Vereador é preso após amarrar esposa em árvore e arrastá-la por terreno: ‘Me solta, não me mata não’

Segundo a Polícia Civil, mulher foi agredida após desrespeitar a ordem do marido para não acessar uma rede social. Perícia confirmou que ela ficou com marcas no pescoço e arranhões nas costas. Advogado de Adva Avelino da Silva não atendeu ligações para comentar o caso.

Por Michelly Oda, g1 Grande Minas

Ferimento no pescoço da esposa do vereador — Foto: Arquivo pessoal

Um vereador de Serranópolis de Minas (MG) foi preso nesta terça-feira (28) após tentar matar a esposa.

Segundo a Polícia Civil, Adva Avelino da Silva amarrou a companheira em uma árvore e ainda a arrastou por um terreno de terra. A perícia confirmou que a mulher ficou com marcas no pescoço e arranhões nas costas por conta das agressões.

“Ele pegou a corda e puxou eu aqui e passou a corda aqui [diz apontando para uma árvore]. Eu falei: me solta, moço, solta, não me mata não [sic]”, disse a vítima em um vídeo que pode ser visto acima.

O delegado André Brandão, que conduz a investigação, fala que as agressões foram motivadas por ciúmes.

“Ele proibiu que ela acessasse a rede social Facebook e, tendo em vista que ela não obedeceu suas ‘ordens’, ele amarrou essa senhora em uma espécie de enforcamento, pendurando ela em um pedaço de pau, uma árvore. Posteriormente, ele arrastou ela pelo chão do terreno.”

g1 telefonou para o advogado do vereador, mas as ligações não foram atendidas. A Câmara de Vereadores informou que não vai se manifestar por ainda não ter conhecimento dos fatos.

O casal está junto há 21 anos e tem três filhos, um deles, de apenas dois anos, estava na residência no momento das agressões, ocorridas na última quinta-feira (23). Após conseguir se desamarrar, a mulher acionou um advogado.

“Ela usou o telefone de um dos filhos, já que o dela foi quebrado por ele durante a agressão”, afirma o delegado.

De acordo com André Brandão, no dia do crime a PCMG fez buscas, mas Adva Avelino da Silva fugiu. O parlamentar foi encontrado dias depois em uma comunidade de difícil acesso, na casa de uma ex-namorada. Com ele, os policiais encontraram cerca de R$ 10 mil. A suspeita é que o dinheiro seria usado para continuar a fuga, o que foi negado por ele em depoimento.

“Pelas suas declarações, ela falou que ele realmente tentou ceifar sua vida, então ele incorreu no delito de tentativa de feminicídio.”

Nesta quarta-feira (29), em depoimento à polícia, o vereador disse que agiu para se defender, já que a mulher teria tentando esfaqueá-lo, hipótese que o delegado não acredita ser verdadeira. Afirmou ainda que os arranhões que ela tem nas costas são decorrentes de uma queda quando ele a amarrava.

“A orientação é que a população busque por informações antes de votar, não podemos aceitar que um agente político, que deveria agir para cumprir as leis, as desrespeita. É importante também que as vítimas denunciem a violência, embora a senhora afirme que já foi agredida, ela nunca formalizou essas situações junto às autoridades.”

Casal que recebeu 3 doses de vacina poderá pagar indenização de R$ 2 milhões

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) entrou com um pedido de indenização contra um casal que recebeu três doses de vacina contra a covid-19 — duas da Coronavac e a terceira da Pfizer. O pedido é feito em uma ação civil pública de reparação por dano moral social coletivo.

Reprodução

O MPMG pede tutela de urgência para impedir que o casal tome a segunda dose da Pfizer ou a primeira de algum outro imunizante, sob pena de multa de R$ 1 milhão, além do pagamento de R$ 500 mil por dano moral coletivo e R$ 500 mil por dano social a cada um dos demandados devido à gravidade da conduta.

Os denunciados têm residência em Belo Horizonte, onde receberam as duas doses da Coronavac, e também em uma fazenda em Rio Novo, onde foram revacinados. Segundo o MPMG, o município tem 8.712 mil habitantes e recebeu, até o dia 7 de julho, 5.663 doses, o suficiente para imunizar menos da metade de sua população, já que são necessárias duas doses.
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A investigação sobre a revacinação começou depois de uma denúncia anônima à Ouvidoria do MPMG. Foi aberto um procedimento administrativo para investigar o caso e o cruzamento de dados das secretarias municipais de Saúde de Belo Horizonte e Rio Novo permitiu comprovar a revacinação de forma fraudulenta. No pedido, a promotora Silvana Silvia Fialho Dalpra afirma que as condutas também darão ensejo à persecução penal pelo suposto crime de estelionato (processo nº 5000525-12.2021.8.13.554)

Valor Investe

Mãe matou o filho de 6 anos a facadas e tesouradas e suicidou no Lourdes, em BH

As informações preliminares são do delegado Domênico Rocha, da Delegacia de Homicídios, que falou à imprensa fronte ao edifício

Por ALICE BRITO E LUCAS NEGRISOLI 10/07/21 – 13h10

A criança de seis anos que foi morta pela mãe na manhã deste sábado (10) em um condomínio de luxo no bairro Lourdes, região Centro-Sul de Belo Horizonte, apresentava diversas marcas de facadas e cortes nas mãos. A mulher, de 37 anos, que suicidou após o homicídio, tinha perfurações no tórax. 

Mãe matou o filho de 6 anos a facadas e tesouradas e suicidou no Lourdes, em BH

Foto: Fred Magno / O TEMPO

As informações preliminares são do delegado Domênico Rocha, da Delegacia de Homicídios, que falou à imprensa fronte ao edifício. Inicialmente, a Polícia Civil foi informada que havia dois corpos dentro do apartamento, que fica no décimo quarto andar, com marcas de perfuração.

“Havia dois corpos dentro do apartamento. A criança estava no quarto e a mulher em outro, os dois corpos tinham perfurações feitas com material pérfuro cortante. Encontramos no local facas sujas de sangue, tesouras sujas de sangue. Como não havia sinais de arrombamento, nem de luta corporal, as investigações apontam para a linha de homicídio seguido de suicídio. A Polícia Civil não descarta nenhuma hipótese, mas o desenhar dos fatos aponta para esse caminho”, detalhou.

Prefeitura de Brumadinho suspende alvará de funcionamento da Vale

A medida foi por causa da morte de um operário da Vale Verde

Publicado em 19/12/2020 – 20:54 Por Agência Brasil* – Brasília

O alvará de funcionamento da Vale e de suas empresas terceirizadas foi suspenso, por meio do Decreto nº 210, de 18 de dezembro de 2020, da prefeitura de Brumadinho, em Minas Gerais, publicado no Diário Oficial do Município dessa sexta-feira (18).

O ato, assinado pelo prefeito Avimar de Melo Barcelos, foi em decorrência da morte de um operário da empresa contratada pela Vale Verde, que trabalhava na Mina Córrego do Feijão. Ele estava na cabine de uma máquina escavadeira, quando um talude desmoronou sobre a máquina.

Em janeiro de 2019, o rompimento da barragem do córrego do Feijão, que continha cerca de 12 milhões de metros cúbicos de rejeito de minério. A tragédia causou a morte de mais de 270 pessoas e um rastro com quilômetros de destruição.

De acordo com o decreto, “ficam suspensos os alvarás de funcionamento e localização da Mineradora Vale S.A e das suas terceirizadas, principalmente a Vale Verde, pelo período de sete dias a contar da data de publicação deste decreto, ou até que sejam esclarecidos os fatos do acidente ocorrido em 18 de dezembro de 2020 e garantidas as condições de segurança para os trabalhadores que atuam no local”.

Edição: Aécio Amado

Caso Eliza Samudio: Bruno diz que ‘Bola’ é inocente e pede que Macarrão ‘conte a verdade’

Aos 35 anos, ele está no regime semiaberto desde julho

O Globo02/03/2020 – 12:05 / Atualizado em 02/03/2020 – 12:16

Goleiro Bruno chegou a fazer jogo pelo Boa Esporte Foto: Uarlen Valerio / O Tempo / Ag. O Globo)
Goleiro Bruno chegou a fazer jogo pelo Boa Esporte Foto: Uarlen Valerio / O Tempo / Ag. O Globo)

O ‘Caso Eliza Samudio’ ganhou um novo capítulo às vésperas de completar dez anos. Bruno Fernandes , 35, quebrou o silêncio e fez revelações sobre a trágica morte. O ex-goleiro concedeu entrevista para o jornal ‘O Tempo’, voltou a negar participação no crime e afirmou que “Bola”, o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, é inocente e não matou a ex-modelo.

— Até que me provem o contrário, para mim, o Bola é inocente. Nesse caso, ele é. Quero avaliar a prova que liga o Bola a esse assunto. Não tem. Foi muito mais naquela época lá, que tinha que condenar, quando o Macarrão falou no júri que o ‘Bruno agora é o mandante, agora fecha. O Bola é o executor’. Tá, ele é o executor, prova isso. Prova também que eu sou o mandante — declarou Bruno.

A Justiça condenou “Bola” a 22 anos de prisão por ter assassinado Eliza Samudio, enquadrando-o em homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver. Dez anos após o ocorrido, a polícia ainda não têm pistas sobre a localização dos restos mortais da ex-modelo.

— Você só pode ser condenado em um caso de homicídio se tiver 100% de certeza, e o meu não tem 100% de certeza, nunca. Pode olhar lá, o processo é mentiroso — falou o ex-goleiro, que está em prisão domiciliar em Varginha, região sul de Minas Gerais.

Outro ponto citado pelo ex-goleiro é a relação com Luiz Henrique Romão, o “Macarrão”, que seria o principal alvo para resolver o caso, segundo Bruno. O ex-goleiro afirmou que Macarrão é “a chave de tudo” e torce para ele “contar a verdade”.

— Acho que ele (Macarrão) deve isso para a sociedade. Se ele foi a última pessoa a estar com a Eliza, por que ele não fala onde ela está então? Fala o que aconteceu realmente com ela. Não o que ele falou lá no júri, porque o júri é mentira — comentou. Macarrão não quis se pronunciar sobre as declarações feitas pelo ex-goleiro.

Bruno foi preso em setembro de 2010 e condenado em 2013 pelo homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio. As penas somadas são de 20 anos e 9 meses. Desde a prisão, Bruno fechou com dois clubes: o Boa (que disputava a Série B do Brasileiro), em 2017; e com o Poços de Caldas-MG, no ano passado, mas não chegou a entrar em campo.

Justiça aceita denúncia contra 16 pessoas pela tragédia de Brumadinho

Com a decisão, os investigados passam à condição de réus no processo

Publicado em 14/02/2020 – 19:37 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A Justiça aceitou hoje (14) denúncia do Ministério Publico de Minas Gerais (MPMG) contra 16 pessoas envolvidas no rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, no ano passado. Com a decisão, os investigados passam à condição de réus no processo.

No mês passado, os promotores responsabilizaram criminalmente funcionários da mineradora Vale e da empresa Tüv Süd pela tragédia. De acordo com o MP, os denunciados devem responder na Justiça pelo crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar, porque teriam responsabilidade na morte de 270 pessoas, que foram soterradas pela avalanche de rejeitos da represa.

Desde a tragédia, o Corpo de Bombeiros permanece realizando buscas para encontrar os corpos. A barragem se rompeu em janeiro de 2019, resultando em mortes e na destruição de casas e equipamentos públicos na cidade, que fica próxima à capital mineira, Belo Horizonte.

Entre os réus estão o ex-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, e mais dez funcionários da mineradora, além de cinco funcionários da Tüv Süd. 

Defesa

Em nota, a defesa de Fabio Schvartsman lamentou o recebimento da denúncia e disse que as informações recebidas pelo ex-presidente da área técnica da empresa davam conta que as barragens estavam estáveis e em “perfeito estado de conservação”.

“Depreende-se que o único motivo para a denúncia de Fabio Schvartsman foi o fato dele ser presidente da Vale por ocasião da tragédia”, declarou a defesa. 

A Tüv Süd declarou que “continua profundamente consternada” pela tragédia e que as causas ainda não foram esclarecidas de forma conclusiva. 

Matéria atualizada às 20h04 para acréscimo das defesas de Fabio Schvartsman e da Tüv Süd

Número de mortes em razão das chuvas em Minas Gerais sobe para 47

Publicado em 27/01/2020 – 21:37

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil Brasília

Chuvas em  Minas Gerais

O número de mortes por conta das fortes chuvas em Minas Gerais subiu para 47, conforme boletim da Defesa Civil estadual divulgado no início da noite de hoje (27). As mortes ocorreram em 14 municípios, com maior número (13) na capital, Belo Horizonte. Há quatro desaparecidos, nas cidades de Conselheiro Lafaiete e Luisiburgo, além de 65 feridos.

No total, 18.111 mil pessoas foram atingidas até agora pelos temporais. Destas, 14.609 ficaram desalojadas e 3.386 estão desabrigadas. A maior parte dos desalojados encontra-se no interior (7.530), enquanto outra parcela (7 mil) está na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No tocante aos desabrigados, 2.294 são moradores do interior e 1 mil da região metropolitana.

Os desalojados são as pessoas que tiveram de deixar suas casas, mas que não necessariamente precisam do auxílio do governo. Os desabrigados são os que perderam seus lares e necessitam de auxílio do poder público.

Chuvas em  Minas Gerais

NESTA SEGUNDA-FEIRA, O GOVERNO DE MINAS GERAIS EDITOU DECRETO COLOCANDO 101 MUNICÍPIOS EM ESTADO DE EMERGÊNCIA – DIVULGAÇÃO/PMMG

Nesta segunda-feira, o governo estadual editou decreto colocando 101 municípios em estado de emergência, ampliando a listagem do dia anterior, que elencava 47 cidades. Mais 20 municípios anunciaram esta condição por meio de suas administrações municipais. Três cidades entraram em estado de calamidade pública: Orizânia, Ibirité e Catas Latas. Nas duas primeiras houve mortes.

O reconhecimento da situação de emergência permite ao governo estadual engajar os demais órgãos e empresas ligadas ao Poder Executivo para priorizarem o atendimento e a reparação dos estragos causados pelas chuvas, sob a coordenação da Defesa Civil mineira. Além disso, prefeituras e o próprio Poder Executivo estadual podem contratar serviços temporários e efetuar compras consideradas essenciais para o enfrentamento da situação sem a obrigatoriedade de realizar processo licitatório.

Saiba mais

Edição: Fábio MassalliTags: chuvaMinas Geraischuva em Minas GeraistemporaisBelo Horizonte

Ministério confirma contaminação da água na produção de cervejas

Sete lotes da cerveja Belorizontina foram contaminados

Publicado em 15/01/2020 – 19:58

Por Marcelo Brandão Brasília

cerveja

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) encontrou as substâncias monoetilenoglicol e dietilenoglicol na água usada para fabricação das cervejas Belorizontina, da cervejaria mineira Backer. Segundo integrantes do ministério, a água é utilizada para resfriamento do mosto – mistura de ingredientes que vão compor a cerveja após sua fermentação.

Essa água resfria o mosto sem entrar em contato direto com ele. Mas por ser uma água limpa e filtrada, ela também é incluída, posteriormente, no processo produtivo. Agora, o ministério investiga como essa substância foi parar na água.

“Conseguimos evidenciar que a água contaminada com glicol está sendo utilizada no processo cervejeiro. A gente não consegue afirmar ainda de que forma ocorre essa contaminação nesse tanque de água gelada, se é nesse tanque de água gelada ou se é numa etapa anterior”, disse Carlos Vitor Muller, coordenador-geral de vinhos e bebidas do Mapa, em entrevista coletiva realizada na tarde de hoje (15).

A executiva da Backer, Paula Lebbos, havia explicado ontem (14), em entrevista à imprensa, que o uso do monoetilenoglicol é normal no processo de fabricação, uma vez que é usado para resfriamento, mas ressaltou que a cervejaria não utiliza o dietilenoglicol em seu processo produtivo. Em todo caso, o coordenador do Mapa explicou que nenhuma das duas substâncias devem entrar em contato direto com uma água que será incluída na cerveja posteriormente.

Segundo Muller, o ministério trabalha com várias hipóteses de contaminação, como o uso incorreto da substância para acelerar o resfriamento e até mesmo sabotagem. “Nenhuma hipótese pode ser descartada no momento. Sabotagem pode ocorrer ou a utilização incorreta do etilenoglicol como agente de resfriamento para melhorar a performance de resfriamento desse mosto, ou você pode ter um vazamento de uma solução refrigerante para dentro dessa água”.

Tanques contaminados

O ministério também afirmou que sete lotes da Belorizontina foram contaminados, incluindo um lote da cerveja Capixaba, que é o nome que a Belorizontina recebe para comercialização no Espírito Santo. Segundo o coordenador do ministério, esses lotes estão distribuídos em diferentes tanques, mas não soube precisar em quantos.

De qualquer forma, a versão do Mapa é diferente da versão da empresa. Paula Lebbos havia dito ontem que a Belorizontina era produzida apenas em um tanque, o tanque nº 10. Glauco Bertoldo, diretor de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Mapa, confirmou que outros tanques também sofreram contaminação. “A empresa não forneceu todos os mapeamentos de tanques dos lotes para a gente. Estão fornecendo aos poucos e estamos tabulando isso. [Mas o problema] não é restrito ao tanque nº 10”.

Os representantes do Mapa mostram cautela ao atribuir responsabilidades. Durante a entrevista coletiva, disseram que o caso ainda está sendo investigado e que ainda é cedo para dizer se houve erro, uma ação deliberada e quem teria sido o responsável. Caso a Backer seja apontada como responsável pela contaminação, ela pode ser multada, ter seu registro suspenso ou até mesmo cassado. Atualmente, a cervejaria está fechada por determinação do próprio ministério. O Mapa também já determinou a retirada do mercado de todas as cervejas produzidas pela Backer.

Segunda morte confirmada

A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou hoje a segunda morte por intoxicação após consumo da Belorizontina. O homem, cuja idade e nome não foram divulgados, morreu devido a complicações decorrentes do quadro de insuficiência renal e alterações neurológicas causado pela intoxicação.

Já a primeira morte foi registrada na noite de 7 de janeiro, em Juiz de Fora. Exames a que a vítima foi submetida antes de morrer confirmaram a presença de dietilenoglicol no sangue. Vestígios do dietilenoglicol já foram encontrados no sangue de vários pacientes internados após apresentarem sintomas de síndrome nefroneural, causada pela intoxicação por dietilenoglicol.

Os sintomas apresentados foram insuficiência renal aguda de evolução rápida (ou seja, que levou a pessoa a ser internada em até 72 horas após o surgimento dos primeiros sintomas) e alterações neurológicas centrais e periféricas que podem ter provocado paralisia facial, embaçamento ou perda da visão, alteração sensório, paralisia, entre outros sintomas.

Edição: Liliane FariasTags: Síndrome nefroneuralcerveja contaminadaBacker

Aeronave de pequeno porte cai em Belo Horizonte e mata uma pessoa

Aeronave de pequeno porte cai em Belo Horizonte

UOL, em São Paulo 13/04/2019 16h11

Uma aeronave de pequeno porte caiu na tarde de hoje no bairro de Caiçara, em Belo Horizonte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma pessoa morreu carbonizada.

Ainda segundo a corporação, a queda ocorreu na Rua Minerva próximo ao cruzamento com a Rua Anadir.

Equipes da corporação foram mobilizadas para atuar no local. A aeronave foi destruída no fogo.

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Mãe de Alexandre Pires é detida suspeita de fazer ‘gato’ de energia

Abadia Pires prestou depoimento, pagou fiança de R$ 1.500 e foi liberada; técnicos perceberam adulteração em instalação na casa da mulher

Pablo Nascimento, do R7
Mãe do cantor foi detida em Uberlândia (MG)

Reprodução / Record TV Minas

Mãe do cantor foi detida em Uberlândia (MG)

A mãe do cantor Alexandre Pires foi detida, nesta segunda-feira (25), após uma ligação de energia clandestina ter sido encontrada na casa dela, em Uberlândia, a 537 km de Belo Horizonte.

A PM (Polícia Militar) foi acionada por um funcionário da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) que estava no local para religar o sistema. Segundo a corporação, o servidor percebeu uma adulteração no padrão, que se caracterizaria como furto de energia, conhecido como “gato”.

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Abadia Pires do Nascimento foi encaminhada para a delegacia, onde prestou esclarecimentos. Aos policiais, ela disse que a confusão aconteceu após ela chamar um técnico para desinstalar aparelhos de ar-condicionado do imóvel, uma vez que ela está de mudança.

A mulher prestou depoimento e foi liberada após pagar uma fiança de R$ 1.500. A reportagem tentou contato com a defesa de Abadia, mas não localizou os advogados dela.

Procurado pelo R7, Aldo Braghetto, empresário de Alexandre Pires, informou que o cantor está viajando e não sabia do ocorrido. Segundo Braghetto, a equipe não vai se manifestar, uma vez que se trata de um assunto “da vida pessoal”.