Caso Marielle: investigadores querem escutar porteiro novamente

Os investigadores do assassinato da vereadora Marielle Franco e do seu motorista Anderson Gomes querem escutar novamente o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde os dois suspeitos do crime se encontraram no dia do assassinato.

Caso Marielle: investigadores querem escutar porteiro novamente

Por Congresso Em Foco em 4 de novembro de 2019

> Bolsonaro diz que pegou gravação de condomínio “antes que fosse adulterada”

A intenção é apurar se o funcionário do local cometeu falso testemunho ao afirmar que o ex-PM Élcio de Queiroz obteve autorização do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que também tem casa no condomínio, para entrar no espaço. As informações são do Globo.

De acordo com o porteiro, Élcio teria dito que ia para a casa 58, onde reside o presidente, no dia do assassinato da vereadora. Ele também comentou que uma pessoa que se identificou como “seu Jair” teria liberado a entrada do ex-PM.

A versão do funcionário do Vivendas da Barra, no entanto, foi contradita por registros da Câmara e pelo Ministério Público. Ainda deputado federal na época, Bolsonaro estava em Brasília no dia do crime. Além disso, as gravações dos áudios da portaria indicam que Élcio obteve a autorização do ex-sargento da PM Ronnie Lessa, também suspeito de ter assassinado Marielle.

Presidente conseguiu os áudios

O presidente Bolsonaro contou neste sábado (2) que pegou os áudios das ligações realizadas entre a portaria e as casas do condomínio, antes que as gravações fossem “adulteradas“, mas não explicou quando teria retirado os arquivos da portaria.

A fala provocou reações na oposição, que planeja protocolar uma representação contra o presidente por obstrução de Justiça.

Após recusarem proposta, policiais civis do RN podem paralisar atividades hoje

Os policiais civis do Rio Grande do Norte vão se reunir nesta segunda-feira, 4, a partir das 8h, na sede do sindicato da categoria (Sinpol-RN), para discutirem uma possível paralisação das atividades em todo o Estado. Na última quinta-feira, 31, eles recusaram uma proposta apresentada pelo Governo para evitar o início do movimento grevista.

Segunda-feira, 04 de novembro de 2019 às 12h26

Categoria rejeitou, por unanimidade, a proposta apresentada pela gestão de Fátima Bezerra na última quinta-feira — Foto: José Aldenir/Agora Imagens.

“Infelizmente, esgotamos o prazo firmado em um termo de compromisso assinado pelo Governo que estabelecia este dia 31 de outubro como limite para conclusão dos trabalhos, objetivando o envio de um projeto para a Assembleia Legislativa. Porém, a proposta apresentada não foi criada levando em conta os pleitos apresentados pelo Sinpol. A categoria entendeu como desrespeito e decidiu rejeitar por unanimidade”, comenta Nilton Arruda, presidente do sindicato.

Em comunicado encaminhado a imprensa, o Governo disse ter considerado, na proposta apresentada aos policiais civis, a verticalização da carreira e a diminuição do interstício de promoção de cinco para três anos, iniciando a implantação a partir de março de 2020. Na ocasião, prometeu enviar o projeto de lei para a Assembleia Legislativa até o dia 18 de novembro. Como a proposta foi rejeitada, será preciso iniciar uma nova negociação.

De acordo com Nilton Arruda, os policiais civis deliberaram por exigir, a partir de agora, a presença da governadora Fátima Bezerra nas negociações. “O prazo acabou e, agora, é uma questão de vontade política. Os secretários já deixaram claro que não podem avançar mais. Então, ou a governadora assume a responsabilidade do cargo que ocupa e passa a negociar pessoalmente conosco ou infelizmente a mobilização terá continuidade”, concluiu.

Por Redação A Fonte

PF oferece delação premiada a Adélio Bispo, que nega e diz querer trabalhar

Bispo afirma que não tem o que relatar diferente do que já disse

Adélio Bispo, que deu uma facada em Jair Bolsonaro REPRODUÇÃO

POR GUILHERME AMADO – Época

31/10/19 – 16h29 | Atualizado: 31/10/19 – 17h25

A Polícia Federal ofereceu hoje um acordo de delação premiada a Adélio Bispo, o homem que esfaqueou Jair Bolsonaro no ano passado. A oferta, recusada por Bispo, foi feita durante um depoimento dado ao delegado da Polícia Federal Rodrigo Moraes Fernandes. Bispo recusou a oferta, dizendo que não tem o que relatar diferente do que já disse em Juízo: agiu sozinho e não seguiu a ordem de ninguém.

Segundo o advogado de Bispo, Marco Mejìa, o depoimento não teve valor jurídico, mas foi tomado com o objetivo de esclarecer dúvidas que a PF ainda tem. Um dos questionamentos da polícia foi sobre uma denúncia enviada por um preso dizendo que Bispo teria esfaqueado o então candidato atendendo a uma ordem vinda de dentro de um presídio. O preso que enviou a denúncias buscava abatimento de sua pena ao oferecer a informação.

“Adélio explicou que agiu sozinho e não seguiu nenhuma ordem. O depoimento foi bom para mostrar que nem os advogados nem ele somos contrários a ele fornecer qualquer informação”, afirmou Mejìa.

De acordo com o advogado, Bispo aparentava uma melhora de seu quadro psiquiátrico e teria saído da fase de surtos delirantes.

“Ele expressou que deseja trabalhar e disse estar melhorando.”

Bispo pediu para ser transferido para um presídio em Montes Claros, mas o advogado o aconselhou a permanecer em Campo Grande, onde está tendo tratamento psiquiátrico adequado e sua segurança está preservada.

Comando determina afastamento de policiais do 8° BPM envolvidos em morte de PM em Tacima, PB

Edmo Lima Tavares, de 36 anos, teria confundido policiais que estavam à paisana com bandidos

Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O comando Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte informou, na manhã desta quarta-feira (30), que determinou o afastamento dos policiais militares potiguares envolvidos em uma operação que resultou na morte de um colega PM da Paraíba, na tarde desta terça-feira (29) em Tacima, município paraibano.

A corporação afirmou que os policiais militares lotados no 8° Batalhão de Polícia Militar, sediado em Nova Cruz, foram à comunidade de Cachoeirinha, no município da Paraíba, à procura de um homem que tinha um mandado de prisão em aberto, expedido pela justiça do Rio Grande do Norte.

Ainda segundo a PM, durante a abordagem em via pública houve uma troca de tiros com um homem que estava com seu veículo próximo ao local. “Durante a contenda, o cidadão foi atingido e devidamente socorrido à unidade hospitalar mais próxima. Foi constatado posteriormente que se tratava de um Policial Militar do Estado da Paraíba”, informou ainda a corporação.

Após a constatação, o comandante do Policiamento do Interior e o comandante imediato dos Policiais Militares foram à cidade paraibana para acompanhar o desdobramento da ocorrência policial.

“Os policiais militares do Rio Grande do Norte foram ouvidos em procedimento policial gerado pela Polícia Civil/PB, onde apresentaram suas respectivas armas de fogo a autoridade policial. O Comando da PMRN determinou o afastamento dos PMs das suas funções e a instauração imediata de Inquérito Policial Militar objetivando apurar as circunstâncias dos fatos”, afirmou a corporação.

Investigação

Segundo informações do delegado seccional de Solânea e responsável pelo caso, Diógenes Fernandes, Edmo Lima Tavares, de 36 anos, teria confundido policiais que estavam à paisana com bandidos e atirado contra eles. Ainda de acordo com o delegado, a vítima vendia cestas básicas durante a folga, no distrito de Cachoerinha. Os três policiais militares do Rio Grande do Norte estavam à paisana, enquanto realizavam uma operação.

Quando desceu do carro em que estava, Edmo viu que os policiais estavam armados e os confundiu com bandidos. Ele atirou contra os PMs, que revidaram com vários tiros. O delegado informou também que a Polícia Militar do Rio Grande do Norte não comunicou a PM da Paraíba sobre a operação.

Caso Marielle: porteiro mentiu sobre ida de suspeito à casa de Bolsonaro

Procuradora confirmou que o funcionário que envolveu o nome do presidente no assassinato da vereadora não falou a verdade à Polícia Civil

Por Leandro Resende e Bruna Motta, do Rio de Janeiro 30 out 2019, 16h58 – Publicado em 30 out 2019, 16h15 – Por Veja

procuradora do Ministério Público Simone Sibilio, chefe do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), confirmou que o porteiro que envolveu o nome do presidente Jair Bolsonaro na morte da vereadora Marielle Franco mentiu em depoimento à Polícia Civil. De acordo com Simone, quem autorizou a entrada de Élcio de Queiroz no condomínio do presidente foi Ronnie Lessa, suspeito de ter feito os disparos.

Mais cedo, um investigador relatou a suspeita da mentira a VEJA. Foram prestados dois depoimentos. No primeiro, o porteiro disse que ligou para a casa de Bolsonaro. No segundo, confrontado com o áudio de sua conversa, manteve a versão, mas deixou dúvidas nas investigações em relação à veracidade das informações prestadas.

“As gravações comprovam que Ronnie Lessa é quem autoriza a entrada do Élcio. E, em depoimento, eles omitiram diversas vezes que estiveram juntos no dia do crime. O porteiro mentiu, e isso está provado por prova técnica”, afirmou Simone Sibilio.

Reportagem da TV Globo exibida nesta terça-feira, 29, citou o nome de Bolsonaro na investigação do caso Marielle Franco. De acordo com a matéria, a Polícia Civil do Rio de Janeiro teve acesso ao caderno de visitas do condomínio Vivendas da Barra, na Zona Oeste do Rio, onde têm casa o presidente e o ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado da morte da vereadora do PSOL. Conforme as informações divulgadas pelo JN, no dia 14 de março de 2018, horas antes do crime, o ex-PM Élcio de Queiroz, outro suspeito, teria anunciado ao porteiro do condomínio que iria visitar Jair Bolsonaro e acabou indo até a casa de Lessa.

Bolsonaro estava em Brasília no dia 14 de março de 2018 e registrou presença em duas sessões na Câmara, onde exercia o mandato de deputado federal, versão também mostrada pela reportagem.

Polícia prende novamente ex-governadores Rosinha e Garotinho

A Polícia Civil cumpriu hoje (30) mandados de prisão contra os ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony Garotinho e Rosinha Matheus. A decisão de prender os políticos foi tomada pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, que derrubou a liminar que concedia habeas corpus ao casal.

Publicado em 30/10/2019 – 07:23 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro

Os dois já haviam sido presos no início de setembro, por determinação da 2ª Vara Criminal da Comarca de Campos dos Goytacazes, mas foram soltos no dia seguinte, por um habeas corpus concedido pelo desembargador Siro Darlan, durante plantão judiciário.

Garotinho e Rosinha são acusados de fraudes em contratos celebrados entre a prefeitura de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, e a construtora Odebrecht para a construção de casas populares, durante os dois mandatos de Rosinha como prefeita da  cidade, entre 2009 e 2016.

Em nota divulgada ontem (29), o advogado de defesa do casal, Vanildo da Costa Júnior, informou que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão da 2ª Câmara Criminal.

“Ainda que se respeite a decisão proferida pela Segunda Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, não há como concordar com as razões de sua fundamentação. A ordem de prisão é ilegal e arbitrária, pautada apenas em suposições e conjecturas genéricas sobre fatos extemporâneos, que supostamente teriam ocorrido entre os anos 2008 e 2014. Acreditamos em sua modificação pelos tribunais superiores, para onde encaminharemos recurso”, diz a nota.

Garotinho foi governador do estado do Rio de Janeiro entre os anos de 1999 e 2002. Sua esposa, Rosinha, governou o estado de 2003 a 2006.

Mais informações na Radioagência Nacional:

Saiba mais

Edição: Graça AdjutoTags: Anthony GarotinhoRosinha MatheusprisãoJustiçamultimídia

Olha Isso: Homens roubam carne para fazer churrasco de aniversário e acabam presos no RN

Furto aconteceu por volta das 5h30 e foi gravado por câmeras de segurança de um estabelecimento dentro da Ceasa

Dupla roubou carnes para fazer churrasco de aniversário — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Dois homens roubaram, neste sábado (26), caixote com carnes da Central de Abastecimento (Ceasa) do Rio Grande do Norte, em Natal, e foram presos em seguida pela polícia. Segundo os policiais, um deles faz aniversário neste domingo (27) e a ideia era fazer um churrasco de comemoração com as carnes.

O furto aconteceu por volta das 5h30 e foi gravado por câmeras de segurança de um estabelecimento dentro da Ceasa. Os dois homens passaram empurrando carrinhos de transporte de mercadoria e pararam atrás do veículo em que estava a carne.

Eles aparecem no vídeo disfarçando, até o momento em que um deles abre a tampa da mala e retira o caixote. O automóvel pertence ao dono de um restaurante, que tinha acabado de comprar as carnes. De acordo com a polícia, as imagens das câmeras ajudaram na identificação e prisão da dupla.

Com informações do G1 RN

Collor é alvo de operação da Polícia Federal

A Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira (11) 16 mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao senador Fernando Collor (Pros-AL). A Operação Arremate investiga a suspeita de envolvimento de Collor em crime de lavagem de dinheiro na compra de imóveis em leilões públicos cujos valores somam, segundo a PF, R$ 6 milhões.

Por Congresso Em Foco em 11 de outubro de 2019

Os mandados são cumpridos em Maceió e Curitiba e foram autorizados pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os investigadores suspeitam que o ex-presidente tenha arrematado imóveis em leilões públicos em 2010, 2011, 2012 e 2016 com recursos de origem ilícita para ocultar bens e convertê-los em ativos lícitos. As compras, conforme a PF, eram feitas por meio de um “testa-de-terra”.

Além de lavagem, os envolvidos são acusados de corrupção, desvio de dinheiro público, falsificações e organização criminosa. Collor é réu na Operação Lava Jato. O Congresso em Foco não conseguiu localizar o senador.

Assaltante em fuga atira e mata jovem de 18 anos no bairro do Alecrim, em Natal

Crime aconteceu na tarde desta quarta-feira (18). Samu foi chamado, mas vítima morreu antes do socorro médico.

Por G1 RN

18/09/2019 15h06  Atualizado há uma hora


Vítima foi baleada na Avenida Coronel Estevam, no Alecrim — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi
Vítima foi baleada na Avenida Coronel Estevam, no Alecrim — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

Um jovem de 18 anos morreu ao levar um tiro disparado por um assaltante em fuga na tarde desta quarta-feira (18) no bairro do Alecrim, na Zona Leste de Natal. O rapaz teria corrido para tentar pegar os bandidos, quando um deles atirou. Arthur Lima de Oliveira ainda foi socorrido, mas não resistiu ao ferimento.

O disparo aconteceu na Avenida Coronel Estevam, uma das mais movimentadas do bairro, após os bandidos terem roubado uma loja. Pessoas que viram o crime gritaram, chamando a atenção de quem passava pelo local. Foi quando Artur, que é filho de um dos comerciantes da região, ouviu os gritos e correu para tentar pegar os bandidos.

De acordo com o pai do rapaz, um dos assaltantes se virou e atirou no filho dele.

Após o disparo, um dos assaltantes tentou fugir por dentro de uma escola, mas acabou preso. Já o comparsa, conseguiu escapar.

Boato

O Instituto Sagrada Família soltou uma nota para desmentir um boato que circulou pelas redes sociais, no qual diziam que havia ocorrido uma troca de tiros dentro da escola, o que, de fato, não aconteceu.

Segundo a escola, houve um assalto nas proximidades do colégio, mas sem o envolvimento de alunos ou funcionários do Instituto. “No meio do tumulto, pessoas buscaram abrigo na escola. Um dos assaltantes tentou fugir pelo colégio, mas foi contido por seguranças e preso pela Polícia Militar. O Instituto Sagrada Família reitera o compromisso com a segurança e o bem estar de alunos e funcionários e lamenta episódios tristes de violência como o registrado nesta tarde”.

Cinco mulheres e um homem são mortos em chacina na cidade de Touros, RN

Crime aconteceu na noite desta quarta-feira (21). Entre as vítimas estão duas adolescentes, uma de 13 e outra de 15 anos. Ninguém foi preso.

Por Anderson Barbosa e Acson Freitas, G1 RN e Inter TV Cabugi

22/08/2019 07h32  Atualizado há uma hora

Vítimas foram mortas em duas casas vizinhas, na Rua Praia de Touros, em Touros — Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi
Vítimas foram mortas em duas casas vizinhas, na Rua Praia de Touros, em Touros — Foto: Acson Freitas/Inter TV Cabugi

Cinco mulheres e um homem, quase todos da mesma família, foram mortos a tiros na noite desta quarta-feira (21) na cidade de Touros, no litoral Norte potiguar. Entre as vítimas, que estavam em duas casas vizinhas, estão duas adolescentes: uma de 13 e outra de 15 anos. Pelo menos 10 crianças estavam nos imóveis, mas não foram feridas. Ninguém foi preso.

Segundo a Polícia Militar, pelo menos quatro pessoas armadas de espingardas e pistolas participaram da chacina. Os bandidos chegaram em dois carros. Cada um parou na frente de uma casa, que tiveram os portões arrombados.

A PM foi chamada logo após os disparos. Buscas ainda foram feitas pela região, mas nenhum suspeito foi encontrado.

As vítimas

Das mulheres que foram assassinadas, a mais velha é Francisca de Assis de Melo, de 54 anos, mãe de Marise Melo da Costa, de 29, e Manoelle de Assis de Melo Costa, de 15, que também foram mortas. A vítima mais nova tinha apenas 13 anos. Chama-se Emilly Kaliane Melo da Silva, filha de Marise e neta de Francisca. A outra mulher executada foi identificada como Azinete Santos Costa, de 26 anos. O homem morto ainda não foi identificado.

Nas duas casas, segundo a polícia, havia pelo menos 10 crianças. As menores são dois bebês de 3 e 5 meses de vida. O mais velho tem 11 anos. Algumas delas brincavam na área de uma das casas quando os criminosos chegaram.

Os assassinos pouparam as crianças, que fugiram com medo. O Conselho Tutelar da cidade foi chamado pela polícia para fazer o acolhimento delas.

Capsulas de munições de grosso calibre e de pistola foram recolhidas durante a perícia. Ficou constatado que Francisca, além ter sido atingida por disparos, ainda chegou a ser esfaqueada.

A Polícia Civil de Touros trabalha para descobrir o que motivou as mortes.