PF prende em Portugal suspeito de invasão hacker ao TSE

Ataques criminosos ocorreram no primeiro turno das eleições

Publicado em 28/11/2020 – 14:59 Por Agência Brasil – Brasília

Operação coordenada pela Polícia Federal (PF) em parceria com a Polícia Judiciária Portuguesa prendeu neste sábado (28), em Portugal, um suspeito de envolvimento no ataque hacker ao sistema Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que divulgou dados do tribunal no dia do primeiro turno das eleições municipais.

Segundo a PF, o inquérito policial aponta que um grupo de hackers brasileiros e portugueses, liderados por um cidadão português, foi responsável pelos ataques criminosos aos sistemas do TSE no primeiro turno das eleições de 2020.

Estão sendo cumpridos, no Brasil, três mandados de busca e apreensão e três medidas cautelares de proibição de contato entre investigados nos estados de SP e MG. Além da prisão, em Portugal, é cumprido um mandado de busca e apreensão. As ações se desenvolvem com por meio da Operação Exploit.

Os mandados cumpridos no Brasil foram expedidos pelo Juízo da 1ª Zona Eleitoral do Distrito Federal, após representação efetuada pela Polícia Federal e manifestação favorável da 1ª Promotoria de Justiça Eleitoral.

Ataque

A Polícia Federal apura o acesso ilegal aos dados de servidores públicos divulgados no dia 15 de novembro, além de outras atividades criminosas do grupo. Os crimes apurados no inquérito policial são os de invasão de dispositivo informático e de associação criminosa, ambos previstos no Código Penal; além de outros previstos no Código Eleitoral e na Lei das Eleições.

Segundo a corporação, não foram identificados quaisquer elementos que possam ter prejudicado a apuração, a segurança ou a integridade dos resultados da votação.  

Exploit

Nome da operação, exploit é uma parte de software. Trata-se de um pedaço de dados ou uma sequência de comandos que tomam vantagem de um defeito a fim de causar um comportamento acidental ou imprevisto no software ou hardware de um computador ou em algum dispositivo eletrônico.

Em Macaíba/RN a PRF realiza mais uma apreensão de cigarros contrabandeados

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, no início da manhã desta segunda-feira (23), no km 294 da BR 304, em Macaíba/RN, uma carga com nove mil maços de cigarros contrabandeados, e prendeu um homem de 26 anos.

Uma equipe PRF realizava fiscalização quando abordou o veículo Jumper, de cor branca, e ao vistoriar a carga transportada, foi constatado que se tratava de cigarros de origem estrangeira. O motorista do veículo informou que comprou a carga por dez mil reais e iria distribuí-la em Natal/RN.

A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

Somente em 2020, mais de 2.600.000 maços de cigarros contrabandeados foram apreendidos pela PRF no Rio Grande do Norte, gerando prejuízos às organizações criminosas da ordem de mais de 13 milhões de reais.

Foto: PRF RN

PF prende vereador e mais três suspeitos em operação contra contrabando de cigarros no RN

Quatro mandados de prisão e quatro de busca e apreensão foram cumpridos por policiais federais na manhã desta quarta-feira (18) durante a segunda fase da Operação Smoke Route, que investiga uma organização criminosa responsável por contrabando de cigarro. Entre os presos, há um vereador que foi reeleito no último domingo (15) no município de Serrinha dos Pintos.

Em maio, o vereador Macio Ferreira de Aquino, de 38 anos, conhecido como “Pato Choco”, já havia sido preso em um condomínio de luxo no município de Parnamirim. A detenção ocorreu a Polícia Civil descobrir um galpão subterrâneo usado para contrabando, na granja dele.

A fase, denominada Entreposto foi deflagrada em Mossoró, no Oeste potiguar, e também cumpriu mandados em Serrinha dos Pintos. Também foi determinado sequestro judicial de valores depositado nas contas bancárias dos investigados.

Na primeira fase, em julho, três pessoas foram pressas e 10 mandados de busca foram cumpridos na região Oeste potiguar.

Segundo a PF, a investigação que culminou na operação desta quarta começou em julho de 2020, a partir da prisão em flagrante de um paulista de 33 anos, que foi encontrado em um depósito da organização com uma carga avaliada em R$ 2,2 milhões de reais.

Com as diligências realizadas durante a investigação, os policiais identificaram a existência de uma organização criminosa “bem estruturada”, que agia no transporte naval de cigarros com origem no Suriname (marcas da China, Indonésia e Paraguai).

O material entrava no país de forma clandestina em pontos da costa potiguar e a cidade de Mossoró seria um “entreposto” para o transporte a diversos estados, segundo a PF.

Os crimes imputados são os de contrabando qualificado e organização criminosa, cujas penas, somadas, podem ultrapassar 13 anos de prisão.

Em 11 de junho, a PF apreendeu 1.362 caixas de cigarros em uma propriedade rural pertencente ao grupo. A carga foi avaliada pela perícia criminal em cerca de R$ 3,4 milhões. Os investigadores também já tinham prendido outros 3 homens também no fim de junho. Segundo a PF, eles atuavam como braço armado do bando, na segurança do transporte das cargas ilícitas.

G1/RN

Lava-Jato continua atrás da corrupção petista na Petrobras

Ex-executivos da OAS voltaram a detalhar nesta semana o esquema de pagamento de propina para o PT durante o governo Lula

Por Robson Bonin 3 Jul 2020, 19h49 – Publicado em 4 Jul 2020, 10h34

A Lava-Jato foi deflagrada em 2014 e mesmo sendo alvo de críticas e polêmicas por disputas internas no MPF, segue cobrando a fatura dos corruptos que saquearam a Petrobras.

Nesta semana, por exemplo, os ex-executivos da OAS, a empreiteira que pagou milhões de reais em propinas ao PT e a outros partidos e políticos do esquema, prestaram depoimento na Justiça Federal de Curitiba.

Léo Pinheiro, que fechou delação e depois sumiu, e seu braço-direito Agenor Medeiros, detalharam como firmaram um esquema de corrupção em duas obras da rede de gasodutos da estatal durante o governo de Lula.

O caso nem chega a ser o mais turbinado da conta-propina da OAS mantida em nome do PT, mas serve para manter o fantasma atrás da porta dos petistas. No caso em questão, Agenor narrou que Léo mandou reservar 5,8 milhões de reais em dinheiro sujo para repassar aos petistas, como acerto pelas obras. Dinheiro devidamente pago.

PF deflagra operação contra fraude na compra de produtos hospitalares

Ação foi deflagrada no Acre e cumpre mandados também em Rondônia

Publicado em 05/06/2020 – 12:18 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A Polícia Federal com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) realiza nesta sexta-feira (5), em Rio Branco (AC), a Operação Dose de Valores. Na ação estão sendo cumpridos 33 mandados de busca e apreensão em endereços em municípios acrianos e em Porto Velho (RO).  O trabalho com a participação de três auditores da CGU e de 160 policiais federais é um desdobramento da Operação Off Label deflagada há dois dias que investiga o combate à supostas fraudes na área da saúde no Acre. Segundo as investigações, mais de R$ 750 mil foram desviados dos cofres públicos. A principal irregularidade é a emissão de notas fiscais frias pelas empresas envolvidas.

As suspeitas começaram em 2017 quando a CGU identificou falhas relativas à aplicação dos recursos federais pela Prefeitura de Cruzeiro do Sul (AC) . Desde então, uma série de possíveis irregularidades vêm sendo cometidas na contratação de empresas que fornecem produtos médico-hospitalares. Hoje estão sendo investigados indícios de conluio entre empresas que participaram das contratações, além daquelas investigadas no Operação Off-Label. Também estão na mira da PF e da CGU, compras sem realização de procedimento administrativo, direcionamento de processos licitatórios e indícios de pagamento por medicamentos e outros insumos que não foram entregues ao município e com preços superiores aos praticados no mercado.

Até agora, além da capital Rio Branco (AC) e de Cruzeiro do Sul (AC), foram constatados indícios de fraude em outros cinco municípios acrianos: Feijó, Tarauacá, Senador Guiomard, Sena Madureira e Porto Acre, onde outras empresas do mesmo grupo possuem contratos públicos. Após autorização judicial, os agentes identificaram transferências bancárias das contas de empresas e sócios para agentes públicos. As provas já obtidas indicam supostos pagamentos de vantagens indevidas de mais de R$ 446 mil a servidores de sete prefeituras e de quatro órgãos da estrutura administrativa do estado do Acre.

Denúncias

A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), mantém o canal Fala.BR para o recebimento de denúncias. Quem tiver informações que ajudem esta operação ou sobre quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio de formulário eletrônico. A denúncia pode ser anônima, para isso, basta escolher a opção “não identificado”.

PF prende 4 mulheres no Aeroporto Internacional de Natal com 47 quilos de maconha

Um homem que esperava por elas no saguão do aeroporto também foi preso. Droga veio de SP. Esta foi a maior apreensão de maconha da história realizada pela PF em aeroportos do RN.

Por G1 RN

24/05/2020 19h54  Atualizado há 2 horas


Grupo desembarcou no Aeroporto Internacional de Natal com 47 quilos de maconha — Foto: Polícia Federal/Divulgação

A Polícia Federal prendeu em flagrante no Aeroporto Internacional de Natal quatro mulheres e um homem por tráfico de drogas. As mulheres desembarcaram de um voo que teve origem em Guarulhos e trouxeram na bagagem 47 quilos de maconha. O homem as aguardava no saguão do aeroporto.

A PF informou que esta foi a maior apreensão de maconha da história realizada pela Polícia Federal em aeroportos do Rio Grande do Norte.

A prisão aconteceu na noite de sábado (23). O grupo era composto por duas catarinenses, de 27 e 29 anos; uma paranaense, de 29 anos; e uma paraibana, de 22 anos.

De acordo com a PF, a prisão aconteceu durante uma fiscalização de rotina junto ao setor de desembarque doméstico. Após uma rápida entrevista com alguns passageiros, os policiais observaram o comportamento suspeito das quatro jovens que ficaram visivelmente nervosas e não souberam informar, com precisão, o real motivo da viagem e nem onde ficariam hospedadas. Desconfiados, os agentes pediram então que elas abrissem as malas para uma inspeção e logo encontraram os tabletes da droga.

Na sequência, um paraibano de 29 anos foi identificado e preso no saguão do aeroporto. Ele aguardava e daria suporte, em princípio, a uma das mulheres. No carro dele foram encontradas uma balança de precisão e vestígios de substância entorpecente.

Após receberem voz de prisão, os cinco suspeitos foram levados para autuação na Superintendência da PF. Durante o interrogatório, a maioria preferiu invocar o direito constitucional de se manifestar apenas em juízo.

Uma das mulheres possui antecedentes criminais e já havia sido presa pela Polícia Federal na Bahia por idêntica conduta criminosa. Em 2019 ela tentou embarcar para Lisboa levando na bagagem pasta-base de cocaína.

Indiciadas por tráfico interestadual de drogas, as pessoas presas permanecem custodiadas na sede da PF à disposição da Justiça.

Droga foi apreendida no Aeroporto Internacional de Natal — Foto: Polícia Federal/Divulgação
Quatro mulheres transportaram a droga de SP para Natal — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Em vídeo, Bolsonaro cita família e amigos como motivo para troca na PF

Advogados também afirmam que encontro não tratou de temas de segurança nacional

Por Mariana MunizRobson Bonin 12 maio 2020, 16h12 – Publicado em 12 maio 2020, 15h10

Após o termino da exibição do vídeo da reunião do dia 22 de abril no Palácio Planalto, em Brasília, a defesa de Sergio Moro, que acompanhou a sessão, disse que o material “confirma integralmente” a versão do ex-ministro.

Dois interlocutores envolvidos na exibição do vídeo nesta terça confirmaram ao Radar que o presidente cita a família e amigos como motivo para as trocas na Polícia Federal. O presidente justifica no vídeo que precisava de informações de inteligência da PF para evitar que investigações em curso na PF prejudicassem “a minha família e meus amigos” e reclama — usando palavrões — da falta de informações.

Segundo Moro, na reunião o presidente Jair Bolsonaro teria cobrado a substituição do diretor-geral da PF e do superintendente no Rio. “O material confirma integralmente as declarações do ex-ministro Sérgio Moro na entrevista coletiva de 24 de abril e no depoimento prestado à PF em 2 de maio”, afirmaram os advogados do ex-ministro.

Os advogados mantiveram o pedido para que a íntegra do vídeo seja divulgada e reforçaram que durante o encontro não foram tratados temas sensíveis à segurança nacional.

À PF, Moro cita três ministros que podem apresentar provas contra Bolsonaro

Ao todo, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública indicou sete provas que podem complicar a vida política do presidente da República

NATÁLIA LÁZARO 04/05/2020 14:50, ATUALIZADO 04/05/2020 16:25

O ex-ministro Sergio Moro apresentou à Polícia Federal, durante as oito horas de depoimento que prestou na sede da corporação em Curitiba (PR), no sábado, novos indícios sobre a denúncia de que o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), tentou interferir na PF. Moro cita, ainda, três ministros de governo, e afirma que todos podem confirmar supostas práticas ilícitas do chefe do Executivo. As informações foram publicadas pelo jornal O Globo.

Moro indicou pelo menos sete provas contra o mandatário, entre elas os nomes de Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), ministros de Bolsonaro ligados a ala militar. Há, também, segundo o ex-ministro, documentos comprobatórios que devem ser obtidos durante investigação.

O principal elemento contra o mandatário é o celular de Moro, entregue aos agentes federais para cópia das conversas com o presidente e com a deputada Carla Zambelli (PSL-SP). O conteúdo se restringe aos últimos 15 dias, pois Moro costumava apagar os textos com medo de um novo ataque de hackers.

A análise preliminar da polícia observou que o material não é relevante ao inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) e descartou os diálogos. Porém, a PF confirmou a conversa em que Bolsonaro se diz preocupado com as investigações sobre fake news, que poderiam atingir entre dez e doze deputados da base governista.

Na conversa, revelada pelo Jornal Nacional, Bolsonaro diz que este era “mais um motivo para troca”, revelando a intenção de demitir o ex-diretor geral da PF Maurício Valeixo, assunto pivô do desentendimento entre Moro e o presidente. 

Os diálogos levantam a suspeita de que havia interesse por parte do mandatário em mudar o comando da Superintendência de Pernambuco.

Outra prova é a citação de um vídeo, feito durante reunião ministerial em 22 de abril, no qual Bolsonaro fala em trocar o comando da PF no Rio de Janeiro e ameaçou demitir Moro caso ele descordasse com a ação. Ainda, o ex-ministro usou o histórico das falas públicas de Bolsonaro indicando a intenção de fazer a mudança no Rio, além do pronunciamento pós-denúncia do presidente, em que admitiu a vontade das trocas.

Por fim, Moro indicou a existência documentos na PF e na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que comprovam as decisões estratégicas do presidente, indo contra ao depoimento de Bolsonaro, que nega ter acesso às informações sigilosas.

PF aponta Carlos Bolsonaro como articulador de esquema de fake news

Uma investigação sigilosa conduzida pela Polícia Federal a pedido do Superior Tribunal Federal (STF) apontou que o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), é um dos articuladores de um esquema ilegal de propagação de notícias falsas. A informação foi publicada neste sábado 25 pela Folha de S.Paulo.

Segundo a reportagem, Bolsonaro vinha cobrando informações a respeito desta investigação, por telefone ou em reuniões, do então diretor Maurício Valeixo, que teria resistido aos assédios presidenciais. Valeixo foi exonerado do cargo na sexta-feira 24, o que acabou provocando a saída do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

De acordo com a Folha, dentro da Polícia Federal não há dúvidas de que Bolsonaro já estava ciente de que a investigação havia chegado até seu filho número 2. Dessa forma, imaginou que trocar Valeixo poderia facilitar o caminho para obter mais informações sobre a investigação do Supremo ou até trocar os delegados envolvidos.

O inquérito do STF foi aberto em março do ano passado pelo presidente Dias Toffoli para apurar o uso de fake news contra os ministros da corte.

Fonte: Carta Capital

Com Lula, Dilma e Temer, corrupção vira estigma de ex-presidentes

Para 39,8% da população, Lula deixou como legado o avanço da corrupção, aponta pesquisa exclusiva

Por Marcela Mattos12 abr 2020, 08h17 – Publicado em 12 abr 2020, 08h01

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu o mandato, em 2010, com a popularidade nas alturas: a aprovação, na época, era de 80%, um recorde no país. Passados dez anos e a hecatombe da Operação Lava-Jato, que descortinou como a gestão do petista assaltou os cofres do país, o legado que o ex-presidente hoje carrega é outro: o da corrupção. Pesquisa do Instituto Paraná encomendada por VEJA avaliou a popularidade dos ex-presidentes brasileiros após eles terem ocupado o mais alto posto da República. Condenado a 26 anos de prisão, Lula leva o carimbo do aumento da corrupção como marca de seu governo.

Aos 2.082 entrevistados, o instituto fez uma série de perguntas que abarca o grau de conhecimento sobre a gestão dos ex-mandatários, a avaliação do desempenho de cada um e a importância dada às opiniões que eles emitem. Quando questionados sobre a marca negativa de cada gestão, o aumento da corrupção, em diferentes níveis, foi mencionado para todos os seis ex-presidentes vivos.

Lula aparece no topo da lista. Para 39,8% da população, o aumento da corrupção foi o que ele deixou de pior ao país. O ex-presidente passou 580 dias preso pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, mas foi solto após o Supremo Tribunal Federal (STF) mudar o entendimento que permitia a prisão após a condenação em segunda instância.

Dilma Rousseff, sua sucessora, também carrega a marca. Para 30,3% dos entrevistados, a corrupção aumentou na gestão da petista. A Lava-Jato, como se sabe, apontou que dinheiro sujo financiou sua campanha presidencial.

Vice-presidente de Dilma, Michel Temer também é lembrado: 25,6% dos avaliados apontam para o avanço da corrupção em seu mandato. Em 2019, Temer foi preso, de forma preventiva, duas vezes. Ele é investigado na Lava-Jato e a Justiça mandou prendê-lo por causa de obstrução. Foi, no entanto, absolvido na acusação.

Na pesquisa, 16,3% também lembraram da corrupção na gestão do ex-presidente Fernando Collor. Na sequência estão Fernando Henrique Cardoso, com 5%, e José Sarney, com 4,6%.