Presidente do STJ concede prisão domiciliar ao prefeito do Rio

Marcelo Crivella será monitorado por tornozeleira eletrônica

Publicado em 22/12/2020 – 22:55 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, concedeu hoje (22) prisão domiciliar ao prefeito afastado do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. Pela decisão, Crivella será monitorado por tornozeleira eletrônica e está proibido de manter contato com terceiros e de falar ao telefone. Ele também deverá entregar aparelhos telefônicos, computadores e tablets às autoridades.

Na manhã de hoje, Crivella foi preso por determinação da desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A prisão do prefeito e de outros investigados foi realizada em ação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e da Polícia Civil, como desdobramento da Operação Hades, que apura corrupção na prefeitura da cidade e tem como base a delação do doleiro Sergio Mizrahy.

Na decisão, o presidente do STJ entendeu que Crivella pode cumprir medidas cautelares diversas da prisão. “Não obstante o juízo tenha apontado elementos que, em tese, justifiquem a prisão preventiva, entendo que não ficou caracterizada a impossibilidade de adoção de medida cautelar substitutiva menos gravosa”, afirmou o presidente da corte.

No habeas corpus, a defesa de Crivella afirmou que a prisão é ilegal e uma demonstração de criminalização da política. “A prisão foi decretada com base em presunções genéricas e abstratas, desamparadas de qualquer base legal, sendo certo que o prefeito terá sua inocência demonstrada no curso do processo.”, declararam os advogados.

Ao chegar à Cidade da Polícia após ser preso, o prefeito atribuiu a sua prisão a uma perseguição política. “Perseguição política. Lutei contra o pedágio ilegal e injusto, tirei recursos do carnaval, negociei com o VLT. Foi o governo que mais atuou contra a corrupção no Rio de Janeiro”, afirmou.

Médico é afastado após respirador que sumiu de UPA em Natal ser anunciado em site de vendas, diz polícia

Segundo a delegada do caso, as investigações apontaram que o anúncio foi feito pelo profissional da saúde.

Por Leonardo Erys, G1 RN

10/12/2020 18h49  Atualizado há 21 minutos


A UPA da Cidade da Esperança durante pandemia em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/InterTV Cabugi
A UPA da Cidade da Esperança durante pandemia em Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/InterTV Cabugi

Um médico foi afastado de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Natal depois de um respirador mecânico portátil sumir e ser anunciado em um site de vendas na internet. O caso foi confirmado pela Polícia Civil.

A investigação do Departamento de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro começou em junho, após denúncias recebidas por gestores da própria unidade de saúde.

À polícia, eles contaram que logo após o desaparecimento do respirador, encontraram um equipamento semelhante sendo anunciado num site de vendas.

Os policiais civis, então, buscaram a identificação do anunciante.

“Chegamos nos dados desse anunciante e tomamos conhecimento de que se tratava de um médico, que trabalhava no município, só que em outra unidade, não na que foi feita a denúncia”, explicou a delegada Karla Viviane.

“Quando nós chegamos lá, e passamos a ouvir os gestores dessa segunda unidade de saúde, eles informaram que também teriam percebido o desaparecimento do mesmo tipo de equipamento”.

A delegada explicou que, nesta segunda unidade de saúde, após o início das investigações da Polícia Civil, o respirador mecânico reapareceu “num contexto em que o médico investigado estava presente” e uma semana após ter sumido.

“Conseguimos o objetivo da operação, que era recuperação do objeto, que é essencial para o momento que a gente vive. E conseguimos, juntamente com a gestão municipal, que esse profissional fosse afastado de serviço junto a essas unidades de saúde”, disse Karla Viviane.

Em junho, mês em que o caso foi registrado, o Rio Grande do Norte viveu o seu pior momento da pandemia de Covid-19 até aqui, chegando a ter 96,50% de leitos críticos para a doença ocupados e registrando 22.887 novos casos de coronavírus – o maior aumento em um mês. As UPAs chegaram a ter mais de 200% de ocupação no período.

Segundo a delegada, as investigações do caso continuam. Os passos seguintes do inquérito, no entanto, não foram detalhados.

A Polícia Civil acredita que a primeira denúncia registrada também se referia respirador mecânico que foi encontrado. O órgão não citou qual a UPA que teve o equipamento roubado.

Procurada, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) disse, através da assessoria de imprensa, que não vai se pronunciar: “Solicitamos que a investigação ocorresse em sigilo, por esse motivo não vamos nos pronunciar”.

A pasta também não confirmou se o profissional continua afastado das funções.

Pendências: Após sair de um bolão de vaquejada jovem é assassinado

Nas primeiras horas da manhã deste domingo, 06 de dezembro, a polícia militar do destacamento da cidade de Pendencias, que teria acontecido um crime de homicídio na rua Felix Rodrigues, próximo ao posto de saúde.

Ao chegar no local, a guarnição constatou a veracidade das informações, um jovem estava já sem vida caído ao solo, vítima de disparos de arma de fogo, trata-se de Wallison Canuto de Souza Evangelista, residente na zona rural da cidade de Carnaubais.

Uma equipe de saúde do município, esteve no local, mais o jovem já estava sem vida.

Populares informaram que Wallison estava em um bolão de vaquejada no município de Pendências, e quando saiu foi seguido por alguns elementos. No local do crime, uma casa foi atingidas pelos disparos.

Wallison, tinha passagem pela policia e foi preso recentemente com drogas juntamente com outro elemento no dia 10 de outubro de 2020, na RN que liga Carnaubais a Porto do Mangue. RELEMBRE

Fonte: Focoelho 

Modelo de 14 anos desaparece misteriosamente pela madrugada; pais ficaram em choque com o que viram no quarto

Emily Dias foi vista pela última vez pedindo socorro de dentro de um automóvel que empreendeu fuga, diz a mãe.

Foto/Reprodução

A Polícia Civil está investigando o desaparecimento da menina Emily Dias, de 14 anos. A adolescente desapareceu misteriosamente na madrugada deste sábado, dia 21 de outubro, na cidade de Itanhaém, que fica no litoral de São Paulo. A vítima foi vista pela última vez por volta das 4h e, desde então, a família não tem mais nenhum contato.

Para o G1, Dayane Dias, mãe da adolescente, conta que acordou durante a madrugada com os latidos dos cães de estimação.

Quando chegou na janela, percebeu um automóvel empreendendo fuga.

Na sequência, perceberam que a maçaneta da porta de entrada da casa havia sido arrombada.

Quando o pai de Emily Dias foi até o quarto da filha, deparou-se com uma cena arrasadora: a menina já não estava mais lá.

De imediato, a família fez um nexo com os acontecimentos anteriores, e logo chegaram à conclusão de que a adolescente certamente havia sido raptada pelo automóvel que flagraram

Para os investigadores, os pais disseram que mantinham um ótimo relacionamento com Emily, motivo pelo qual não suspeitam que a adolescente tenha fugido de casa.

Além disso, a mãe se recorda de ter ouvido a filha dando gritos de dentro do automóvel, clamando por socorro.

A vítima faz trabalhos como modelo mirim, e já atuou em novelas.

De acordo com a mãe, ela estava sem celular, e nenhum item de seu quarto foi levado, como roupas ou demais acessórios. “A gente está desesperado, a gente não está fazendo mais nada a não ser procurar a Emily, não sabemos o que está por trás. Estamos desesperados”, disse a mãe

Fonte: Diário Vip

Angicos: vereadora é presa em flagrante durante operação do MPRN que apura desvios de combustíveis

Vereadora foi presa por peculato e por armazenar combustível em desacordo com as exigências estabelecidas em leis. Ela foi encaminhada à cadeia feminina de Mossoró

Angicos: vereadora é presa em flagrante durante operação do MPRN que apura desvios de combustíveis
Uma vereadora de Angicos foi presa em flagrante na manhã desta terça-feira (1º) durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão da operação Combustão II, deflagrada nas primeiras horas do dia pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). A vereadora, que já ocupou o cargo de secretária de Saúde do município, foi presa por peculato e por armazenar gasolina em desacordo com as exigências estabelecidas em leis. Ela foi conduzida à cadeia feminina de Mossoró, onde aguardará decisão judicial.

O crime de peculato se configurou pelo fato de a vereadora ter se apossado de veículos e de combustível da Prefeitura, mesmo não sendo mais secretária municipal. Na casa dela, foram apreendidos dois galões de 20 litros cada contendo gasolina.

O MPRN deflagrou a operação Combustão II com o objetivo de combater um esquema de desvios de combustíveis no âmbito da Prefeitura Municipal de Angicos. Há evidências de venda de combustível pela Prefeitura a particulares e de abastecimento de carros particulares de agentes públicos às custas do Município. A operação teve o apoio da Polícia Militar.

A investigação que resultou na operação Combustão II foi iniciada em 2018. Paralelamente à instauração do procedimento, surgiu notícia anônima de esquema já conhecido na cidade de Angicos, de desvio de combustíveis, por frentistas e agentes públicos.

Esse mesmo esquema fraudulento foi alvo da operação Combustão, deflagrada pelo MPRN em outubro de 2018. A suspeita à época era que um posto de combustíveis era palco de crimes cometidos por agentes públicos locais no que se refere ao fornecimento de combustível por parte Prefeitura de Angicos.

Além da prisão em flagrante, a operação Combustão II cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, sendo dois deles em Secretarias da Prefeitura de Angicos. Ao todo, 6 promotores de Justiça, 12 servidores do MPRN e 32 policiais militares atuaram na ação. As provas coletadas serão analisadas e remetidas ao Poder Judiciário, para que, oportunamente, seja avaliado o ajuizamento de ação penal.

Operação prende 11 pessoas e 1 suspeito morre em confronto com a polícia no Oeste potiguar

Prisões de suspeitos de tráfico de drogas aconteceram em Patu. Operação foi realizada pela Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal.

Por G1 RN

04/08/2020 08h26  Atualizado há 54 minutos


Operação prende 11 pessoas e 1 suspeito morre em confronto com a polícia no Oeste potiguar — Foto: Polícia Militar/Divulgação
Operação prende 11 pessoas e 1 suspeito morre em confronto com a polícia no Oeste potiguar — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Uma operação conjunta da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia penal prendeu 11 pessoas em Patu, no Alto Oeste, na manhã desta terça-feira (4). Os presos são suspeitos de tráfico de drogas. Foram apreendidas armas, munições e drogas. Um suspeito morreu em confronto com a polícia.

A operação chamada de ‘Colheita’ tinha como objetivo cumprir 13 mandados de prisão na cidade. Um dos alvos conseguiu fugir. No momento das abordagens um dos suspeitos reagiu e morreu em confronto com a polícia.

A ação teve o apoio do sistema prisional para transferência imediata dos presos.

Pelo menos 50 pessoas são presas em festa na praia por descumprirem decreto de isolamento social no RN

Segundo a Polícia Militar que atendeu a ocorrência na Praia de Santa Rita, em Extremoz, outras 50 pessoas conseguiram fugir.

Por G1 RN

13/06/2020 10h37  Atualizado há 7 horas

Grupo foi conduzido à Plantão da Zona Norte — Foto: PMRN/Divulgação

Cerca de 50 pessoas foram presas durante uma festa na Praia de Santa Rita, em Extremoz, município da Região Metropolitana de Natal, na madrugada deste sábado (13). As pessoas estavam descumprindo o decreto do Governo do Rio Grande do Norte que estabelece normas de distanciamento social para evitar a propagação da Covid-19.

Os policiais militares do 4º Batalhão receberam uma denúncia de moradores da região que estavam sendo perturbados pelo som alto. Ao chegarem no local, os PMs encontraram cerca de 100 pessoas que participavam de uma festa clandestina. O barulho partia de dois carros que foram apreendidos junto com uma porção de cocaína.

De acordo com os policiais, metade do grupo conseguiu fugir. Apesar da fuga, pelo menos 50 pessoas, entre homens e mulheres, foram presas e conduzidas para a Delegacia de Plantão da Zona Norte. Todas as pessoas foram autuadas e assinaram Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por causa do descumprimento ao decreto estadual de enfrentamento à Covid-19.

Todos deverão responder pelo artigo 268 do Código Penal, que sanciona com multa e detenção aqueles que infringirem determinação do poder público destinada a impedir a introdução ou a propagação de doença contagiosa.

Todos foram autuados e assinaram TCO — Foto: PMRN/Reprodução

Pedido de prisão de Sara Winter está redigido na PGR

MPF deve adotar providências contra militante bolsonarista que ameaçou o ministro Alexandre de Moraes

Por Robson Bonin 31 maio 2020, 20h17 – Publicado em 31 maio 2020, 20h12

A influencer Sara Winter, que ganhou notoriedade por liderar um grupo de aloprados bolsonaristas em Brasília, será alvo, nos próximos dias, de uma denúncia do Ministério Público Federal por ter ameaçado de morte o ministro Alexandre de Moraes.

Relator do inquérito das fake news no STF, Moraes assinou os mandados de busca da operação que mirou 29 alvos do esquema bolsonarista de fake news, na semana passada.

Sara, por liderar um bando paramilitar que ensaiava coreografias musicais na frente do Supremo, teve celulares e outros pertences apreendidos na ação.

Depois disso, ela ameaçou Moraes, como mostrou o Radar. “Não vão me calar, de maneira nenhuma. Pelo contrário.. Pois agora..Pena que ele mora em São Paulo. Se morasse aqui já estava na frente da casa dele convidando para trocar soco comigo. Queria trocar soco com esse fdp (xingamento), esse arrombado. Infelizmente, não posso. Pois me aguarde, sr. Alexandre de Moraes. Nunca mais vai ter paz na sua vida. Descobrir os lugares que o senhor frequenta. Vamos infernizar sua vida, até o senhor pedir para sair. Hoje o sr. tomou a pior decisão da sua vida”, diz Sara Winter no vídeo, gravado após a ação da PF na sua residência.

Fontes da PGR, ouvidas pelo Radar, dizem que a procuradoria já cobrou o procurador encarregado do caso, no Distrito Federal, pela demora em apresentar a denúncia contra a militante bolsonarista e pedir providências. “A minuta do pedido de prisão preventiva dessa Sara Winter está até redigida aqui na PGR e já foi enviada ao procurador. A PGR aguarda apenas que o procurador tome providências”, diz um investigador ao Radar.

A última da influencer e seus colegas foi um ato com tochas na frente do STF, neste sábado. Nas redes sociais, a estética do protesto foi comparada à de marchas nazistas na década de 1930 na Europa, às manifestações lideradas pelo grupo supremacista branco Ku Klux Klan e aos atos racistas de Charlotesville em 2017 – estas duas últimas nos EUA.

A ativista bolsonarista Sara Winter realiza protesto contra o Supremo Tribunal Federal Twitter/Reprodução

Aplicativo policial ajudará na identificação de carros roubados

Checagem de boletins de ocorrência e mandados também será possível

Publicado em 25/05/2020 – 15:56 Por Pedro Ivo de Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Criado para aumentar a eficácia e a segurança de agentes policiais que fazem abordagens e atendem a população, o aplicativo Agente de Campo, desenvolvido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), começa a ser utilizado hoje (25) em três estados: Acre, Pará e Tocantins.

A nova ferramenta é fruto de um projeto maior de uso de inteligência artificial e Big Data pelas forças policiais, e passará a auxiliar agentes das polícias Civil e Militar durante rondas e missões de campo.

“Vamos aumentar a eficiência do trabalho policial e, ao mesmo tempo, minimizar os riscos para os nossos agentes. Durante uma abordagem, o policial terá a possibilidade de checar os dados dos veículos, os nomes dos suspeitos e ter mais segurança, saber com quem está lidando. A demanda da segurança pública está cada vez maior, e o efetivo não acompanha essa necessidade social. Com essa ferramenta, a eficiência dos agentes será muito maior”, afirma o Wellington Silva, secretário Nacional de Segurança Pública do MJSP.

Durante o primeiro mês, o aplicativo será usado por 201 policiais selecionados. A plataforma será usada em caráter de testes, e será disponibilizada para uso geral de agentes de segurança a partir de junho. Apenas agentes cadastrados poderão ter acesso à base de dados, que disponibilizará boletins de ocorrência, mandados em geral e as fichas de registro dos automóveis (placa, chassi e nome do proprietário).

Big Data

Segundo Wellington Silva, o aplicativo é apenas uma pequena parte dos esforços do MJSP para usar a tecnologia da informação no refinamento do trabalho policial. “Temos outras 14 etapas do projeto em andamento. Ainda neste ano, poderemos acompanhar, por exemplo, o atendimento de viaturas que foram deslocadas pelo serviço 190, de atendimento de emergência. A autoridade policial será notificada por meios digitais da necessidade de atendimento, das viaturas enviadas para o local e a urgência do chamado”.

“O agente que já está na rua poderá ter acesso às informações que seriam passadas por rádio ou indo diretamente à delegacia sem necessidade de deslocamento ou perda de tempo. O aparelho celular que ele usa terá esse aplicativo e ele recebe as notificações em tempo real. É o uso da tecnologia para a efetividade da segurança”, complementou.

Segundo nota emitida pelo MJSP, o investimento feito em infraestrutura digital deverá chegar a R$ 32 milhões nos próximos 3 anos. O ministério informa que dará prioridade para “facilitar a integração e a análise de grandes volumes de dados na segurança pública.”