Veleiro é encontrado à deriva na costa potiguar com tripulante morto

Um veleiro foi encontrado à deriva na costa potiguar neste sábado (7) com um tripulante morto há cerca de 30 dias, segundo informações oficiais.

Foto: reprodução/ilustrativa

A embarcação com bandeira da Suíça, localizada há cerca 4 milhas da costa, também estava com o mastro quebrado.

O veleiro está sendo periciado pela Polícia Civil, Polícia Federal e Capitania dos Portos.

Informações BG

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Henrique Alves: ‘O MDB deixou de me ouvir, me ver e de falar comigo’

Aos 22 anos, Henrique Eduardo Alves decidiu lutar para manter erguida a bandeira de luta de Aluízio Alves, seu pai. Tempos difíceis, de uma ditadura desumana. O jovem cresceu dentro da Câmara dos Deputados, cumprindo 11 mandatos por 44 anos consecutivos. Foi presidente da Casa, assumiu cargos importantes no governo brasileiro, sendo ministro do Turismo no governo Dilma Rousseff (PT), até cair na escuridão da operação Lava Jato, ficando preso preventivamente por 11 meses, sem ter uma condenação sequer, e depois saiu absolvido pela própria Justiça.

Ex-deputado federal Henrique Alves tomou o Cafezinho com César Santos

Não foi só isso.

Ao retornar à vida política, viu que não tinha mais espaço no MDB, partido que ele construiu no Rio Grande do Norte e comandou por 52 anos ao lado do primo ex-senador Garibaldi Filho, hoje seu adversário político. Ele saiu para o PSB, partido pelo qual tentará voltar à Câmara dos Deputados nas eleições de outubro.

Para falar sobre tudo isso, Henrique Alves tomou o “Cafezinho com César Santos”. Conversa longa na sede do Jornal de Fato, na tarde de sexta-feira, 29. Ele faz revelações importantes, fala sobre a crise político-familiar de forma aberta e direta pela primeira vez. E afirma que está pronto para voltar à Câmara dos Deputados.

O senhor deixou o MDB depois de 52 anos. As versões que tentam justificar a mudança são desencontradas, mas estão concentradas na crise em família. O que houve, na verdade? Onde foi que se quebrou a histórica aliança de Henrique/Garibaldi Filho?

União mais do que histórica, era uma vida política, pública e emocional. Não há versões, desculpe, há um fato só. Conversei com Garibaldi na véspera do Natal (2021), como sempre faço há mais de cinquenta anos. Nos congratulamos, desejamos muitas alegrias, muito sucesso e eu até o parabenizei pelo artigo que ele publicou na Tribuna do Norte sobre o Monsenhor Expedito. No início de janeiro, fui surpreendido quando eu li uma declaração dele rompendo comigo politicamente e até familiarmente. Foi difícil acreditar o que eu estava lendo, mas a minha relação com o Garibaldi foi e é tão boa, é tão histórica, é tão emocional, é de tanta gratidão recíproca, que eu resolvi superar esse assunto.

Mas, o que houve na verdade que levou ao rompimento político e familiar?

Eu aprendi ouvindo muito meu pai que dizia: meu filho, a boa política se faz com respeito e sem medo. Depois que o judiciário nacional me fez justiça e me trouxe de volta, livre de um processo que eu sabia que era inocente, eu não tenho ódio de nada. Estou de cabeça erguida, com muita consciência e com muita fé, e assim eu vou buscar um novo Rio Grande do Norte. Esse é o espírito que existe dentro de mim. Então, como disse antes, resolvi superar esse assunto, mantendo todo o respeito que tenho por Garibaldi.

Quando o senhor deixou o MDB, depois de 52 anos…

(interrompeu) Não deixei o MDB, fui deixado por esse momento que vive o MDB.

Voltando à pergunta: o senhor disse, na nota de despedida, que o MDB do Rio Grande do Norte se apequenou. Por quê?

Antes de responder, deixe eu agradecer a gentileza de você me receber aqui no Jornal de Fato, um jornal de tanta tradição e respeito em Mossoró e todo o Rio Grande do Norte. Veja, as coisas vinham acontecendo, prazos eleitorais importantes estavam se exaurindo, como o da mudança e filiação a partidos (janela partidária encerrada em 1º de abril), e o partido não me dizia nada. Naturalmente, eu precisava saber qual seria a nominata para deputado federal do MDB, de que forma eu poderia contribuir com as relações que eu construí ao longo desses mais de 50 anos, mas não recebi nenhum retorno, nenhuma informação. O MDB num momento tinha o vice da governadora de Fátima Bezerra; noutro momento, de repente, iria indicar o vice do Ezequiel Ferreira (presidente da Assembleia Legislativa) em oposição à Fátima. O MDB nunca foi assim. Eu queria entender o que estava acontecendo para me posicionar como sempre eu fiz, mas, lamentavelmente, não recebi nenhuma resposta do partido. Essa arrumação estadual que eu não conseguia entender com clareza, hora aqui, hora acolá, me fez perceber que o MDB deixou de me ouvir, de me ver e de falar comigo. E quem não fala e não vê o outro é porque não quer a presença do outro. Vi nesse momento que o MDB estadual se apequenou.

Deixar o MDB onde o senhor viveu todas as suas emoções na vida pública desde jovem e por mais de 50 anos deve ter sido um momento difícil…

Foi com muito sofrimento e, talvez, a mais difícil da minha vida. Aqui é um desabafo: passei três dias e três noites tentando redigir o provável momento de minha saída do MDB e não conseguia. Xingava, rasgava, rascunhava, me emocionava e até que chegou o dia fatal. Naquele momento, eu recebia a atenção e o respeito de seis partidos que, através de suas lideranças nacionais me convidavam. Era o respeito de todos a minha história, mas eu tinha uma decisão para tomar, como eu disse, com muito sofrimento, muita dor no coração, mas tive que fazer. O MDB é como se fosse uma tatuagem no meu corpo, uma tatuagem bonita. Essa casa do MDB era tão generosa, tão grandiosa, que eu ajudei a fazer com minhas próprias mãos, desde menino, à época com 22 anos, lutando contra a ditadura e pela democracia no Brasil, de repente mudou. O partido grandioso, sempre aberto para o diálogo, sempre democrático, sempre generoso, sempre fraterno, não conversa mais, não ouve mais, não fala, não vê. Então, eu aqui eu falo de sentimentos que uniam o MDB, do querer bem, do respeito. Mas, esse é um episódio que eu resolvi virar a página pelo imenso carinho que tenho por Garibaldi. Eu não consigo querer mal porque é uma vivência de 52 anos, ele sabe como eu sei que ele sabe o que passamos juntos. Não é possível chegar agora e ver outro Garibaldi. Não consigo enxergar outro Garibaldi. Respeito, viro a página, vamos pra frente, e desejo a ele e a todos boa sorte.

O senhor fala que é hora de buscar o novo Rio Grande do Norte. Esse novo é representado por sua pré-candidatura a deputado federal?

Eu acho que hoje, todos nós, sobretudo a geração nova, os jovens que estão chegando, e eu até aproveito a oportunidade para pedir ao jovem de 15 a 18 anos se filiar até o dia 4 de maio, porque é muito importante essa energia nova para transformar o RN e o Brasil. Então, a gente sempre busca o melhor e não é a relação priorizar a minha candidatura, até porque você não é candidato de si mesmo. Isso aí a vida me ensinou também. Eu não quero ser deputado porque já fui deputado 11 vezes, mas, sim, por entender o que eu ainda posso oferecer ao nosso estado e ao país. Acho que temos o reconhecimento do eleitor. A minha décima primeira eleição foi a que eu tive mais votos, isso é um dado importante, como é que você chega à décima primeira consecutiva eleição e tem mais voto do que em todas as outras? Eu recebi 189 mil votos. Então, não é por isto, porque eu fui presidente da Câmara, porque eu fui líder do MDB na época com 82 deputados federais, por seis vezes, todos por aclamação, que quero voltar. Não é essa visão egoísta, pequena, que me motiva. Tudo que eu vivi, tudo que a vida me deu, eu só tenho a agradecer. Mas eu quero saber se aquilo que eu ouço, não sei se por generosidade ou por reconhecimento, eu poderia fazer mais. Então, eu estou ouvindo as pessoas quando venho a Mossoró, quando vou ao Seridó, quando vou caminhar pelo Oeste. Procuro ouvir o que eu ainda posso ajudar com a minha experiência, com relacionamentos que eu tenho, com tudo o que eu pude aprender da vida pública. Esse projeto não é vontade pessoal, nem egoísmo ou uma ambição qualquer. Quem decidirá são os meus amigos, minhas amigas, o “Bacurau” da bandeirinha verde, que eu não consigo esquecer; tá dentro de mim e nas minhas mãos. Essas pessoas e os novos que eu quero encontrar, amigos novos que eu quero fazer, eles decidirão o que querem mais de Henrique Eduardo Alves.

A sua candidatura a deputado federal, provavelmente, baterá de frente com a de Garibaldi Filho, que também tentará se eleger à Câmara. Até pouco tempo, seria inimaginável um enfrentamento eleitoral entre o senhor e Garibaldi. Como o senhor vai encarar essa realidade?

Não há como ir para o enfrentamento com Garibaldi. O meu respeito por ele é muito grande, o meu carinho por ele continua o mesmo. Ele pode ter se distanciado de mim, mas emocionalmente eu não me distancio dele porque é uma vida e não acaba assim. Então, não haverá uma disputa entre nós dois. Desejo boa sorte a Garibaldi para que ele possa convencer os seus eleitores, e eu vou tentar convencer os meus.

Mas, é impossível não ter uma disputa entre o senhor e Garibaldi na base eleitoral do verde bacurau…

Eu herdei a minha formação política e homem público de um homem extraordinário, visionário. Eu lembro quando aos 21 anos meus amigos foram ao Rio de Janeiro para me dizer que a luta de Aluízio Alves não poderia parar. Naquele momento, a violência da ditadura estava a mil. A minha família caçada pela ditadura militar, meu pai, meus tios Garibaldi Alves e Agnelo Alves. Os amigos querendo que eu continuasse a luta. O meu pai não queria que eu passasse o que ele estava passando, sofrendo com a ditadura muito cruel, muito desumana. Mas, eu vi o olhar dele pra mim em alguns momentos e percebi que ele queria que eu dissesse sim. Aí eu disse, eu vou. Naquele momento, ele me entregou a bandeira dele, me abençoou e disse: meu filho, continue a minha luta. Foi o início de uma longa caminhada e hoje essa esperança que ele semeou eu quero manter viva no Rio Grande do Norte. Sem qualquer ressentimento ou mágoa de quem quer que seja, eu estou pronto para continuar. Eu sei o que eu vivi e o que eu vivi não me diminuiu; engrandeceu-me. Hoje, eu sou mais forte do que ontem, porque é uma força que vem lá de dentro da alma, da sua fé na justiça, do sentimento das pessoas. Então, vou perguntar: vocês acham que eu ainda posso ajudar ao meu estado? Se me disserem sim, eu vou oferecer toda a minha experiência, determinação e trabalho, porque eu devo tudo ao povo do Rio Grande do Norte. Essa é a minha determinação e não passa por qualquer enfrentamento com Garibaldi.

O PSB, seu novo partido, apoia a reeleição da governadora Fátima Bezerra, que terá o seu primo e desafeto político Walter Alves como vice. O senhor terá dificuldades de apoiar a chapa que pode levar Walter ao governo estadual?

O meu foco agora é a possível candidatura minha a deputado federal. Volto a dizer, eu vou ouvir meus amigos, as pessoas que eu posso e vou reencontrar, essa juventude que chega vibrante querendo participar, essa será a nossa missão. Eu quero conversar, mostrar para aos jovens a importância de participar do processo. Vou dizer que eles têm da família, têm trabalho, têm responsabilidades, e na hora que eles não participam das eleições, deixam que outros participem por eles, e isso não é certo. Eu quero dialogar, tentar convencer as pessoas ou ser convencido por elas sobre o momento de decidir o futuro do país. Com relação à chapa majoritária, pra você ter ideia, eu não falo com a governadora Fátima há meses. Com todo respeito que tenho pela governadora, fui seu colega na Câmara, no Congresso Nacional, entendo que ainda não chegou a hora para abrir esse diálogo, até porque eu também não julgo o caminho que ela está definindo. Vamos aguardar o que vai acontecer. Eu sempre fui, e é um dos orgulhos que tenho, homem de partido, que respeita as decisões do partido. Quero até lamentar o que o MDB está fazendo com Simone Tebet, honrada senadora, uma pessoa da melhor qualidade, que colocou seu nome à disposição para disputar a Presidência da República. O partido precisou dela, a convocou e ela aceitou, e hoje eu não vejo ninguém no partido defendendo a sua candidatura. Eu fico estranhando e triste porque ninguém do MDB defende o nome da sua pré-candidata a presidente. Essas coisas enfraquecem os partidos porque os partidos têm que ter coerência, têm que ter projeto, eu não vejo projeto amplo para o Rio Grande do Norte. Eu acho que a discussão de espaço pra mim, espaço pra você, visto hoje, não tem importância e não acrescenta absolutamente nada.

Vou insistir: O senhor apoiará a chapa com a presença de Walter Alves, que é visto como o pivô da crise entre o senhor e Garibaldi? Isso causa incômodo?

Não me causa incômodo. Eu acho que o importante é procurar no momento certo o melhor para o Rio Grande do Norte, independente de nomes. O que interessa ao futuro governo são propostas, ideias, independente de nome. O que será colocado em debate é o que o novo governo ou governo a continuar fará para melhorar a vida das pessoas. Emprego, renda, empreendedorismo, questão ambiental que é tão importante no Brasil e no Rio Grande do Norte devem ser colocados em debate. Acho que é muito mais importante ideias, projetos, mostrar a cara e aquilo que quer fazer do que se discutir eventuais nomes em chapas de A, B ou C.

A governadora Fátima Bezerra caminha para ter dois Alves em sua chapa, algo inédito na disputa majoritária no Rio Grande do Norte. Como o senhor vê essa possibilidade?

Cada vez mais, a verdade faz bem às pessoas. Isso leva a um resultado melhor, então, a chapa deve ser explicada ao eleitor. Eu vejo críticas de correligionários do próprio PT em relação a isso, mas se tiver um bom projeto a apresentar à população, a chapa pode partir para o convencimento, que é necessário. A chapa tem Carlos Eduardo, do PDT, que tem Ciro Gomes candidato a presidente, adversário de Lula que é o candidato da governadora. O MDB, que está na chapa, também tem candidata à presidência da República, que é a senadora Simone Tebet. Essas questões devem ser encaradas porque cada vez mais o eleitor brasileiro vai exigir clareza, transparência, verdade. Os partidos terão que justificar porque isso, porque aquilo, qual é a razão disso, qual é a razão daquilo, pra que depois não se arrependa do que fez. As pessoas têm que ter capacidade de convencer ou de serem convencidas. Acho que esse momento de sobrenomes deve ser tratado com respeito ao cidadão-eleitor. Acho que temos que falar sobre a boa política e não tratar o debate sobre a velha ou a nova política, hoje, a dificuldade que temos. Não quero nominar A nem B, nem C, porque eu não quero particularizar, mas o Brasil hoje vive um clima de intolerância, de radicalismo, de polarização, e isso é muito ruim. O Brasil não é isso, o Brasil não foi isso, o Brasil não quer isso.

Como o senhor vê o cenário político e eleitoral do RN?

Muito confuso. Talvez seja o estado que tenha mais demorado a definir candidaturas majoritárias. No Ceará, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, já tem candidaturas ao governo bem definidas. Aqui, esse cenário demorou muito a se construir. Quanto tempo se esperou, por exemplo, pela candidatura da oposição? Quanto tempo ficou aguardando a candidatura a governador de Ezequiel Ferreira, que teria Walter Alves como vice? Até hoje tem questionamentos. Isso gera um cenário muito confuso. A governadora Fátima está fazendo a sua parte, fazendo o seu trabalho, procurando as suas alianças, é o papel dela, mas eu fico pensando na cabeça do eleitor, do cidadão, dos jovens, sobretudo o que estão pensando nesse momento… Eles estão apoiando o atual governo, estão gostando do governo, estão criticando o governo, acham que é melhor continuar ou mudar? Eu fico imaginando o que passa na cabeça do eleitor, do cidadão, da cidadã.

Mas, essa inquietação do cidadão-eleitor é natural no estágio de pré-campanha, o senhor não acha?

Com a experiência que tenho, consigo entender essa inquietação, mas temos uma indecisão muito acentuada. As pesquisas revelam um número de indecisos assombroso para deputado federal e estadual, chegando a bater os 90 por cento. Acho isso ruim para a democracia porque se gera insegurança. Mas, ainda tem tempo e eu espero que isso possa mudar nos próximos dias quando o cenário ficará mais claro na cabeça dos eleitores.

O senhor não acha que dificuldade para definição de cenário é consequência da mudança de regra de disputa proporcional com fim das coligações e a possibilidade de federações partidárias?

Temos hoje 33 partidos no Congresso Nacional, não há democracia que se fortaleça com esse grande número de partidos. Como é que você vai obter o consenso, o convencimento e uma média consensual, digamos assim, para aprovar projetos importantes para o País com 33 partidos? Eu fui a favor de acabar com coligações proporcionais porque eu acho que está na hora de cada partido mostrar a sua origem, o que pensa, o que quer, com clareza, transparência. Então, acabou a coligação para reduzir partidos e ter partidos mais fortes, mas aí as pessoas estão procurando partidos que viabilizem as suas candidaturas, as suas eleições, sem qualquer outro compromisso, é o que chamamos de oportunismo. Ulisses Guimarães dizia que partido não é hospedaria, que você troca de acordo com o que lhe oferece um quarto melhor, um espaço maior, janela com vista para o mar. O partido tem que ter cara, tem que ter uma ideia, tem que ter uma palavra, tem que ter um projeto, tem que conquistar assim.

O troca-troca de partido, que torna o político e a política sem identidade, ajuda a justificar o quadro de instabilidade e insegurança que vive o País?

Eu me preocupo muito com esse quadro de instabilidade. Acho que esse clima de conflito é muito grave. Esse conflito que rasga a Constituição que eu ajudei, que eu escrevi com a minha presença no Congresso Nacional, quando não há harmonia entre os Poderes, que é um dos itens fundamentais. Tudo isso é muito preocupante no Brasil de hoje. Veja as consequências, um dia a bolsa de valores sobe, no outro dia ela cai. Um dia, o dólar sobe, outro dia ele cai. Isto é fruto da insegurança jurídica dos investidores. A inflação dispara, tivemos agora em abril a inflação mais alta para o mês dos últimos 27 anos. Por que isto? Como o povo mais pobre está conseguindo sobreviver com essa inflação, com esses juros, com a energia cara, com o preço dos combustíveis em alta? Esse clima de radicalismo, que aí está, não pode ter vencedores e o Brasil ficar vencido. Eu espero, com a minha experiência, conseguir trazer boas ideias para expor ao Rio Grande do Norte e assim a gente conduzir o Estado para melhor caminho. É o povo que vai me dizer o que ele quer que eu siga, e que essas luzes possam chegar a toda classe política do meu estado.

O que o senhor espera que o povo do Rio Grande do Norte diga no seu retorno à vida pública?

O jovem com 22 anos hoje já é empreendedor, empresário, produtor, agricultor, já é pecuarista na vida. Eu, com 22 anos, em 1970, não era assim. Eu lembro quando eu cheguei à Câmara dos Deputados, com essa idade, entrava no elevador repetidas vezes e tinha que me identificar, mostrar a carteirinha de parlamentar repetidas vezes, e ainda não acreditavam. Essa experiência que eu adquiri ao longo desse tempo, com derrotas, vitórias, alegria e dores, eu sei o que eu passei. Tive a prisão preventiva mais absurda, mais criminosa do país porque não tinha uma condenação e de repente vivi o que eu vivi, mas graças a Deus eu saí de coração limpo. Consegui cicatrizar as feridas, mas isso em certo momento dá uma revolta muito grande. Perguntava: por que eu estou aqui, por que estou preso se não cometi crime, nem tenho condenação? Mas, graças a Deus chega a hora da justiça e o judiciário nacional me inocentou, me absorveu. Isso me deu uma alegria interior muito grande e saí de cabeça erguida. Essa fase da minha vida me fez uma pessoa muito experiente, uma pessoa bem melhor. Quem não se levantou já alguma vez em sua vida, seja em que ramo for? O importante é você saber que pode se levantar como eu me levantei. Primeiro, não adianta guardar rancor, ódio, ressentimento, porque você fica escravo daquilo. A outra pessoa não está nem sabendo que você está se escravizando de ódio, tendo raiva, não querendo encontrar. É um caminho absolutamente errado, sobretudo na política. Eu volto a dizer, você tem política na política, tem política no trabalho, tem política na família, tem política em tudo. Mas, na hora que você vai falar em nome de uma conjuntura, de uma representatividade, você não pode errar, porque está falando não só por você, mas por milhares de pessoas que você representa. Então, eu espero que esse momento eu possa trazer essa minha experiência, a minha vivência de erros, acertos, alegrias, tristezas, vitórias, derrotas para perguntar se eu ainda posso contribuir na Câmara Federal aos meus amigos, minhas amigas, meus novos amigos, minhas novas amigas, meu querido Bacurau.

https://defato.com/politica/101539/henrique-alves-o-mdb-deixou-de-me-ouvir-me-ver-e-de-falar-comigo

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Eleições 2022 no RN: partidos definem chapas para deputado federal. Vejam os nomes

Os partidos políticos fazem as contas sobre o potencial de voto de cada pré-candidato as oito vagas de deputado federal no Rio Grande do Norte, mas as principais legendas já estão, praticamente, com as chapas montadas para as eleições de outubro, com a definição de apenas uma federação, reunindo PT, PV e PC do B.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pré-candidatos a deputado federal

Nominatas prévias para disputa das vagas na Câmara dos Deputados no Rio Grande do Norte por partidos

Federação do PT/PV/PC do B:
Natália Bonavides, Fernando Mineiro, Petrônio Spinelli, Samanda Alves, José Emerson Francelino, Fernando da Antifa (PT), Milklei Leite, Elma Souza (PV), Pedro Gorki e Tércia Leda (PC do B).

MDB:
Garibaldi Filho, Heliane Duarte, Pio X Fernandes, Kaline Amorim, Iron Júnior, João Maria de Paiva, Marina Trindade, Fabricio Torquato, Mara Cavalcanti.

Solidariedade:
Kelps Lima, Francisco de Assis Souto, Lawence Amorim, Ana Paula Araújo, Nilda Silva da Cruz, Igor Targino, Gilvan Alves, Salismar Correia.

PSB:
Rafael Motta, Henrique Eduardo Alves, Diego Américo, Pablo Aires, Janeayre Souto, Léo Souza, Isabel Medeiros e Tatiana Pires.

União Brasil:
Benes Leocádio, Carla Dickson, Paulo Freire e Sandra Rosado.

Republicanos:
Jaime Calado, Marcia Maia, Victor Hugo, Diogo Silva, Fernandinho das Padarias, Saúde Paiva, Adão Eridan, Raiane Cartaxo.

PL:
João Maia, General Girão, Robinson Faria e Roberta Lacerda.

PP:
Beto Rosado e Mara Costa, Major Brilhante, Jeronimo do Sertão, Karla Veruska, José Lins, Kericles Alves.

PSDB:
Kleber Fernandes, Michael Borges, Abidene Salustino, Gideon Ismaias, WBiranilton Pezão, Assis do Hospital, Estácio Rubinstein, Júlia Ferreira, Wanderleya Firmino, Delkiza Cavalcanti.

Tribuna do Norte

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RN está há mais de 1 semana sem óbitos por covid-19

Nenhum óbito registrado nas últimas 24h, há sete dias. Neste mês de abril/2022 foram registrados 4 óbitos por Covid-19 no estado

Aumento dos casos motivou a recomendação – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta sexta-feira (22). São 502.618 casos totalizados. Na quinta-feira (21) eram contabilizados  502.605, ou seja, 13 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 02 confirmados nas últimas 24 horas.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 8.168. Nenhum óbito registrado nas últimas 24h, há sete dias. Neste mês de abril/2022 foram registrados 4 óbitos por Covid-19 no RN.

A Sesap não registrou óbitos após resultados de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores. Óbitos em investigação são 1.469.

Recuperados são 492.134. Casos suspeitos somam 517 e descartados são 944.403. Estimativa de casos em acompanhamento: 2.316.

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EZEQUIEL, O ator que enganou todo mundo, está de volta à cena

O presidente da Assembleia Legislativa do RN, deputado Ezequiel Ferreira articulou sua candidatura ao governo do Estado, montou a chapa da oposição, desistiu na mesma intensidade e não precisou dar nenhuma palavra pública sobre tudo o que ocorreu.

É um malabarista da política potiguar. Ele jogou com a oposição estando escalado no time do governo; jogou com o governo já dentro do vestiário da oposição. Todos os envolvidos sabem o que aconteceu. Mas Ezequiel parecia manipular tudo isso através de mímica, sem expressar nenhuma vogal.

Atuar no governo e na oposição de forma simultânea não é para qualquer um. Precisa ser um profissional. E Ezequiel é. Deu dribles em Fátima e Rogério Marinho como Neymar faz com os zagueiros, deixando-os atônitos e sem ação. Se tentar se mexer, é pior. Até em Garibaldi, Ezequiel deu o famoso ‘drible da vaca’, aquela situação em que o gingado do corpo desequilibra o zagueiro e até o faz cair no chão sem ação.

Ezequiel jogou com todos. Jogou com o governo, estando na oposição, fazendo parecer que iria enfrentar Fátima nas urnas com um discurso de adversário; jogou com a oposição, alimentando o sonho de uma chapa competitiva, mesmo sabendo que não entraria em campo.

Malabarista, mágico, hipnótico, mímico, ator… Ezequiel Ferreira foi de tudo um pouco em sua pseudo-candidatura viúva Porcina, aquela que foi, sem nunca ter sido. Ou seja: Ele foi candidato, com direito a ter até um vice que aceitou o convite e um ex-ministro que formaria chapa como senador. Foi, sem de fato nunca ter sido.

Ele conseguiu enganar a todos: Os que sonharam com ele na oposição; e os governistas, que se assombraram com o pesadelo de não tê-lo mais como aliado anfíbio, presidindo um partido cobra de duas cabeças, saboreando uma sobremesa agridoce sem nunca ter degustado o prato principal.

Em seu teatro político, Ezequiel fez a classe política potiguar rir e chorar ao mesmo tempo. Uns, comemoraram a desistência; enquanto outros, lamentavam. E ele, o ator protagonista de toda a encenação, saía de cena para tratar de uma ‘diverticulite’. A cortina fechou e ninguém mais havia falado em Ezequiel. Um silêncio que ajudou em sua cura.

Alguns dias após a oposição anunciar em classificados de jornal “procura-se um candidato”, Ezequiel volta ao cenário como se nada houvesse acontecido.

Ele tem o poder e o condão de ‘resetar’ tudo, de zerar o jogo e de apagar o filme todo que protagonizou.

Ezequiel voltou.

Os demais atores que lutem!!!

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Oposição quer definir nome ao governo em duas semanas

Conversas pontuais continuam ocorrendo entre partidos oposição a respeito de um posicionamento político em relação às eleições de 2022 no Rio Grande do Norte. A esperada reunião entre os presidentes e líderes partidários, que deveria ter ocorrido ontem, foi adiada para a próxima semana, mas já há quem defenda que uma definição acerca de uma pré-candidatura a governador precisa ocorrer dentro de duas semanas.

Líder do partido Solidariedade na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Kelps Lima, afirma que o principal critério de escolha, seja convidar alguém que, realmente, “queira ser candidato” a governador. “Não adianta mais chamar alguém que tem dúvida, não dá mais tempo”, diz o parlamentar, que presidiu a CPI da Covid na Assembleia e se destaca como um dos deputados mais críticos à gestão da governadora Fátima Bezerra (PT).

O deputado Kelps Lima defende que partidos de oposição construam uma candidatura única para enfrentar a governadora do Estado, um nome consensual em torno do “sentimento popular de desaprovação, que hoje é majoritário, à governadora Fátima Bezerra”.

Para Kelps Lima, é possível que essa reunião entre os presidentes de partidos de oposição ocorra nesta segunda-feira (11), para começar a discutir um programa mínimo comum de governo “e no máximo em 15 dias” ter anunciado o nome que mais agrega como pré-candidato a governador. “Tem que colocar quem quer ser, candidatura majoritária é uma tarefa hercúlea”, repetiu o deputado, que não disputa a reeleição e tentará uma cadeira de deputado federal e, prioritariamente, já vinha apoiando a pré-candidatura a governador do ex-prefeito de Olho d-Agua dos Borges, Brenno Queiroga, que em 2018 já havia obtido mais de 106 mil votos para governador pelo mesmo SOLIDARIEDADE.

A oposição capitaneada pelo PL, que já tem o ex-ministro Rogério Marinho como pré-candidato ao Senado Federal, conta com pouco mais de 100 dias – antes do inicio do período de duas semanas para as convenções partidárias, para apresentar um eventual candidato a governador. As convenções para homologação de candidatos majoritários e proporcionais ocorrerão entre 20 de julhgo e 05 se agosto.

A TRIBUNA DO NORTE entrou em contado com alguns partidos, que confirmaram o adiamento da reunião. O presidente estadual do União Brasil, ex-senador José Agripino, estava voltando do Rio de Janeiro, ontem, e tinha delegado ao deputado federal Benes Leocádio, recém-filiado ao partido, representá-lo nas conversas com o ex-ministro Rogério Marinho, que é pré-candidato a senador e estaria coordenando esse diálogo entre as legendas oposicionistas.

José Agripino já havia afirmado à TN, na quarta-feira (06), que se dispõe a participar das conversas, mas sem “alinhamento automático” com qualquer grupo político. “Não vou aderir a nenhum grupo sem saber das intenções e o que pretende”, resumia.

O PL também confirmou, por intermédio de sua assessoria de imprensa, que não foi possível realizar, ontem, o encontro da oposição.

No meio da semana, Rogério Marinho também havia dito que a mudança dos rumos do Estado deve unir partidos de oposição na escolha do candidato a governador. “O que nos une é a vontade de tirar o Estado da situação na qual se encontra, com esse pacto de mediocridade [do atual governo]. Veja que passamos dois anos sem aula presencial, então, imagine a catástrofe para as crianças que não tiveram o conteúdo dado no tempo adequado”, atacava o ex-ministro.

Tribuna do Norte

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Agripino diz que cumpriu sua missão, mas trajetória política e administrativa reforça assédio para disputar o governo

O presidente regional do União Brasil, ex-senador José Agripino Maia tem afirmado que acredita ter cumprido sua missão como governador do Rio Grande do Norte. No entanto, exatamente por conta da sua trajetória política e da experiência administrativa é que blocos de oposição estão reforçando o assédio ao seu nome em paralelo a manifestações populares espontâneas, para voltar ao protagonismo majoritário na atual conjuntura.

“Muito honrado com as manifestações dos amigos. Acho que minha missão está cumprida e o que pretendo é continuar a ajudar o RN que já me deu tanto, com a eleição de pelo menos 2 federais e 3 estaduais que me respaldarão nas lutas que pretendo continuar em defesa dos interesses do nosso povo”, ressaltou no contato como portal Gazeta do Oeste.

O União Brasil, pelas mãos do ex-governador José Agripino, formatou nominatas expressivas nos rumos da Assembleia Legislativa e da Câmara dos Deputados, e vive um momento de efervescência que lhe permite chegar com amplitude em todo o estado.

Em busca de um nome que possa fazer frente competitiva a governadora Fátima Bezerra (PT) e tenha respaldo para à assegurar a unidade, é que a oposição tenta trazer Agripino ao contexto majoritário. Mas que isso, tendo como farol administrações aprovados através do apelo popular.

O ex-senador José Agripino governou o Rio Grande do Norte nos período de 15 de maio de 1986/15 de março de 1987 e de 15 de março de 1991/2 de abril de 1994.

Como marcas entre ações de cunho social e obras estruturantes, estão 1500 km de asfalto, a criação do polo turístico de Natal, Projeto Curral, Projeto Pau Amarelo, Hospital Regional Tarcísio Maia, Rodoviária de Mossoró, mais de 5.000 casas populares ( Conjunto José Agripino no bairro Sato Antônio em Mossoró, Hospital Santa Catarina em Natal, Trem urbano Natal Ceará Mirim e Natal Parnamirim, entre outras ações marcantes.

Além disso, dentro de uma visão futurista em relação à saúde, o então governador José Agripino dobrou o índice de domicílios com saneamento no Estado.

Já em relação à convivência positiva com os servidores ele declarou: “Em um ano botei em dia os salários que estavam 2 meses e meio em atraso. O atual governo, decorridos mais de três anos ainda não conseguiu completar a atualização. E a única coisa que fala é que botou os salários em dia”, alfinetou.

Nos últimos dias o ex-governador José Agripino tem mantido contatos em todo o estado e recebido lideranças políticas para discutir o futuro do Rio Grande do Norte.

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Petistas vão acionar conselho de Ética contra deputado do RN que empunhou arma e desafiou Lula

A deputada estadual Isolda Dantas (PT) confirmou, na manhã desta sexta-feira (8), que ela e o deputado Francisco do PT vão acionar o Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte contra o deputado Coronel Azevedo (PL). A confirmação foi dada durante entrevista ao Tribuna Livre, da Jovem Pan News Natal (93,5 FM).

Deputada Isolda Dantas confirmou que vão representar contra Coronel Azevedo
Deputada Isolda Dantas confirmou que vão representar contra Coronel Azevedo

Na quinta-feira (7), também no Tribuna Livre, Coronel Azevedo criticou a declaração do ex-presidente Lula em evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na segunda-feira (4), quando o ex-presidente sugeriu que a militância sindical procure deputados e seus familiares na casa deles para pressionar a favor de propostas que interessam ao setor em um eventual governo petista, a partir de 2023. Com uma arma em punho, Azevedo chamou Lula a ir à casa do parlamentar e também ao seu gabinete.

Para Isolda Dantas, a postura de Coronel Azevedo não a surpreende. A deputada afirmou que a declaração foi uma tentativa de polemizar e de seguir a linha de parlamentares federais que tomaram atitudes semelhantes recentemente.

“Azevedo fica imitando outros parlamentares federais. Essa brabeza toda ele deveria utilizar quando era policial e foi comandante da PM. Esse tipo de atitude de Azevedo me surpreende pouco. Ele já protagonizou muitos chiliques lá na Assembleia. Falta de decoro, de liturgia… A gente só lamenta e acha que o deputado cometeu crime quando faz apologia à violência, ameaça. Acho que tem uma tentativa de criminalização das nossas ideias”, disse Isolda Dantas.

Para a parlamentar, a declaração de Lula não incentivou violência e foi distorcida por adversários. O ex-presidente, segundo ela, reforça diariamente a necessidade de manifestações pacíficas.

“Isso é tema para a Justiça revolver. Vamos entrar com uma representação na comissão de ética porque não é possível um deputado agir dessa forma, termina sendo reflexo do que vivemos no país. Nós não temos medo de ameaça não. Já derrotamos a ditadura e vamos lutar pela democracia”, disse Isolda Dantas.

Tribuna do Norte

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Pré-candidato ao governo do RN Haroldo Azevedo cumpriu agenda em Acari/RN

O pré-candidato Haroldo Azevedo cumpriu agenda pelo Seridó onde deu entrevista na 95 FM de Currais Novos e Cabugi do Seridó, em Jardim do Seridó. A noite foi recebido para uma conversa com membros do DIREITA CONSERVADORA DO SERIDÓ (DCS) em Acari, também estiveram presentes os pré-candidatos Jerônimo do Sertão (Dep. Federal) e o Cabo Alexandre Cazuza (Dep. Estadual).

Júnior Buriti, presidente do DCS considerou a reunião muito proveitosa, além de ouvir as propostas dos pré-candidatos, a reunião foi importante para reunir a militância bolsonarista em um forte bloco, fundamental para o desenvolvimento da direita na cidade de Acari.

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Vice de Robinson Faria diz que está preparado pra ser candidato a governador

Cotado pela oposição para ser candidato a governador nas eleições de 2022, o ex-vice-governador e ex-deputado estadual Fábio Dantas (Solidariedade) admitiu nesta quarta-feira (6) que pode aceitar disputar a eleição contra Fátima Bezerra (PT), mas desde que os grupos de oposição se unam em torno da candidatura dele.

Apesar de destacar que o Solidariedade já tem um pré-candidato – o ex-prefeito Brenno Queiroga, de Olho d’Água do Borges –, Fábio Dantas enfatizou que é preciso união em torno de um único projeto em 2022, e que ele está apto para a disputa.

“Precisamos ter um sentimento de unificação. Eu faço parte de um partido político, que é o Solidariedade. O partido é muito orgânico, organizado e tem um candidato, que é Brenno Queiroga. Votei nele em 2018. Agora, como eu disse, desafio é combustível para os meus sonhos. Se eu for convocado pelo partido e se a sociedade resolver que governar o Estado é muito mais do que disputar uma eleição, eu estou apto a ser candidato”, afirmou, em entrevista à 96 FM.

Ele reforçou: “Se eu for convocado e a oposição se unir em torno do meu nome, eu aceitarei sim a candidatura”.

Vice-governador de 2015 a 2018, durante a gestão de Robinson Faria, Fábio Dantas declarou que está “preparado” para ser governador do Estado.

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