Após recusarem proposta, policiais civis do RN podem paralisar atividades hoje

Os policiais civis do Rio Grande do Norte vão se reunir nesta segunda-feira, 4, a partir das 8h, na sede do sindicato da categoria (Sinpol-RN), para discutirem uma possível paralisação das atividades em todo o Estado. Na última quinta-feira, 31, eles recusaram uma proposta apresentada pelo Governo para evitar o início do movimento grevista.

Segunda-feira, 04 de novembro de 2019 às 12h26

Categoria rejeitou, por unanimidade, a proposta apresentada pela gestão de Fátima Bezerra na última quinta-feira — Foto: José Aldenir/Agora Imagens.

“Infelizmente, esgotamos o prazo firmado em um termo de compromisso assinado pelo Governo que estabelecia este dia 31 de outubro como limite para conclusão dos trabalhos, objetivando o envio de um projeto para a Assembleia Legislativa. Porém, a proposta apresentada não foi criada levando em conta os pleitos apresentados pelo Sinpol. A categoria entendeu como desrespeito e decidiu rejeitar por unanimidade”, comenta Nilton Arruda, presidente do sindicato.

Em comunicado encaminhado a imprensa, o Governo disse ter considerado, na proposta apresentada aos policiais civis, a verticalização da carreira e a diminuição do interstício de promoção de cinco para três anos, iniciando a implantação a partir de março de 2020. Na ocasião, prometeu enviar o projeto de lei para a Assembleia Legislativa até o dia 18 de novembro. Como a proposta foi rejeitada, será preciso iniciar uma nova negociação.

De acordo com Nilton Arruda, os policiais civis deliberaram por exigir, a partir de agora, a presença da governadora Fátima Bezerra nas negociações. “O prazo acabou e, agora, é uma questão de vontade política. Os secretários já deixaram claro que não podem avançar mais. Então, ou a governadora assume a responsabilidade do cargo que ocupa e passa a negociar pessoalmente conosco ou infelizmente a mobilização terá continuidade”, concluiu.

Por Redação A Fonte

Multidão volta às ruas de Natal em protesto contra cortes da Educação

Um novo tsunami da educação tomou as ruas de Natal, do interior do Rio Grande do Norte e de todo Brasil nesta terça-feira 13 de agosto de 2019. De acordo com o site Diário do Centro do Mundo, as 26 capitais dos Estados mais o Distrito Federal registraram manifestações. Segundo dados do portal, ao menos 150 cidades pelo país tiveram alguma atividade.

Em Natal, o ato unificado reuniu centenas de pessoas entre trabalhadores em educação, estudantes e profissionais de diversas áreas. A direção estadual do SINTE/RN e representantes de regionais estiveram presentes. A CUT/RN, outras centrais sindicais, sindicatos, movimentos sociais e estudantes e frentes também participaram. Como de praxe, a marcha iniciou em frente ao IFRN da Avenida Salgado Filho. Entretanto, desta vez sob um clima chuvoso. A caminhada percorreu a BR-101 até se dispersar na Praça da Árvore de Mirassol, Zona Sul da capital, após cerca de duas horas e meia de duração.

Interior também se manifestou

Não foi só a capital do RN que registrou atividades relativas ao Dia Nacional de Paralisação Contra a Reforma da Previdência e os cortes na educação. Em Mossoró, segunda maior cidade do Estado, teve movimento pela manhã e regional do SINTE/RN esteve presente. Em João Câmara a aula foi na rua, a exemplo de Canguaretama. Em Lagoa Nova uma assembleia da educação debateu os reflexos da Reforma da Previdência na vida dos trabalhadores. Em Açu, mais precisamente no Campus da UERN, também teve debate sobre o tema. Pau dos Ferros foi outra cidade que se manifestou.

Pauta estadual foi debatida em ato pela manhã em Natal

Aproveitando o dia de luta, o Fórum Estadual dos Servidores promoveu um ato unificado em frente à Governadoria, no Centro Administrativo de Natal. A atividade começou com um café da manhã da resistência e se estendeu por toda manhã. O objetivo foi cobrar do governo o pagamento das três folhas deixadas pela gestão passada, o aumento de 16,38% para todas as categorias, a apresentação de um calendário de pagamento e a realização de concurso público. A atividade reuniu trabalhadores que tomaram a rampa da Governadoria em uma demonstração de luta e unidade.

Grande Ponto

Servidores do RN confirmam paralisação

Representantes de movimentos sindicais que integram o Fórum dos Servidores confirmaram paralisação geral para o dia 13 de agosto. Em coletiva realizada na sede do Sinai-RN, os servidores cobram transparência do Governo sobre a resolução das reivindicações propostas pelo Fórum e afirmam que a paralisação geral será a primeira medida em resposta à forma como as negociações estão sendo conduzidas. Segundo o Fórum, a paralisação faz parte de um movimento nacional que também se opõe à aprovação da PEC da Reforma da Previdência.

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Janeayre Souto, do Sinsp, afirma que desde março o governo do estado não é transparente

Janeayre Souto, presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Direta do Estado (Sinsp-RN), afirma que desde março o Executivo não vem sendo transparente com os servidores. “Nos dois primeiros meses [a transparência] era um ponto elogiável do Governo, mas hoje isso não existe mais. Não mostram sequer o fluxo de caixa aos servidores”, comenta, acrescentando que a greve geral não está descartada. “A parada chama atenção para a pauta que propomos desde o início da negociação. Uma greve não está descartada caso a postura do governo acerca das reivindicações se mantenha assim”, diz.


Em um discurso mais brando, o representante do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (Sinte/RN), José Teixeira, reitera a importância do Fórum dos Servidores nas negociações, porém vê esforço no governo para tentar honrar seus compromissos com os sindicalistas. “Acreditamos, sim, que o Fórum [dos Servidores] é importante, afinal nossa angústia também é grande. São três folhas em atrasos, inclusive folhas com salários baixíssimos, inferiores a dois salários mínimos. No entanto, o Governo nos prometeu que cumprirá e quitará essa dívida até outubro. Não dá pra analisar o Governo por esses primeiros sete meses apenas e é claro que se não cumpri-las, medidas serão tomadas”, afirma o representante do Sinte/RN.


Os servidores do Rio Grande do Norte decidiram pela paralisação das atividades em reunião do Fórum Estadual dos Servidores ainda no início de julho. Esta será a primeira paralisação dos servidores na gestão Fátima Bezerra (PT), que assumiu o governo em janeiro deste ano.


O Dia Estadual de Paralisação acontecerá devido ao insucesso nas seguidos tratativas entre servidores e Governo do Estado. Além do pagamento das três folhas em atraso, os servidores cobram do governo o tratamento igualitário para todas as categorias, com  reajuste salarial  de 16,38% para todas os setores do funcionalismo; a revogação do decreto nº 29007, a “Super-conta”, que retira a autonomia financeira das autarquias; a realização de concursos públicos para vários setores do funcionalismo (o Fórum afirma que não há concurso de nível médio no Estado desde 1989 e afirma que 11 mil servidores terceirizados oneram a folha de salários da administração estadual); e também a apresentação de um calendário de pagamento referente ao segundo semestre de 2019, ainda indefinido. 


Sobre esta última reivindicação,  a presidente do Sinsp-RN afirma que o Estado vem impondo cronogramas com escalonamento sem ouvir os sindicalistas. “O escalonamento contemplava, no início do ano, servidores que ganhavam até 6 mil reais. Essa conta, no último mês, já estava relacionada aos servidores que ganham até 3. Todos os cronogramas são impostos e os servidores sequer podem participar. É muita falta de respeito com o servidor”.Além do Sinsp-RN e Sinte-RN, estiveram presentes na coletiva representantes da administração indireta (Sinai-RN),   saúde (Sindsaúde-RN), agentes penitenciários (Sindasp-RN), dos servidores da UERN (ADUERN) e técnicos tributários (Sintern).


Fonte: Tribuna do Norte

Veja fotos de protestos no RN contra corte de verbas na educação

Manifestações acontecem nesta quarta-feira (15) em Natal e cidades do interior do estado.

Por G1 RN

 


Natal tem protesto contra bloqueios na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Natal tem protesto contra bloqueios na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Manifestação que acontece nesta tarde em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Manifestação que acontece nesta tarde em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Protesto reuniu milhares de pessoas em Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi
Protesto reuniu milhares de pessoas em Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi
Manifestação em Natal acontece por conta do bloqueio nas verbas da educação — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi
Manifestação em Natal acontece por conta do bloqueio nas verbas da educação — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi
Estudantes participam de manifestação em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Estudantes participam de manifestação em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Natal tem protesto contra bloqueios na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Natal tem protesto contra bloqueios na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Mensagens contra o bloqueio foram expostas em cartazes nos protestos em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Mensagens contra o bloqueio foram expostas em cartazes nos protestos em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Pessoas foram às ruas em Natal para protestar contra o bloqueio de verbas na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Pessoas foram às ruas em Natal para protestar contra o bloqueio de verbas na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Manifestação em Natal acontece nesta quarta-feira (15) — Foto: Rafael Barbosa/G1
Manifestação em Natal acontece nesta quarta-feira (15) — Foto: Rafael Barbosa/G1
Natal registra protestos contra bloqueio de verbas na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Natal registra protestos contra bloqueio de verbas na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Cartazes foram levados à rua na manifestação em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Cartazes foram levados à rua na manifestação em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Estudantes protestam contra cortes na educação em Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi
Estudantes protestam contra cortes na educação em Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi
Manifestação reúne milhares de pessoas nas ruas de Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Manifestação reúne milhares de pessoas nas ruas de Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Manifestação acontece nesta quarta-feira em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Manifestação acontece nesta quarta-feira em Natal — Foto: Rafael Barbosa/G1
Estudantes se manifestam contra bloqueios na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Estudantes se manifestam contra bloqueios na educação — Foto: Rafael Barbosa/G1
Protestos acontecem em Natal nesta quarta-feira — Foto: Rafael Barbosa/G1
Protestos acontecem em Natal nesta quarta-feira — Foto: Rafael Barbosa/G1
Caicó também registrou manifestação nesta quarta-feira — Foto: Ricardo Bezerra
Caicó também registrou manifestação nesta quarta-feira — Foto: Ricardo Bezerra
Pessoas também foram às ruas em Mossoró — Foto: Sara Cardoso/Inter TV Costa Branca
Pessoas também foram às ruas em Mossoró — Foto: Sara Cardoso/Inter TV Costa Branca
Currais Novos (RN) contou com protesto contra bloqueios na educação nesta quarta — Foto: Luis Henrique
Currais Novos (RN) contou com protesto contra bloqueios na educação nesta quarta — Foto: Luis Henrique
Nova Cruz também registrou atos contra bloqueios na educação — Foto: Daniel Barbosa
Nova Cruz também registrou atos contra bloqueios na educação — Foto: Daniel Barbosa
Estudantes do IFRN de São Gonçalo do Amarante fizeram um ato contra bloqueio orçamentário da educação superior no campus da instituição — Foto: Wendell Jefferson
Estudantes do IFRN de São Gonçalo do Amarante fizeram um ato contra bloqueio orçamentário da educação superior no campus da instituição — Foto: Wendell Jefferson

STTU e PRF preparam esquema de trânsito para esta quarta-feira

A Prefeitura do Natal, por meio da STTU e a Polícia Rodoviária Federal montaram esquema especial de trânsito durante manifestação que está prevista para esta quarta-feira. Equipes das duas instituições atuarão para buscar minimizar os transtornos no trânsito durante a manifestação que acontecerá na avenida Senador Salgado Filho com Bernardo Vieira e seguirá até a Praça da Árvore em Mirassol, pela contramão. A orientação aos motoristas é que utilizem vias alternativas, como a Via Costeira, a Prudente de Morais e rua Jaguarari para quem se desloca em direção ao centro, já que a pista principal da BR 101 no sentido Parnamirim – Natal estará interditada entre as 16h e 19h (previsão), entre Mirassol e a Arena das Dunnas.

TRANSPORTE PÚBLICO

As linhas de ônibus que passam pela avenida Senador Salgado Filho serão desviadas pela avenida Prudente de Morais a partir das 14h. Assim que for liberada a via, o transporte volta a operar em seu itinerário normal.

Núcleo de Comunicação Social da PRF. @PRF191RN
Em caso de dúvidas o cidadão pode ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.

Protesto contra alta dos combustíveis bloqueia faixas da BR-101 em Natal

Por Acson Freitas, Inter TV Cabugi
 
Protesto contra alta dos combustíveis bloqueia faixas da BR-101 em Natal — Foto: Reprodução/Inter TV CabugiProtesto contra alta dos combustíveis bloqueia faixas da BR-101 em Natal — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi
Protesto contra alta dos combustíveis bloqueia faixas da BR-101 em Natal — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Um protesto contra o aumento de combustíveis interditou duas vias da BR-101, em Natal, no sentido Parnamirim, no início da noite desta terça (7). Motoristas usaram os carros para impedir a passagem de outros veículos. Das três faixas da BR-101, apenas uma ficou liberada para o tráfego.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o bloqueio começou por volta das 18h15 e a via foi liberada antes das 19h.

A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) confirmou lentidão no trânsito das avenidas Hermes da Fonseca/Senador Salgado Filho/BR-101 e, por causa desse congestionamento, o tráfego na Avenida Prudente de Morais também foi prejudicado. Segundo a STTU, da Cidade da Criança até o viaduto estaiado próximo à Arena das Dunas a via também teve lentidão na passagem de veículos.

Os manifestantes carregaram cartazes em que reclamaram da alta dos combustíveis. Além de pararem os automóveis na rodovia, os condutores abriram os capôs dos carros.

Aumento dos combustíveis

Na última sexta-feira (3) o preço dagasolina superou R$ 5, no caso de aditivada, em alguns postos de Natal. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), até uma semana antes do aumento, a média do litro era de R$ 4,65 na capital potiguar, e o maior valor encontrado nas bombas era de R$ 4,69.

Atraso ônibus

Por causa do congestionamento, algumas linhas de ônibus sofreram atrasos, segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana. A STTU informou que estão em atraso as linhas 02, 04, 07, 07A, 08, 10/29, 24, 26, 31, 31A, 33, 33A, 33B, 35, 37, 39, 41, 41A, 44, 46, 48, 50, 51, 52, 54, 57, 60, 63, 63A, 64A/43, 65, 72, 73, 77, 78A/47, 79 e 599.

Motoristas bloquearam duas faixas da BR-101, em Natal, contra alta dos combustíveis — Foto: Reprodução/Inter TV CabugiMotoristas bloquearam duas faixas da BR-101, em Natal, contra alta dos combustíveis — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Motoristas bloquearam duas faixas da BR-101, em Natal, contra alta dos combustíveis — Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Protesto: Motoristas de aplicativo fazem protesto de frente ao DER

Motoristas de aplicativo realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira,  15 de abril, em frente ao Departamento de Estradas e Rodagens do RN (DER-RN), na Avenida Romualdo Galvão.

 

Whatsapp

Caminhoneiros se mobilizam para nova paralisação dia 30 de março

Governo acompanha atentamente as primeiras movimentações

Por Estadão Conteúdo

24 de março de 2019 | 07:26

 

O governo acompanha atentamente as primeiras movimentações de caminhoneiros no País, que ameaçavam dar início a nova paralisação. A classe entende que os principais compromissos assumidos pelo governo Michel Temer no ano passado não estão sendo cumpridos.

Os monitoramentos são feitos pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que tem por missão se antecipar aos fatos para evitar problemas para o governo. As investigações apontam que teve início uma articulação por meio de mensagens de WhatsApp, que já começam a falar em paralisações para o dia 30 de março. O governo quer evitar, a todo custo, que qualquer tipo de paralisação aconteça. Não quer, nem de longe, imaginar que pode enfrentar o mesmo problema que parou o País no ano passado.

Os primeiros dados são de que, neste momento, o movimento não tem a mesma força percebida no ano passado, mas há temor de que os caminhoneiros possam se fortalecer e cheguem ao potencial explosivo da última greve. Dentro do Palácio, o objetivo é ser mais ágil e efetivo e não deixar a situação sair de controle por ficarem titubeando sobre o assunto, como aconteceu com o ex-presidente Michel Temer, no ano passado.

Na semana passada, Wallace Landim, o Chorão, presidente das associações Abrava e BrasCoop, que representam a classe de caminhoneiros, teve reunião com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Landim também teve encontro com a diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e, na sexta-feira, 22, se reuniu com o secretário executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.

Segundo Landim, os ministros disseram que, até a próxima semana, o próprio presidente Jair Bolsonaro deve se manifestar sobre os pedidos dos caminhoneiros. Na pauta de reivindicações da classe estão três pleitos. O primeiro pedido diz respeito ao piso mínimo da tabela de frete. Os caminhoneiros reclamam que as empresas têm descumprido o pagamento do valor mínimo e cobram uma fiscalização mais ostensiva da ANTT. A agência, segundo Landim, prometeu mais ações e declarou que já fez mais de 400 autuações contra empresas.

O segundo item da pauta é o preço do óleo diesel. Os caminhoneiros querem que o governo estabeleça algum mecanismo para que o aumento dos combustíveis, que se baseia em dólar, seja feito só uma vez por mês, e não mais diariamente. Wallace Landim afirma que não é a favor de uma paralisação no próximo dia 30, porque acredita que o governo tem buscado soluções, mas diz que “o tempo é curto” e as mudanças estão demorando. “Não acredito que deva ocorrer greve no dia 30, mas paralisações não estão descartadas. Estamos conversando.”

Por meio de nota, o Ministério de Infraestrutura declarou que, no Fórum dos Transportadores Rodoviários de Cargas realizado na sexta-feira, esteve reunido com lideranças do setor e ouviu as demandas. O governo confirmou que tratou do piso mínimo, pontos de paradas e descanso e o preço do óleo diesel.