VÍDEO: Garibaldi diz que não perdoa Henrique e que, se for preciso, vai tirar votos dele: “Ele não tirou o voto do meu filho?”

Ex-governador declarou que guarda mágoas por Henrique Alves ter entregado suas bases políticas a Benes Leocádio em 2018

Garibaldi Alves Filho (MDB) e Henrique Eduardo Alves (PSB), pré-candidatos a deputado federal – Foto: Milka Moura / 98 FM

O ex-governador, ex-senador e pré-candidato a deputado federal Garibaldi Alves Filho (MDB) afirmou nesta terça-feira (10), em entrevista à 98 FM, que, se for preciso, vai tirar votos do ex-ministro e também pré-candidato a deputado federal Henrique Eduardo Alves (PSB) nas eleições deste ano. Depois de mais de 50 anos de aliança e parceria política, os dois serão adversários na disputa.

A declaração foi dada na entrevista de Garibaldi ao programa “12 em Ponto 98”. Ele foi perguntado sobre qual será sua postura caso aborde uma eleitora que manifestar intenção de voto em Henrique Alves. “Eu vou tentar convencê-la a votar em mim. Por que não? Ele não tirou o voto do meu filho? Ele não foi votar em Benes Leocádio em vez de votar em Walter Alves?”, afirmou o ex-governador.

Na entrevista, Garibaldi declarou que guarda mágoas por Henrique Alves ter entregado suas bases políticas ao então candidato a deputado federal Benes Leocádio nas eleições de 2018, em vez de apoiar o primo Walter Alves. Os dois acabaram eleitos, mas Walter teve mais dificuldades. À época, Henrique não pode ser candidato porque estava implicado em ações da Lava Jato.

O ex-governador afirmou que o clima entre eles inviabilizou a permanência de Henrique no MDB, motivando a saída do ex-ministro para o PSB. “Acho difícil (conciliar) porque, na verdade, Walter e eu não perdoamos. Achamos que ele não deveria ter feito isso”, declarou.

Garibaldi manifestou, ainda, diferenças em relação a Henrique Alves e deu a senha do discurso que vai pregar nas eleições de 2022. “Eu tenho mais serviços prestados, mais obras para apontar em cada município do que o deputado Henrique, porque ele nunca foi executivo. Foi 11 vezes deputado federal”, concluiu.

Veja vídeo:

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Pesquisa CNT/MDA: Lula cai para 40,6% e Bolsonaro vai a 32%

Em pesquisa divulgada nesta terça-feira (10/5), pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve 40,6% dos votos, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), que obteve 32% na consulta estimulada, ou seja, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.

No levantamento anterior, em fevereiro, Lula aparecia com 42,2%, enquanto Bolsonaro tinha 28%.

Nessa consulta, Ciro Gomes (PDT) vem em seguida com 7,1% dos votos. Depois vem João Doria (PSDB) marcou 3,1%, André Janones obteve (2,5%), Simone Tebet (MDB), 2,3% e Felipe d’Avila 0,3%; Os votos nulos e brancos somaram5,1% e o percentual de indecisos foi de 7%.

Espontânea

Já na análise espontânea, quando o nome do candidato não é citado na pergunta, Lula lidera com 33,4% e Bolsonaro obteve 27,3%. Também houve queda do petista em relação ao levantamento de feveiro, quando ele tinha 32,8%. Da mesma forma, o atual presidente subiu, já que estava com 24,4%.

Ciro obteve 3,8% dos votos, seguido por João Doria: 0,9%; André Janones: 0,5%. Simone Tebet não pontuou. Entre os outros candidatos, o percentual foi de 1,2%

Os votos nulos e brancos somaram 5,8% e o percentual de indecisos foi de 27,1%.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas presencialmente, em 137 municípios de 25 estados, entre 16 e 19 de fevereiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95,6%. A pesquisa foi contratada pela CNT e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-05757/2022.

Metrópoles

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Países do G7 se comprometem a deixar de comprar petróleo da Rússia, e EUA anunciam novas sanções

Os países do G7, grupo formado por sete das mais desenvolvidas economias do planeta, concordaram em eliminar gradativamente ou banir as importações de petróleo vindo da Rússia, uma das principais fontes de financiamento do Kremlin em meio a uma série de sanções contra setores vitais de sua economia. Reunidos de forma virtual, os líderes de EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Canadá se comprometeram a intensificar a pressão contra o presidente Vladimir Putin, em uma tentativa de forçar a interrupção do conflito na Ucrânia.

Refinaria da empresa Gazprom Neft nos arredores de Moscou – Foto: NATALIA KOLESNIKOVA / AFP

Segundo o comunicado final, os países dizem que o corte das importações de petróleo será realizado “de uma maneira pontual e ordenada, e de forma a dar tempo para que o mundo garanta fontes alternativas de suprimento”.“Enquanto fazemos isso, trabalharemos ao lado de nossos parceiros para garantir fontes globais de energia estáveis e sustentáveis, além de preços justos para os consumidores, incluindo ao acelerar a redução de nossa dependência total de combustíveis fósseis e nossa transição para uma energia limpa, de acordo com nossos objetivos climáticos”, diz o texto. Não foram especificados os compromissos individuais de cada um dos países sobre o corte ou a redução de importações de petróleo russo.

Medidas contra o setor energético russo estão entre as ferramentas mais duras para pressionar e punir o Kremlin, que se veria sem maneiras de recuperar o dinheiro perdido de seus tradicionais clientes. Contudo, ao mesmo tempo em que países como os EUA e o Reino Unido já anunciaram o bloqueio às exportações de itens como petróleo e gás, os parceiros europeus ainda relutam em apoiar a iniciativa.

Na semana passada, a União Europeia (UE) sinalizou que tomaria passos para cortar o consumo de petróleo russo, mas a tarefa não será nada simples: estima-se que a Rússia forneça cerca de um quarto de todo o produto consumido pelos países do bloco, e encontrar fornecedores de tal escala no momento em que há alta demanda global por petróleo, não é algo simples ou que possa ser feito de um dia para o outro.

Pelo plano anunciado na sexta, a UE estabeleceu um prazo até o fim do ano para que os países não comprem mais petróleo e derivados da Rússia — países que vêm se opondo a um corte repentino por dependerem fortemente da energia russa, como Hungria e Eslováquia, terão um prazo maior, até o fim de 2023, segundo fontes internas.

Já no caso do gás, que também foi banido pelos EUA, não há um consenso sobre o eventual corte dos suprimentos para a UE: em março, o bloco apresentou um plano para reduzir o uso de gás russo em dois terços até o fim do ano, e prevê ações para suspender completamente seu uso até 2030. Contudo, nações como a Hungria prometem barrar qualquer política que afete suas necessidades energéticas a curto prazo.

O Globo

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TJ derruba sentença que condenou Drauzio Varella e Globo a indenizarem pai do menino estuprado e morto pela travesti Suzy Oliveira

Por unanimidade, os desembargadores da 1ª Câmara de Direito Privado derrubaram a sentença que condenou o médico Drauzio Varella e a Rede Globo a indenizarem em R$ 150 mil o pai do menino de nove anos que foi estuprado e morto pela travesti Suzy Oliveira.

Imagem: reprodução

A multa havia sido estipulada pela juíza Regina de Oliveira Marques, a título de danos morais. A magistrada considerou que a emissora “abusou do direito de informação” ao veicular a reportagem sem expor o crime pelo qual Suzy foi condenada.

A defesa da emissora recorreu da sentença, e afirmou que a reportagem tinha o objetivo de mostrar a vida dura que as mulheres trans levam nos presídios, além da “precariedade do sistema penitenciário brasileiro e o preconceito contra as pessoas transexuais”. Ao Estadão, o advogado Afranio Affonso Ferreira Neto, que defende a Globo e Varella, afirma que “o assunto era a calamidade penitenciaria”. “Falava-se de miséria de presos. Jamais dos crimes que cometeram. Como sabiamente reconheceu o Tribunal”.

Emerson Ramos da Costa Lemos, pai do menino pediu o aumento da indenização, sob a alegação de que a emissora tinha “pleno conhecimento” do crime cometido por Suzy e apresentou “um assassino como pobre vítima da sociedade”.

Relator do recurso, o desembargador Rui Cascaldi afirmou que “até se entende a revolta” do pai da vítima, mas, segundo ele, “admitir as suas alegações é direcionar a reportagem ao sabor da sua vontade pessoal, de forma a desvirtuá-la”. “Nela, realmente, não se menciona o crime sofrido pelo filho do autor, nem o nome da vítima. Nem deveria, pois tinha por finalidade mostrar a vida difícil das “mulheres trans” nas prisões brasileiras, a precariedade do sistema penitenciário brasileiro, além do preconceito contra as suas pessoas”. “Não seus crimes”.

O desembargador ressaltou que a emissora não é obrigada a “traçar as suas reportagens sobre as péssimas condições dos presídios brasileiros, tendo que mostrar os crimes praticados pelas detentas entrevistadas, pois não tinha por objetivo historiar o fato criminoso, mas, como já dito, as péssimas condições de carceragem das detentas trans, nisso residindo a sua liberdade de imprensa, direito que ora se lhe garante”.

“É, na verdade, lícito, porque a nossa Constituição Federal garante condições dignas ao preso (“art. 5º, inciso XLIX – é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral”), estando a reportagem, justamente, a denunciar as más condições vividas pelas detentas. Nada mais legítimo!”, anotou.

Segundo o desembargador, se a emissora fosse obrigada a “veicular o crime cometido pelas entrevistadas, como quer o autor, em especial o cometido pela trans, Suzy, a finalidade da reportagem, de denúncia de uma grave situação carcerária vivida pelas detentas trans, perderia o foco e se tornaria uma odiosa execração pública daquelas que já estão a pagar pelos seus crimes, daquelas que já perderam o seu direito de ir e vir e que teriam direito, enquanto presas, a um tratamento mais humano”.

O voto de Cascaldi foi acompanhado pelos desembargadores Claudio Godoy e Francisco Loureiro.

Em primeiro grau, a juíza Regina de Oliveira Marques havia afirmado que a emissora e Varella deveriam ter “tido o discernimento de procurar conhecer os crimes cometidos por seus entrevistados, já que médico atuante no sistema carcerário; agindo em desconformidade, restou negligente”.

“Cabal a prova de que os réus agiram com incúria e não conferiram quaisquer dados sobre quem estavam entrevistando, restando culpa in commitendo ou in faciendo com incorreção no desempenho de sua atividade, já que, enquanto veículo de comunicação, tem o dever de realizar a necessária verificação de eventos que lhe são confiados antes de promover sua publicação, de forma a que não cause, no exercício de sua atividade, danos a terceiros”, escreveu.

UOL com Estadão Conteúdo

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‘Solidariedade no RN é antipetista’, afirma presidente estadual da sigla

“Aqui no Estado, o Solidariedade é oposição ao PT. Historicamente, o partido sempre permitiu que seus diretórios estaduais tomassem suas próprias decisões em relação às eleições locais. Agora, em 2022, não será diferente”, declarou o presidente estadual do Solidariedade, Janiel Hercílio, explicando que, embora o presidente nacional da legenda, Paulinho da Força, tenha anunciado apoio formal à pré-candidatura do ex-presidente Lula (PT), nos Estados, a sigla liberou suas executivas para tomarem suas decisões.

Foto: cedida

“Em janeiro de 2022, todos os presidentes estaduais foram convocados pelo partido para uma reunião em São Paulo, na qual o presidente nacional, Paulinho da Força, nos questionou sobre a liberação das executivas estaduais e isso foi aprovado e decidido por unanimidade pelos presidentes, que cada estado iria determinar como seriam as alianças nas eleições 2022. O Solidariedade é democrático e há 9 anos respeita as posições de suas executivas”, enfatizou.

Segundo Janiel Hercílio, “o Solidariedade do Rio Grande do Norte segue da mesma forma que se comportou durante toda gestão do governo Fátima Bezerra. Somos oposição ao governo do PT e seus pré-candidatos. E quem estiver nessa oposição é bem-vindo ao nosso palanque, que já tem a representatividade do presidente Bolsonaro com a pré-candidatura de Rogério Marinho”.

E afirmou que, “então, não há conflito e nem complica a cabeça dos eleitores”. “Está muito claro que somos oposição ao PT e não votamos no PT nacionalmente nem localmente. Mas, como democráticos que somos, também não há espaço para radicalismo. Nossos filiados possuem liberdade para ter posições e conviver harmonicamente com as diferenças. Assim que tem que ser”, ressaltou.

“Não vemos ambiguidade no posicionamento de Fábio Dantas”, diz

O presidente estadual do Solidariedade afirmou que o diretório estadual não vê ambiguidade no posicionamento de Fábio Dantas. “Ele é oposição ao governo do PT, é pré-candidato a governador pela oposição ao governo Fátima, tem como pré-candidato ao senado o ex-ministro Rogério Marinho, já declarou que votará em Bolsonaro, reconhece e agradece tudo que o Governo Federal fez pelo Rio Grande do Norte nos últimos 3 anos. O que querem mais? Rotular ou carimbar o nosso candidato? Isso é narrativa e estratégia dos petistas e não vamos entrar nessa guerra de narrativas”, questionou.

Janiel Hercílio lembrou que, o deputado Kelps Lima, foi o presidente da CPI da Covid-19, que investigou “os desvios e prejuízos dos recursos públicos enviados pelo governo federal ao RN para o enfrentamento à Pandemia. Por improbidade do governo Fátima, o Estado teve milhões em prejuízos e o povo ficou prejudicado. Tanto que foi aprovado relatório final, já encaminhado para as autoridades competentes, inclusive o Ministério Público Federal, por meio do procurador geral, Augusto Aras, pedindo o indiciamento da governadora Fátima Bezerra”.

E que a bancada do Solidariedade na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, composto pelos deputados Subtenentes Eliabe e Cristiane Dantas, é oposição ao governo do PT. ““Nosso pré-candidato Fábio Dantas foi uma das vozes mais atuantes da oposição ao governo do PT nos últimos três anos. No nosso palanque aqui no Estado não tem espaço para o PT”, frisou.

O presidente estadual do Solidariedade, disse que o partido está empenhado em fazer um Rio Grande do Norte melhor. “Vamos sair da abstinência que nosso estado passa atualmente com um governo que abandonou a educação, a saúde, as estradas e o povo”, pontuou.

Agora RN

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VÍDEO: Estação flagra mais de 300 meteoros no céu do Brasil

Mais de 300 meteoros foram registrados entre a noite de quarta (4) e a madrugada de quinta-feira (5) na estação de monitoramento de Monte Castelo, no Norte de Santa Catarina. Segundo o astrônomo amador Jocimar Justino, pelo menos 120 deles eram detritos do cometa Halley e fazem parte da chuva ETA Aquáridas, considerada a primeira grande chuva de meteoros de 2022.

De acordo com Justino, que é membro da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon), os meteoros da ETA Aquáridas começaram a aparecer por volta das 3h de quinta.

“Foi uma noite favorável porque praticamente o céu estava bem limpo, sem a presença de nuvens. A lua também não atrapalhou com a sua luminosidade desta vez. E isso coincidiu justamente em uma época que acontece o pico da chuva de meteoros”, afirmou o astrônomo.

De acordo com a Bramon, a atividade da Eta Aquáridas, começou em 21 de abril e vai até 12 de maio. O pico da chuva, no entanto, acontece entre as noites de 4 a 6 de maio. “Provavelmente, na próxima madrugada, o fenômeno vai se repetir com um grande número de meteoros”, disse Justino.

G1

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Deputados aprovam projeto que cria piso salarial da enfermagem

Texto define o valor de R$ 4.750 como salário mínimo inicial para os enfermeiros

Deputados comemoram a aprovação do piso da enfermagem

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4), por 449 votos a 12, a criação do piso salarial de enfermeiros, técnicos de enfermagem e parteiras (PL 2564/20). A proposta deve seguir para sanção presidencial, mas ainda depende de acordo sobre fontes de financiamento.

“Conforme assumido com a enfermagem brasileira, não será na semana que vem que este projeto seguirá para sanção presidencial, mas sim tão logo garantirmos o respectivo financiamento”, disse a relatora da proposta, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC).

A deputada informou que o piso salarial somente irá à sanção presidencial após a votação da PEC 122/15, do Senado, que proíbe a União de criar despesas aos demais entes federativos sem prever a transferência de recursos para o custeio.

Piso aprovado

O projeto aprovado pelos deputados define como salário mínimo inicial para os enfermeiros o valor de R$ 4.750, a ser pago nacionalmente pelos serviços de saúde públicos e privados. Nos demais casos, haverá proporcionalidade: 70% do piso dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem; e 50% para os auxiliares de enfermagem e as parteiras.

O texto prevê ainda a atualização monetária anual do piso da categoria com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e assegura a manutenção de salários eventualmente superiores ao valor inicial sugerido, independentemente da jornada de trabalho para a qual o profissional tenha sido contratado.

A votação da proposta foi acompanhada de perto por representantes da categoria, que também participaram pela manhã de uma sessão solene no Plenário em homenagem à Semana Brasileira da Enfermagem.

Carmen Zanotto estimou que a proposta tem impacto de R$ 50 milhões ao ano na União, mas não calculou os gastos dos entes públicos e do setor privado. Ela afirmou que o Congresso vai viabilizar recursos para garantir o piso salarial.

“Já tramitam nas duas Casas diversas propostas que ampliam receitas ou desoneram encargos; além da ampliação de recursos a serem repassados pelo Fundo Nacional de Saúde para reforçar as transferências aos entes federados”, explicou.

Carmen Zanotto, relatora do projeto

Carmen Zanotto destacou que a pandemia de Covid-19 evidenciou ainda mais a importância de valorizar os profissionais de saúde. “A enfermagem, juntamente com outros profissionais de saúde, esteve na linha de frente no combate à transmissão da Covid-19, arriscando a própria a vida, e participa ainda de forma efetiva na vacinação dos brasileiros”, afirmou.

Mobilização

O deputado Bohn Gass (PT-RS) ressaltou que é necessário manter a mobilização dos enfermeiros para garantir que não haja veto do presidente da República. “Esta mobilização precisa continuar para que, votado no dia de hoje, o piso para a enfermagem não tenha por parte de [Jair] Bolsonaro o veto, já que Bolsonaro tem vetado questões importantes”, disse.

O líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), destacou que o governo está empenhado em buscar fontes de financiamento para o piso salarial e que uma opção pode ser a legalização dos jogos de azar no País.

“São R$ 16 bilhões que estão aguardando a fonte de recursos, e nós estamos trabalhando demoradamente e insistentemente na busca de recursos para garantir que as conquistas sejam efetivas”, declarou.

Voto contrário

O projeto teve o voto favorável da ampla maioria da Casa. Apenas o Novo declarou voto contrário. O líder do partido, deputado Tiago Mitraud (MG), criticou a proposta por ter alto impacto orçamentário.

“Este projeto vai acabar com a saúde brasileira porque vamos ver as santas casas fechando, leitos de saúde fechando e os profissionais que hoje estão aqui lutando pelo piso desempregados porque os municípios não conseguirão pagar esse piso”, afirmou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Paciente psiquiátrico foge de hospital dirigindo ambulância do Samu no RN

Um paciente psiquiátrico fugiu de um hospital, na noite do último sábado 30, em Areia Branca, na Região Oeste do RN. Segundo informações do blog O Câmera, o suspeito viu a chave do veículo na ignição e saiu dirigindo pelas ruas da cidade.

Foto: Reprodução

A situação assustou funcionários do Hospital Sarah Kubitscheck, onde o caso ocorreu. A equipe de socorristas do Samu havia acabado de chegar na unidade e, ao entregar o paciente, o homem entrou no carro e fugiu.

A Polícia Militar chegou a ser acionada. No entanto, ao chegar no local, foi constatado que a ambulância já havia sido recuperada pelas equipes de socorristas no bairro Coab.

O Câmera

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Falta de público atrasa discurso de Lula em São Paulo (SP); vídeo

Em razão da falta de público maior no ato realizado na Praça Charles Miller, em São Paulo (RN), em evento organizado pelas centrais sindicais, o Ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu atrasar seu discurso. 

Organizadores mudaram o horário do discurso para tentar atrair militantes interessados no show de Daniela Mercury.

Segundo a revista Veja, o  pronunciamento petista estava programado para acontecer ás 13 horas, mas aconteceu só às 16 horas. Os  organizadores esperam já ter mais gente na Praça Charles Miller, o que não ocorreu.

Veja imagens capturadas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo (SP):

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Apresentadora da Globo diz que Lula não é inocente após decisão da ONU

A apresentadora Maria Beltrão, da GloboNews, repercutiu a decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), que apontou a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro no julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em processos movidos no âmbito da Operação Lava Jato, e disse que isso não torna o petista inocente.

Na ocasião, Beltrão lembrou que a segunda turma do STF (Supremo Tribunal Federal) também já reconheceu parcialidade de Moro no julgamento de Lula, mas errou ao dizer que essa visão da maioria dos ministros da Corte se deu após a determinação da ONU. Ainda, a comunicadora reforçou que a decisão não inocenta o ex-presidente. Porém, de acordo com advogados especializados em direito penal e em direito eleitoral ouvidos pelo UOL, do ponto de vista jurídico, o petista é inocente.

“É evidente que todo cidadão tem o direito de um julgamento justo. E na visão dessa Comissão da ONU, visão que depois foi a mesma visão da própria Segunda turma do Supremo Tribunal Federal, visão que o juiz Moro não teria sido imparcial. Isso não quer dizer também que o ex-presidente Lula foi inocentado, porque tudo a gente tem que repetir bem devagarzinho, né?”, declarou a apresentadora.

Ao abordar o assunto na GloboNews, Maria Beltrão também disse que a condenação de Lula foi referendada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e pelo STF, mas, na realidade, foram a Oitava Turma do TFR-4 (Tribunal Regional Federal da 4º Região) e a Quinta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que referendaram a decisão da 13º Vara Federal de Curitiba, que à época tinha Moro como principal nome.

“À época que Moro condenou o ex-presidente Lula tanto o TSE como o STF confirmaram de fato a condenação, depois julgaram que o foro para acompanhar aquele processo não deveria ser Curitiba, mas, sim, Brasília. Naquele momento, e depois principalmente consideraram Moro como um juiz parcial, o processo deveria começar outra vez, só que aí prescreveu o caso do tríplex. Então é bom separar as coisas: Não é porque o Moro foi considerado parcial que o ex-presidente Lula automaticamente é inocente, acabou que o processo, o julgamento, não foi recomeçado”, completou.

Com informações de UOL

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