Angicos: vereadora é presa em flagrante durante operação do MPRN que apura desvios de combustíveis

Vereadora foi presa por peculato e por armazenar combustível em desacordo com as exigências estabelecidas em leis. Ela foi encaminhada à cadeia feminina de Mossoró

Angicos: vereadora é presa em flagrante durante operação do MPRN que apura desvios de combustíveis
Uma vereadora de Angicos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (1º) durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão da operação Combustão II, deflagrada nas primeiras horas do dia pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). A vereadora, que já ocupou o cargo de secretária de Saúde do município, foi presa por peculato e por armazenar gasolina em desacordo com as exigências estabelecidas em leis. Ela foi conduzida à cadeia feminina de Mossoró, onde aguardará decisão judicial.

O crime de peculato se configurou pelo fato de a vereadora ter se apossado de veículos e de combustível da Prefeitura, mesmo não sendo mais secretária municipal. Na casa dela, foram apreendidos dois galões de 20 litros cada contendo gasolina.

O MPRN deflagrou a operação Combustão II com o objetivo de combater um esquema de desvios de combustíveis no âmbito da Prefeitura Municipal de Angicos. Há evidências de venda de combustível pela Prefeitura a particulares e de abastecimento de carros particulares de agentes públicos às custas do Município. A operação teve o apoio da Polícia Militar.

A investigação que resultou na operação Combustão II foi iniciada em 2018. Paralelamente à instauração do procedimento, surgiu notícia anônima de esquema já conhecido na cidade de Angicos, de desvio de combustíveis, por frentistas e agentes públicos.

Esse mesmo esquema fraudulento foi alvo da operação Combustão, deflagrada pelo MPRN em outubro de 2018. A suspeita à época era que um posto de combustíveis era palco de crimes cometidos por agentes públicos locais no que se refere ao fornecimento de combustível por parte Prefeitura de Angicos.

Além da prisão em flagrante, a operação Combustão II cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, sendo dois deles em Secretarias da Prefeitura de Angicos. Ao todo, 6 promotores de Justiça, 12 servidores do MPRN e 32 policiais militares atuaram na ação. As provas coletadas serão analisadas e remetidas ao Poder Judiciário, para que, oportunamente, seja avaliado o ajuizamento de ação penal.

Operação prende 11 pessoas e 1 suspeito morre em confronto com a polícia no Oeste potiguar

Prisões de suspeitos de tráfico de drogas aconteceram em Patu. Operação foi realizada pela Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal.

Por G1 RN

04/08/2020 08h26  Atualizado há 54 minutos


Operação prende 11 pessoas e 1 suspeito morre em confronto com a polícia no Oeste potiguar — Foto: Polícia Militar/Divulgação
Operação prende 11 pessoas e 1 suspeito morre em confronto com a polícia no Oeste potiguar — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Uma operação conjunta da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia penal prendeu 11 pessoas em Patu, no Alto Oeste, na manhã desta terça-feira (4). Os presos são suspeitos de tráfico de drogas. Foram apreendidas armas, munições e drogas. Um suspeito morreu em confronto com a polícia.

A operação chamada de ‘Colheita’ tinha como objetivo cumprir 13 mandados de prisão na cidade. Um dos alvos conseguiu fugir. No momento das abordagens um dos suspeitos reagiu e morreu em confronto com a polícia.

A ação teve o apoio do sistema prisional para transferência imediata dos presos.

Pelo menos 50 pessoas são presas em festa na praia por descumprirem decreto de isolamento social no RN

Segundo a Polícia Militar que atendeu a ocorrência na Praia de Santa Rita, em Extremoz, outras 50 pessoas conseguiram fugir.

Por G1 RN

13/06/2020 10h37  Atualizado há 7 horas

Grupo foi conduzido à Plantão da Zona Norte — Foto: PMRN/Divulgação

Cerca de 50 pessoas foram presas durante uma festa na Praia de Santa Rita, em Extremoz, município da Região Metropolitana de Natal, na madrugada deste sábado (13). As pessoas estavam descumprindo o decreto do Governo do Rio Grande do Norte que estabelece normas de distanciamento social para evitar a propagação da Covid-19.

Os policiais militares do 4º Batalhão receberam uma denúncia de moradores da região que estavam sendo perturbados pelo som alto. Ao chegarem no local, os PMs encontraram cerca de 100 pessoas que participavam de uma festa clandestina. O barulho partia de dois carros que foram apreendidos junto com uma porção de cocaína.

De acordo com os policiais, metade do grupo conseguiu fugir. Apesar da fuga, pelo menos 50 pessoas, entre homens e mulheres, foram presas e conduzidas para a Delegacia de Plantão da Zona Norte. Todas as pessoas foram autuadas e assinaram Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por causa do descumprimento ao decreto estadual de enfrentamento à Covid-19.

Todos deverão responder pelo artigo 268 do Código Penal, que sanciona com multa e detenção aqueles que infringirem determinação do poder público destinada a impedir a introdução ou a propagação de doença contagiosa.

Todos foram autuados e assinaram TCO — Foto: PMRN/Reprodução

Pedido de prisão de Sara Winter está redigido na PGR

MPF deve adotar providências contra militante bolsonarista que ameaçou o ministro Alexandre de Moraes

Por Robson Bonin 31 maio 2020, 20h17 – Publicado em 31 maio 2020, 20h12

A influencer Sara Winter, que ganhou notoriedade por liderar um grupo de aloprados bolsonaristas em Brasília, será alvo, nos próximos dias, de uma denúncia do Ministério Público Federal por ter ameaçado de morte o ministro Alexandre de Moraes.

Relator do inquérito das fake news no STF, Moraes assinou os mandados de busca da operação que mirou 29 alvos do esquema bolsonarista de fake news, na semana passada.

Sara, por liderar um bando paramilitar que ensaiava coreografias musicais na frente do Supremo, teve celulares e outros pertences apreendidos na ação.

Depois disso, ela ameaçou Moraes, como mostrou o Radar. “Não vão me calar, de maneira nenhuma. Pelo contrário.. Pois agora..Pena que ele mora em São Paulo. Se morasse aqui já estava na frente da casa dele convidando para trocar soco comigo. Queria trocar soco com esse fdp (xingamento), esse arrombado. Infelizmente, não posso. Pois me aguarde, sr. Alexandre de Moraes. Nunca mais vai ter paz na sua vida. Descobrir os lugares que o senhor frequenta. Vamos infernizar sua vida, até o senhor pedir para sair. Hoje o sr. tomou a pior decisão da sua vida”, diz Sara Winter no vídeo, gravado após a ação da PF na sua residência.

Fontes da PGR, ouvidas pelo Radar, dizem que a procuradoria já cobrou o procurador encarregado do caso, no Distrito Federal, pela demora em apresentar a denúncia contra a militante bolsonarista e pedir providências. “A minuta do pedido de prisão preventiva dessa Sara Winter está até redigida aqui na PGR e já foi enviada ao procurador. A PGR aguarda apenas que o procurador tome providências”, diz um investigador ao Radar.

A última da influencer e seus colegas foi um ato com tochas na frente do STF, neste sábado. Nas redes sociais, a estética do protesto foi comparada à de marchas nazistas na década de 1930 na Europa, às manifestações lideradas pelo grupo supremacista branco Ku Klux Klan e aos atos racistas de Charlotesville em 2017 – estas duas últimas nos EUA.

A ativista bolsonarista Sara Winter realiza protesto contra o Supremo Tribunal Federal Twitter/Reprodução

Aplicativo policial ajudará na identificação de carros roubados

Checagem de boletins de ocorrência e mandados também será possível

Publicado em 25/05/2020 – 15:56 Por Pedro Ivo de Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Criado para aumentar a eficácia e a segurança de agentes policiais que fazem abordagens e atendem a população, o aplicativo Agente de Campo, desenvolvido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), começa a ser utilizado hoje (25) em três estados: Acre, Pará e Tocantins.

A nova ferramenta é fruto de um projeto maior de uso de inteligência artificial e Big Data pelas forças policiais, e passará a auxiliar agentes das polícias Civil e Militar durante rondas e missões de campo.

“Vamos aumentar a eficiência do trabalho policial e, ao mesmo tempo, minimizar os riscos para os nossos agentes. Durante uma abordagem, o policial terá a possibilidade de checar os dados dos veículos, os nomes dos suspeitos e ter mais segurança, saber com quem está lidando. A demanda da segurança pública está cada vez maior, e o efetivo não acompanha essa necessidade social. Com essa ferramenta, a eficiência dos agentes será muito maior”, afirma o Wellington Silva, secretário Nacional de Segurança Pública do MJSP.

Durante o primeiro mês, o aplicativo será usado por 201 policiais selecionados. A plataforma será usada em caráter de testes, e será disponibilizada para uso geral de agentes de segurança a partir de junho. Apenas agentes cadastrados poderão ter acesso à base de dados, que disponibilizará boletins de ocorrência, mandados em geral e as fichas de registro dos automóveis (placa, chassi e nome do proprietário).

Big Data

Segundo Wellington Silva, o aplicativo é apenas uma pequena parte dos esforços do MJSP para usar a tecnologia da informação no refinamento do trabalho policial. “Temos outras 14 etapas do projeto em andamento. Ainda neste ano, poderemos acompanhar, por exemplo, o atendimento de viaturas que foram deslocadas pelo serviço 190, de atendimento de emergência. A autoridade policial será notificada por meios digitais da necessidade de atendimento, das viaturas enviadas para o local e a urgência do chamado”.

“O agente que já está na rua poderá ter acesso às informações que seriam passadas por rádio ou indo diretamente à delegacia sem necessidade de deslocamento ou perda de tempo. O aparelho celular que ele usa terá esse aplicativo e ele recebe as notificações em tempo real. É o uso da tecnologia para a efetividade da segurança”, complementou.

Segundo nota emitida pelo MJSP, o investimento feito em infraestrutura digital deverá chegar a R$ 32 milhões nos próximos 3 anos. O ministério informa que dará prioridade para “facilitar a integração e a análise de grandes volumes de dados na segurança pública.”

Operação da PF prende no RN e PB integrantes de facção que planejava ataque a servidores públicos

Mandados foram cumpridos na manhã desta quinta-feira (14) em Natal, Pau dos Ferros e João Pessoa.

14/05/2020 09h58  Atualizado há 3 horas


Operação da Polícia Federal no Rio Grande do Norte cumpre mandados em João Pessoa, nesta quinta-feira (14) — Foto: Walter Paparazzo/G1

Uma operação deflagrada na manhã desta quinta-feira (14) pela Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado, coordenada pela Polícia Federal, cumpriu 4 mandados de prisão preventiva e 9 de busca e apreensão em Natal, Pau dos Ferros, e João Pessoa, capital da Paraíba. Os alvos da ação estariam planejando ataques a servidores públicos federais no Rio Grande do Norte. De acordo com a corporação, a Operação Flare teve objetivo de desarticular a célula de liderança local de uma facção criminosa paulista que atua no estado.

O G1 questionou a Polícia Federal quem seriam os servidores alvos da ação dos criminosos e quais suas funções, mas a PF não informou.

Os mandados judiciais foram expedidos pela 8ª Vara Federal em Mossoró, no Oeste potiguar. Segundo a PF, as investigações revelaram que os suspeitos, além de possuírem envolvimento em ações criminosas, com utilização de armas de fogo, planejavam ataques a servidores públicos federais no Estado. Eles também teriam aprovado a execução de diversos homicídios, alguns com requinte de crueldade.

Os investigados também teriam atuação com tráfico de drogas, roubos, tráfico e comércio clandestino de arma de fogo, sempre buscando a expansão territorial das áreas de dominância da facção em diversas localidades do Rio Grande do Norte.

Segundo a PF, todos os presos possuem antecedentes criminais, alguns deles, inclusive, se encontravam foragidos da Justiça, enquanto um outro era monitorado por tornozeleira eletrônica.

Operação da Polícia Federal no Rio Grande do Norte cumpre mandados em João Pessoa, nesta quinta-feira (14) — Foto: Walter Paparazzo/G1

Ainda de acordo com a corporação, a mesma cooperativa criminosa tentou promover ataques dentro do sistema prisional potiguar em 2019, incentivando a violência contra integrantes de facções rivais e estimulando o confronto com forças policiais do Rio Grande do Norte. O caso foi investigado pela Operação Extração, deflagrada em setembro pela Força-Tarefa coordenada pela PF. Em virtude dessa articulação, cinco membros da cúpula da organização criminosa foram transferidos para o Sistema Penal Federal em março de 2020.

Operação da Polícia Federal no Rio Grande do Norte cumpre mandados em João Pessoa, nesta quinta-feira (14) — Foto: Walter Paparazzo/G1

Valeixo diz que Bolsonaro queria trocá-lo por alguém com “mais afinidade

Declarações do ex-diretor-geral da Polícia Federal complicam a situação do presidente Jair Bolsonaro no inquérito aberto pelo Supremo para investigar as declarações de Moro


RS Renato Souza postado em 11/05/2020 16:31 / atualizado em 11/05/2020 19:42

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

O delegado Maurício Valeixo, ex-diretor-geral da Polícia Federal, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro queria tirá-lo do comando da corporação para colocar no lugar alguém com quem ele tivesse “mais afinidade”. Em depoimento à PF nesta segunda-feira (11/5), ao qual o Correio teve acesso, Valeixo declarou que o chefe do Executivo não apresentou motivos técnicos para fazer a troca.

depoimento durou quase sete horas. Valeixo foi ouvido por dois delegados e três procuradores. Ele confirmou que não pediu demissão, o que complica a situação do presidente Jair Bolsonaro, acusado por Sergio Moro de tentar interferir na PF.

O presidente afirmou que Valeixo tinha pedido a exoneração e essa informação chegou a ser publicada no Diário Oficial da União. Além de Valeixo, que foi ouvido em Curitiba, prestam depoimento também, mas em Brasília, os delegados Ricardo Saadi, ex-superintendente do Rio; e Alexandre Ramagem, que é próximo da família Bolsonaro e chegou a ser nomeado para o comando da corporação, mas que teve a posse barrada por decisão do ministro Alexandre de Morares, do Supremo Tribunal Federal.

Polícia Militar detém homem testado positivo da covid-19 na fila da caixa em Assú

Da redação – Uma guarnição da polícia militar foi até o centro da cidade de Assú, na manhã desta sexta-feira, 08 de Maio de 2020, deter um homem infectado com o coronavírus, pós exame testou positivo para a doença. Segundo informações do Major Maxmiliano Luiz, comandante do 10º BPM, confirmou ao ASSÚ NOTÍCIA, a detenção do homem, que estava na fila da caixa econômica federal, para ser atendido.

O paciente infectado recebeu voz de prisão e foi conduzido para à delegacia da polícia civil, onde nesse momento estão sendo feito os procedimentos cabíveis diante da situação. 

A vigilância sanitária do município também participou da ação de condução do paciente para a delegacia. O Major Maxmiliano, disse que ainda não sabe como haverá a punição para o paciente, pois o delegado que fará os procedimentos, se dá prisão em flagrante ou Termo Circunstanciado de Ocorrência – TCO.

Informações Assú Notícia

PF prende foragido que levou 94 milhões de cruzeiros no ‘maior roubo da história do Rio Grande do Norte’ há quase 40 anos

A Polícia Federal prendeu nesta terça, 3, em Cobé, distrito de Vera Cruz, na Região Metropolitana de Natal, um agricultor foragido da Justiça e condenado a 36 anos de reclusão.

03/03/2020

Foto: Reprodução

Ele integrou a quadrilha que roubou malotes de dinheiro contendo 94 milhões de cruzeiros que seguiam pela RN-117, em 1982, para trabalhadores rurais inscritos no Plano de Emergência contra a Seca.

O roubo aconteceu entre os municípios de Caraúbas e Olho D´Água dos Borges, na região oeste potiguar. O crime é o maior da história do Rio Grande do Norte e um dos maiores do País, diz a PF. O roubo ficou conhecido como ‘Roubo da Emergência’.

A prisão se deu em razão do cumprimento de um mandado judicial expedido pela 14ª Vara Federal do Rio Grande do Norte. O homem preso pela Polícia Federal também foi condenado por participar do homicídio de quatro pessoas que resultou na morte de uma criança de seis anos.

Após passar por exame de corpo de delito, ele foi transferido para o Sistema Prisional do Rio Grande do Norte, à disposição da Justiça, onde deverá cumprir a pena.

O Estadão

Dois homens morrem após confronto com a PM no Oeste potiguar

Caso aconteceu na manhã deste domingo (23) em Apodi, durante operação para segurança no carnaval. Em Angicos, tenente da PM sofreu garrafada.

Por G1 RN

23/02/2020 08h32  Atualizado há uma hora


Dois homens morrem após confronto com PMs em Apodi, RN — Foto: PM/Divulgação
Dois homens morrem após confronto com PMs em Apodi, RN — Foto: PM/Divulgação

Dois homens ainda não identificados oficialmente morreram após entrar em confronto com policiais na manhã deste domingo (23) em Apodi, na região Oeste potiguar. De acordo com a Polícia Militar, a dupla reagiu a uma abordagem durante a operação de rescaldo das festas de carnaval que começaram na noite de sábado (22) e se prologaram pela madrugada.

De acordo com a PM, os criminosos tinham feito um assalto em uma casa por trás da maternidade da cidade, por volta das 6h40. Eles foram avistados pela equipe da PM e tentaram fugir. Durante a perseguição, ainda de acordo com a PM, os dois começaram a atirar nos policiais, que revidaram.

No confronto, os dois foram baleados e morreram. Ainda de acordo com a PM, ambos os suspeitos foram apontados por cometerem cinco assaltos do sábado para o domingo em Apodi, tendo sido reconhecidos por algumas vítimas.

Drogas, uma arma e materiais que tinham sido roubados foram apreendidos e levados à delegacia.

Garrafada

Em Angicos, um tenente da Polícia Militar sofreu uma garrafada durante a operação de segurança do carnaval, na noite de sábado (22). De acordo com a corporação, ele passa bem. Dois suspeitos foram presos.