Revoltante: Em Mossoró home se aproveitada vulnerabilidade de usuário de drogas e paga R$ 10 reais dar uma tapa em seu rosto

Até que ponto chegamos gente, que ridículo, tanto para quem filma e os que riem da situação. O idiota e agressor no caso é Pedrinho do redenção e isso aconteceu no bairro. 

Covardia

A vítima segundo moradores é depende te químico. No vídeo outro fala que é 15 segundos (certamente de inconsciência) para o mesmo ganhar 10 reais e fumar duas pedras. 

Espalhem gente, isso precisa chegar ao MP, esse idiota deve ser punido, esse jovem agredido por vaidade de um imbecil, deve ser assistido pelo poder público para que faça um tratamento e se cure. 

Usaram da vulnerabilidade dele para agredir o mesmo. Repugno qualquer tipo de agressão, principalmente quando se estão em bar se mostrando e usam pessoas frágeis para se mostrar. 

Vamos mostrar ele agora para a sociedade, vamos mostrar para que o poder público tome uma atitude, divulguem pois foi para isso que ele quis ser gravado, espalhem e vamos deixar esse agressor famoso e que a justiça tome suas atitudes. 

Isso não é brincadeira, é agressão e deve ter a punição como remédio para gente doente assim, pois se ele agride por 10 reais uma pessoa vulnerável, imagine o que ele não pode fazer por 100. Fica a dica!!!

Passando na hora

MP abre inquérito para investigar contrato milionário da Prefeitura de Mossoró

O Ministério Público Estadual (MPRN) instaurou inquérito civil para apurar possíveis irregularidades em um contrato de quase R$ 25 milhões da Prefeitura de Mossoró com a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial (SAMA). As informações são do Jornal de Fato.

A decisão é da promotora de Justiça Patrícia Antunes Martins, da 19ª Promotoria de Justiça de Mossoró.

Trata-se do contrato 09/2021, assinado pelo prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) com valor exato de R$ 24.849.000,00. O contrato foi assinado com dispensa de licitação (inexigibilidade) sustentada pelo decreto de calamidade financeira, instrumento usado pelo gestor municipal para, possivelmente, driblar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

É incalculável o volume de recursos públicos contratos pela gestão Allyson Bezerra com dispensa de licitação, amparado pelo decreto de calamidade financeira. Aliás, o tal decreto é instrumento de investigação no Ministério Públicos de Contas, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), que está pronto para julgamento.

O que mais chama a atenção é que a Prefeitura de Mossoró, em nenhum momento, se apresentou com quadro de insuficiência financeira. Os serviços não foram paralisados, salários dos servidores em dia e muitas obras em andamento. Não existe qualquer cenário que justifique decreto de calamidade financeira.

Fonte: Mossoró Notícias

Vereadores de Mossoró trocam xingamentos e desafiam até para confronto fora da Câmara: “Pode latir”

Um bate-boca entre os vereadores marcou a sessão dessa quarta-feira (13) da Câmara Municipal de Mossoró. Pelo menos quatro parlamentares discutiram ao repercutir a polêmica entrada do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) em uma sala de cirurgia da Maternidade Almeida Castro durante uma operação ginecológica, no fim da semana passada, para anunciar a retomada das cirurgias na cidade.

As discussões acaloradas envolveram os vereadores Raério Araújo (PSD), Marleide Cunha (PT), Zé Peixeiro (PP) e Omar Nogueira (Patriota) durante falas dos parlamentares na tribuna do plenário.

No fim de semana, a vereadora Marleide Cunha (PT) repudiou em suas redes sociais o prefeito Allyson. Com isso, o vereador Raério Araújo ocupou a tribuna para defender o chefe do executivo e criticar a atitude da colega.

“Eu também não tenho medo de ninguém, principalmente da senhora… pode gritar, pode latir”, disparou Raério.

Em resposta, a vereadora petista disse que não era animal para latir e que usava argumentos. “Quando eu falo nesta casa eu não lato porque sou gente. Gente que pensa, gente que discorda, gente que concorda e sou gente que tem a liberdade de dizer o que penso”, respondeu Marleide.

Ainda durante a sessão, os vereadores Zé Peixeiro (PP) e Omar Nogueira (Patriota) trocaram farpas. Adversários na mesma faixa político-eleitoral (bairro Santo Antônio e adjacências), os dois trocaram provocações e até mesmo se desafiaram para confronto pessoal em qualquer lugar, quando discutiam sobre a gestão municipal atual.

“Eu não tenho medo de você, não. Você lá na campanha tentou me intimidar, certo?!. Mas, você não vai não”, disse Omar Nogueira, que está em sua primeira legislatura.

Zé Peixeiro, que já possui três mandatos na casa, e até bem pouco tempo era da base governista, como Omar, não titubeou ao responder o colega.

“Onde o senhor escolher, pode escolher. Não tenho medo de nenhum. Escolha onde você quiser”, rebateu Zé.

Diante das trocas de ameaças, o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (Solidariedade), interveio na situação, pedindo “calma”, além de contestar “as animosidades e gritarias”. Lawrence ainda interpelou afirmando que a Casa Legislativa não era um “ringue”.

Por Portal 98 FM

MP Eleitoral dá parecer favorável a ação que pode levar dois vereadores de Mossoró a perda de mandato

O promotor Hermínio Souza Perez Júnior da 34ª Zona Eleitoral opinou pela cassação de toda chapa de vereador do PSC nas eleições do ano passado sob a alegação de existência de candidaturas femininas laranjas para burlar a cota de gênero de 30%.

Na eleição de 2020, o PSC apresentou 30 candidaturas à Câmara Municipal sendo dez delas mulheres. No entanto, oito apresentaram características de postulação de fachada. São elas: Mariza Sousa da Silva Figueiredo, Lidiane Michele Pereira da Silva, Fernanda Dulce de Castro Caldas, Karolayne Inácio dos Santos Lima, Conceição Kaline Lima Silva, Nadja Micaelle Oliveira de Souza, Fabrícia Dantas da Silva e Jéssica Emanoele Vieira da Rocha.

Essas candidatas juntas somaram 28 votos. Isso não foi por acaso. A investigação mostrou que elas sequer fizeram campanha nas redes sociais e tiveram em sua maioria algumas características em comum apontadas pelo MP Eleitoral:

Além da inexpressiva votação, à exceção das candidatas Fabrícia Dantas e Jéssica Vieira, todas as demais candidatas investigadas apresentaram o mesmo comportamento quanto a prestação de contas: a) houve abertura de contas; b) as candidatas não administravam as contas abertas; c) as candidatas, conquanto tenham recebido dinheiro do fundo partidário, não tiveram autonomia para usá-lo em sua campanha eleitoral da forma que desejassem, já que tudo era feito ou pelo presidente do partido ou pela equipe contábil; d) as empresas contratadas eram as mesmas S&S Gráfica e Editora Ltda e Art7 Gráfica Digital Ltda; e) mesmo período de pagamento dos fornecedores do material gráfico (entre 10 e 13 de novembro).

Outro problema identificado nessas candidaturas está nas relações de parentesco. Fabrícia Dantas é irmã da cunhada de Karolyne Inácio que, por sua vez, é irmã de João Locutor. “Não ficou demonstrada nenhuma animosidade entre tais candidatos a justificar a existência dessas candidaturas avulsas”, frisa o MP.

Já Mariza Souza é irmã de Marleide Costa da Silva, a “Marleide Poderosa”, cuja candidatura foi indeferida. “Ambas irmãs residem no mesmo endereço e não há igualmente notícia de animosidade entre ela”, acrescenta o MP Eleitoral.

Além disso, o MP aponta que o vereador Lamarque Oliveira, na condição de presidente do PSC, teria tomado a dianteira na construção das candidaturas fictícias que burlaram a cota de gênero.

Diz o MP Eleitoral:

Finalmente, corroborando com os elementos de convicção acima demonstrados, sobreveio aos autos o depoimento de dois candidatos pelo Partido Social Cristão (Raimundo Nonato da Silva Júnior e Moisés Ferreira da Cunha). Ambos declarantes apontaram a existência de fraude na composição da chapa partidária com a inclusão de candidatas apenas para cumprimento da cota mínima de gênero. Informaram ainda que participaram ativamente no conluio que teve o presente do partido Lamarque Lisley de Oliveira como principal protagonista, pois era este que fazia a entrega de valores para Raimundo Nonato (conhecido por Juninho), na casa deste, para que Juninho entregasse diretamente às candidatas laranjas. Não se descarta que os declarantes Raimundo Nonato da Silva Júnior e Moisés Ferreira da Cunha guardem frustração ou até mesmo animosidade com o presidente do Partido Social Cristão Lamarque Lisley por não cumprimento das promessas (pouco republicanas, diga-se passagem) feitas no período pré-campanha. Todavia, essa circunstância não se revela suficiente para desprezar seus depoimentos, notadamente quando os depoimentos estão em sintonia com os demais elementos de convicção já expostos a delinear a existência de burla a cota de gênero.

Além da cassação de toda a chapa, o promotor ainda pede a inelegibilidade por oito anos das candidatas laranjas e de Moisés Ferreira da Cunha, Raimundo Nonato da Silva Júnior, Francisca Betânia da Silva Oliveira e Lamarque Lisleu de Oliveira.

Caso a Justiça Eleitoral siga o entendimento do MP Eleitoral assume as vagas o ex-vereador Tony Cabelos (PP) e o comerciante Marrom Lanches (DC) nos lugares de Lamarque e Naldo Feitosa.

Informações Blog do Barreto

Acusado de nepotismo, Allyson cumpre decisão do MP e exonera filha de Raério

Acusado de praticar nepotismo cruzado pelo Ministério Público, o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), decidiu exonerar uma das filhas do vereador Raério Cabeção (PSD).

Acusado de nepotismo, Allyson cumpre decisão do MP e exonera filha de Raério
Foto: Reprodução

A servidora exonerada é Laura Tamara Alves de Araújo Queiroz, que ocupava cargo comissionado de Diretora de Unidade na Secretaria de Saúde.

Na última quarta-feira (22), o Mossoró Notícias destacou que a servidora recebeu mais de 3 mil reais em “vantagens” em apenas um mês.

Diante da situação, o Ministério Público notificou o município para saber qual a base legal que orientou a decisão do Executivo mossoroense a garantir “Vantagem de Natureza Pessoal” a uma servidora comissionada.

A exoneração da servidora foi publicada no Jornal Oficial do Munícipio (JOM) desta quinta-feira (23).

Na última sexta-feira (17), o MP recomendou que o prefeito exonerasse as três filhas do vereador que ocupava cargos na prefeitura. O Ministério Público entende que o caso configura nepotismo.

Vídeo flagra enfermeiras brigando na frente de hospital em Mossoró

Um vídeo compartilhado nas redes sociais flagrou uma briga entre duas enfermeiras na frente do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró. O caso aconteceu no último sábado (18).

Reprodução

Nas imagens, é possível perceber que a briga é entre uma funcionária do Samu e outra do hospital. O motivo da confusão não foi revelado.

Nas imagens, é possível perceber que a briga é entre uma funcionária do Samu e outra do hospital. O motivo da confusão não foi revelado.

Veja o vídeo:

Nepotismo – MP manda exonerar filhas de Vereador com cargos comissionados da prefeitura de Mossoró

Nepotismo – MP recomenda exoneração de filhas de vereador

O Ministério Público do Rio Grande do Norte recomendou, nesta sexta-feira (17), que o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, exonere três servidoras que ocupam cargos comissionados na Prefeitura. O motivo é que elas são filhas do vereador Raério Emídio de Araújo, o Raério Cabeção, aliado político do prefeito. O MP entende que o caso configura nepotismo.

Raério Cabeça colocou três filhas na gestão de Allyson Bezerra

Segundo o Ministério Público, o prefeito nomeou Laura Tamara Alves de Araújo Queiroz para ocupar de cargo comissionado de Diretora de Unidade Secretaria de Administração; Thaís Alves de Araújo para o cargo de Gerente Executivo na Secretaria de Saúde, e Hanna Evelyn Medeiros de Araújo para ocupar o cargo de Chefe de Divisão no gabinete do prefeito. As três são filhas do vereador e os salários variam entre R$ 1,2 mil e R$ 2,9 mil.

A recomendação para a exoneração foi assinada pela promotora Patrícia Antunes Martins e toma por base a súmula vinculante 13 do Supremo Tribunal Federal, que aponta parâmetros para caracterização de nepotismo, com base na Constituição Federal. 

Pela súmula, a nomeação “de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal”. 

Na recomendação, o MP deu prazo de 10 dias para que o prefeito Allyson Bezerra responda se acatará a recomendação e 30 dias para que as exonerações sejam realizadas. 

A reportagem da Tribuna do Norte entrou contato com a Prefeitura de Mossoró, que disse que vai se pronunciar sobre o caso ainda pela manhã. A reportagem não conseguiu o contato com o vereador Raério Cabeção. A assessoria do vereador disse que ele estava em visitas na zona Rural e que não seria possível o contato no momento.

Fonte: Tribuna do Norte.

Justiça Eleitoral indeferiu o pedido de cassação de vereador em Mossoró

A juíza da 34ª Zona Eleitoral, Anna Isabel de Moura Cruz, negou cassação do mandato do vereador de Mossoró Genilson Alves (Pros), ao julgar improcedente ação do Ministério Público Eleitoral por suposta irregularidade na recepção de recursos de campanha em 2020.

Ao tomar conhecimento da decisão, nesta quarta-feira (28), Genilson Alves declarou que a sentença reafirma a boa fé da sua atuação política, também expressa, segundo ele, na aprovação da prestação de contas da sua candidatura no ano passado – em primeiro e em segundo graus.

Acrescenta que a decisão só credencia a continuidade do seu trabalho. “Desde sempre convicto que não cometi qualquer irregularidade, sigo firme nas ações do nosso mandato, representando o povo de Mossoró, que, democraticamente, reconduziu-nos à Câmara Municipal”, assegura.

Assessoria de comunicação da CMM

Vereadores de Mossoró aprova moção de “desagravo” contra discurso de tomba farias na assembleia legislativa

O Discurso polêmico de Tomba Farias em que ele citou que “Os professores estão de férias a um ano e 10 meses” segue dando muito pano pra manga, agora foi a vez da Câmara Municipal de Mossoró aprovar hoje (13), por unanimidade, Moção de Desagravo (reparação de afronta) aos professores do Rio Grande do Norte, em razão de fala do deputado.

O requerimento (nº 294/2021) aprovado na Câmara de Mossoró é de autoria da vereadora Marleide Cunha (PT). “As acusações do deputado são injustas, inconsequentes e prestam um desserviço à sociedade ao difamar profissionais que constroem a base para o futuro de uma sociedade desenvolvida e democrática”, justifica.

Por Michael Pontes

Beto Rosado testa positivo para a Covid-19

O Deputado Federal Beto Rosado (PP) informou nesta segunda-feira, 29, por meio da rede social twiter que testou positivo para a Covid-19.

O deputado Mossoroense tranquilizou seus eleitores dizendo que estava bem e em isolamento.

Veja a publicação abaixo: