com a mitigação de formas graves e óbitos por Covid-19 nesse grupo, reduzirá potencialmente a transmissibilidade da doença e será uma das mais importantes estratégias para o retorno seguro das atividades escolares presenciais.

A nota técnica ressalta ainda que, diante da transmissão e avanço da variante Ômicron em diversos países, existe uma preocupação com seu maior poder de transmissão, especialmente, em indivíduos não vacinados, o que faz das crianças abaixo de 12 anos um grande alvo dessa e possivelmente de outras variantes de preocupação.

O documento reforça que as vacinas são a melhor forma de evitar mortes e sequelas graves decorrentes das doenças imunopreveníveis e que a vacinação de crianças e adolescentes contra a Covid-19 é uma ferramenta fundamental para o controle da pandemia.

Leia a nota: bit.ly/32EK14s

Ministério muda plataforma para consulta sobre vacinação de crianças

Consulta foi migrada para a plataforma Gov.br

Publicado em 24/12/2021 – 16:15 Por Jonas Valente- Repórter Agência Brasil – Brasília

No mesmo dia em que abriu a consulta pública sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos, o Ministério da Saúde comunicou na tarde desta sexta-feira (24) que teve de alterar a plataforma onde a sondagem foi disponibilizada.

Segundo a pasta, devido ao grande número de acessos, a consulta teve de ser migrada para a plataforma Gov.br. Foi criado um novo link para acessar o formulário e deixar as contribuições 

A consulta pública ficará aberta até dia 2 de janeiro. A possibilidade de imunização de crianças de 5 a 11 anos foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 16 de dezembro.

O governo abriu a consulta não somente a profissionais como a leigos. Ontem (23), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu a consulta e afirmou que as mortes de crianças por covid-19 ainda estavam em um patamar que não exige ações emergenciais.

Entidades médicas se posicionaram pela inclusão da imunização desse público-alvo no Programa Nacional de Imunizações (PNI). As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP), Imunizações (SBIm) e de Infectologia (SBI) se manifestaram favoráveis à vacinação de crianças “por entenderem que os benefícios da vacinação na população de crianças de 5 a 11 anos, com a vacina Comirnaty, no contexto atual da pandemia, superam os eventuais riscos associados à vacinação”.