IVAN JÚNIOR lidera corrida para voltar a Prefeitura do Assú

Próximo de 2020, ano de eleições municipais, o ex-prefeito da cidade do Assú, Ivan Júnior e sua esposa, Drª Vanessa Lopes lideram todos os cenários para próximas eleições.

O levantamento feito pelo Instituto Teledata, realizado entre os dias 21 e 22 de dezembro, aponta Ivan Júnior com ampla vantagem sobre o atual Prefeito Gustavo Soares e demais concorrentes. Nas últimas eleições estaduais Ivan Júnior foi candidato a Deputado Estadual e já superou o Deputado George Soares (irmão do prefeito), sendo o candidato a Dep. Estadual mais votado do Assú e levando Benes Leocádio a ser também o Deputado Federal mais votado.

Cenário 1 ( Estimulada)
Ivan Júnior – 47,82
Gustavo Soares – 38,21

Cenário 2( Estimulada)
Ivan Júnior – 44,32
Gustavo Soares – 32,52
Fabielle Bezerra – 11,14

Cenário 3( Estimulada)
Ivan Júnior – 36,90
Gustavo Soares – 31,00
Dr Vanessa – 8,08
Fabielle Bezera – 5,68

Cenário 4( Estimulada)
Dr Vanessa – 42,37
Gustavo Soares – 37,99

A pesquisa ainda aponta que para mais de 40% dos da população de Assú, Ivan Júnior foi o melhor prefeito dos últimos 30 anos e o atual prefeito Gustavo Soares, com a maior rejeição entre todos os pré-candidatos.

Partidos de oposição começam a se articular para 2020 em Pedro Avelino

Sexta-feira, 23/08/2019 – 14h56 – Pedro Avelino

O tempo em política costuma ser mais dinâmico que o presente. Termina um pleito, vitorioso ou derrotado, os partidos já se articulam, a partir dos cenários criados e os que poderão existir, para o próximo pleito. E é o que já está sendo feito pelas lideranças partidárias.

Reprodução

A novidade para a próxima eleição é que os partidos não poderão se coligar mais com outras legendas para as eleição de vereador. A regra é que os mais votados conquistem a vaga. Será assim no Brasil.

Com isso, chega ao fim os candidatos “escadas” ou “degraus”, que entravam para, literalmente, catar votos para os nomes mais votados das legendas e coligações.

Na prática, acredita-se que cada sigla deve trabalhar para colocar os melhores nomes à disposição, a fim de garantir um bom perfil político para a escolha dos eleitores.

TSE propõe voto distrital para vereador já nas eleições de 2020

Grupo de trabalho defende mudança na eleição de representantes municipais; alterações teriam de passar no Congresso até setembro

Rafael Moraes Moura – O Estado de S.Paulo13 de julho de 2019 | 05h00

BRASÍLIA – Um grupo de trabalho coordenado pelo vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, propõe mudar radicalmente a forma de eleger vereadores no ano que vem. Em documento entregue no mês passado para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o tribunal defende adotar, já em 2020, o sistema distrital misto em cidades com mais de 200 mil habitantes. A ideia é separar os município em distritos, que elegeriam seus representantes isoladamente (veja detalhes da proposta ao fim do texto).

O modelo distrital misto, inspirado no sistema adotado na Alemanha, prevê a divisão dos Estados e municípios em distritos eleitorais – dessa forma, os candidatos a vereador em um bairro da zona sul de São Paulo, por exemplo, seriam diferentes daqueles dos eleitores de um bairro na zona norte. A divisão de cada cidade em distritos seria feita pelo próprio TSE, que convocaria audiência pública com representantes dos partidos políticos para definir os critérios e os limites de cada um.

Luis Roberto Barroso, ministro do STF e vice-presidente do TSE; magistrado coordena grupo de trabalho na Corte eleitoral
Luis Roberto Barroso, ministro do STF e vice-presidente do TSE; magistrado coordena grupo de trabalho na Corte eleitoral Foto: Dida Sampaio/Estadão

Questionado, o TSE não informou até a conclusão desta edição sobre previsão para a audiência nem sobre estudos envolvendo a divisão das cidades em distritos. Um dos receios é de que a definição dos limites geográficos de cada região beneficie candidatos e leve a distorções no resultado das eleições – nos Estados Unidos, a polêmica chegou à Suprema Corte, que concluiu que não cabe ao tribunal decidir sobre a divisão dos mapas.

No sistema proposto pelo grupo de trabalho do TSE, metade das cadeiras na Câmara Municipal, assembleias legislativas e da Câmara dos Deputados seria definida conforme o voto distrital – ou seja, o voto nos candidatos de cada região. A outra metade seria eleita pelo chamado voto em legenda, em lista fechada, em que os candidatos de cada partido são informados em uma lista predeterminada, que já definiriam a ordem em que as vagas serão preenchidas. Neste caso, o eleitor escolhe uma lista, e não um candidato.

‘Não sei se tem voto para passar no Congresso’, afirma Rodrigo Maia

Rodrigo Maia, no entanto, disse ao Estadoque vê a mudança no sistema eleitoral como difícil de ser aprovada a tempo de valer para o ano que vem. “É uma proposta muito boa. Não sei se tem voto (para passar no Congresso), porque mudar o sistema eleitoral é difícil”, afirmou.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ)
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) Foto: Dida Sampaio/Estadão

Para o presidente da Câmara, o sistema atual vem gerando uma pulverização do quadro político, o que atrapalha a “governabilidade e a relação do Executivo com o Legislativo” pelo número excessivo de partidos.

As críticas ao atual sistema são endossadas por Barroso, que assumirá o comando do tribunal em 2020. Para o ministro, o Brasil precisa de uma reforma política capaz de baratear o custo das eleições e facilitar a governabilidade. “Numa democracia, só a própria política pode se autotransformar. Muitos, como eu, creem que o sistema distrital misto oferece essa oportunidade. Esta será uma atuação patriótica do Congresso, que irá reaproximar a representação política da sociedade. Como quase tudo na vida, ninguém pode garantir de antemão que vá dar certo. Mas o sistema atual não está sendo bom para o País”, disse Barroso ao Estado.

A adoção do distrital misto encontra resistência entre parlamentares – para entrar em vigor em 2020, seria necessário aprovar as mudanças até o fim de setembro, um ano antes das próximas eleições. “Teríamos dois meses apenas, é impossível chegar a um acordo”, afirmou o presidente do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP). 

O debate ainda dividiria as atenções no Congresso com as articulações em torno da reforma da Previdência. “A Câmara tem de conseguir discutir diversas matérias ao mesmo tempo”, disse a deputada Carla Zambelli (PSL-SP). “Não gosto do distrital misto porque tem a parte da lista, que é completamente antidemocrática e dá muito poder para o dirigente partidário”, afirmou Zambelli, que prefere o distrital “puro”.

Na opinião do deputado Marcelo Freixo(PSOL-RJ), o distrital misto pode criar problemas em algumas cidades, como o Rio. “As áreas de milícia no Rio são enormes, você pode estar legitimando e viabilizando que aqueles grupos que têm o controle territorial tenham o controle também político.”

Veja qual é a proposta do TSE para as eleições

  • Modelo

Como é: A eleição de deputado federal, estadual, distrital e de vereador depende da votação do partido ou coligação – é o sistema eleitoral proporcional.

Como ficaria: As cidades com mais de 200 mil habitantes adotariam o sistema distrital misto. O modelo, inspirado na Alemanha, prevê a divisão dos Estados e municípios em distritos eleitorais.

  • Candidatos

Como é: Os candidatos são os mesmos para os eleitores de regiões distantes, como Jardim Ângela, na zona sul de São Paulo, e Santana, na zona norte, por exemplo.

Como ficaria: Por esse modelo, os candidatos do Jardim Ângela, por exemplo, seriam diferentes daqueles dos eleitores de Santana. A divisão em distritos seria feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

  • Votação

Como é: O eleitor pode escolher votar tanto no candidato de sua preferência, como no número de sua legenda preferida.

Como ficaria: Modelo combina voto proporcional e voto majoritário. O eleitor tem dois votos: um para candidatos no distrito e outro para as legendas (partidos).

CCJ rejeita votação da PEC da unificação das eleições

Apesar da articulação do movimento municipalista, a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados rejeitou em reunião extraordinária nesta terça-feira, 18 de junho, a inclusão do requerimento da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 376/2009 na agenda de votações da Comissão. O tema foi colocado em pauta após forte mobilização do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, e líderes das entidades estaduais.

CNM

O resultado ocorreu mesmo após forte apelo do relator da proposta, deputado Valtenir Pereira (MDB-MT). “São várias propostas e pretendemos aprovar na CCJC e a comissão especial é quem vai analisar o mérito. Se nós pararmos aqui e não votarmos essa PEC estamos evitando o debate e isso é muito ruim para a democracia e para esta Casa. Eu peço e faço um apelo para que possamos incluir na pauta e depois votarmos e mandar essas PECs para Comissão Especial. Faço esse apelo. Se vai ter prorrogação de mandato ou não, é a Comissão Especial que vai decidir. Nós não podemos tolir o debate nesta Casa”, disse.

A unificação das eleições de cargos eletivos federais, estaduais e municipais ganhou destaque nos debates do movimento municipalista. Entre os argumentos está a economia aos cofres públicos, na casa de R$ 16 bilhões. Como novas regras eleitorais precisam ser promulgadas com um ano de antecedência, ou seja, até setembro, há interesse de garantir celeridade na tramitação.

Para que fosse incluída na ordem dos trabalhos, eram necessários 34 votos, maioria absoluta dos membros da Comissão. A votação ocorreu com 29 votos favoráveis, 19 contrários e uma abstenção.

Admissibilidade
Em seu parecer, favorável à medida, o relator, deputado Valtenir Pereira, apresentou inúmeros argumentos para a admissibilidade, inclusive com decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema.

A CNM reforça que o objetivo da proposta de reforma é reduzir os custos financeiros e políticos das eleições, incluindo o tempo gasto com as campanhas eleitorais – que intercaladas, desgastam o gestor local a cada dois anos e não quatro, já que ele também se envolve nos pleitos estaduais. Além disso, a mudança possibilita o alinhamento de planejamento e execução de políticas públicas entre a gestão governamental nos três níveis.

Ciclo eleitoral
A Confederação divulgou estudo com o objetivo de realizar uma radiografia das transferências de capital do governo federal para os Municípios, além de investigar como os ciclos político eleitorais se entrelaçam com os ciclos da política fiscal e influenciam as transferências de recursos.

Entre os resultados, o estudo aponta que a fase política determina como os recursos serão distribuídos ao longo do mandato e se apresentam viés de beneficiamento dos aliados partidários. Os números destacados mostram que o maior volume de investimento acontece geralmente no quarto ano de mandato do prefeito, quando o partido que está na Presidência quer eleger ou reeleger um aliado.

Em 2004 os repasses quase dobraram em relação ao período anterior, mesmo estando em uma época de ajuste fiscal. A sequência ascendente de repasses se manteve até 2012, com picos justamente em anos de eleições locais (2008 e 2012). Entre 2001 e 2004, o repasse apresentou crescimento de 31%, saltando para 56% no período que compreende entre 2005 e 2008. Em 2009 e 2012, no entanto, apresenta uma queda de 8%, subindo 38% nos últimos dois anos, 2017 e 2018.

Por: Mabilia Souza e Lívia Villela
Da Agência CNM de Notícias

Senado estuda reforma política e retorno da coligação proporcional

Alteração favoreceria pulverização partidária e “efeito Tiririca”, quando desconhecidos são eleitos por recordistas de votos

Em estudo: Alcolumbre prevê para o segundo semestre formação de grupo no Senado que avaliará nova reforma política MARCOS OLIVEIRA / AGÊNCIA O GLOBO

POR BRUNO GÓES E NATÁLIA PORTINARI

10/06/19 – 04h30 | Atualizado: 10/06/19 – 08h05

BRASÍLIA – O presidente do Senado,Davi Alcolumbre (DEM-AP), já avisou a alguns senadores que montará um grupo de trabalho para construir um projeto de reforma política no segundo semestre. Na Casa, uma das propostas mais discutidas é o retorno da coligação proporcional entre partidos para cargos legislativos.

Caso seja levada adiante, a alteração favorece a pulverização partidária e o chamado “efeito Tiririca” — eleição de candidatos, quase sempre desconhecidos, por puxadores de voto. Em 2017, o Congresso aprovou o fim da coligação proporcional para 2020, quando ocorrerão eleições municipais. Deputados e senadores ouvidos pelo GLOBO relatam ter sido pressionados por prefeitos e vereadores nos últimos meses para que a legislação seja alterada.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconhece que há negociações no Congresso neste sentido, mas é contra a pauta. Além de aprovar o fim de coligações proporcionais para todos os cargos do Legislativo, o Congresso instituiu em 2017 uma cláusula de barreira.

— Nós fizemos uma grande reforma política, que quase ninguém viu: o fim de coligação (proporcional). Tenho medo de a gente retomar um debate. A reforma que aprovamos vai reduzir o número de partidos para oito. Aí, a partir do próximo presidente, fica tudo mais fácil — diz Maia.

O senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que diz ter o apoio de mais 28 senadores, já apresentou uma proposta de emenda à Constituição para o retorno das coligações para vereadores. Ele diz que está conversando com “os colegas que são mais municipalistas” e que há “uma pressão das cidades do interior” para dar celeridade à pauta. O Congresso só pode mudar qualquer regra para as próximas eleições até outubro deste ano.

— Uma eleição de vereador é diferente de deputado federal. Muitas vezes um candidato a vereador tem uma votação expressiva e, se não tiver uma coligação, não vai atingir o coeficiente eleitoral, e acontece isso em muitas cidades do Brasil. É o mais votado e não consegue o mandato. Do jeito que está, vai virar o bipartidarismo no Brasil, vai ter o partido do prefeito e o partido contra o prefeito — avalia o senador.

Financiamento em pauta

O senador Cid Gomes (PDT-CE) é contra a mudança nas regras de coligação. Ele diz que o PDT, seu partido, está se organizando para receber mais filiados e fortalecer a legenda.

— No Ceará, meu estado, estamos com uma expectativa de crescer. A regra é importante justamente para impedir a profusão de partidos — diz Cid Gomes.

A intenção do Senado é também reunir diversas propostas e debater questões como financiamento de candidaturas, duração de campanha e até o sistema eleitoral. A reforma política de 2017 também tornou público o financiamento de campanhas, estabeleceu a exigência de um desempenho eleitoral mínimo para obter uma fatia do fundo partidário e restringiu o tempo de TV e rádio.

Para Ana Marina de Castro, cientista política da Fundação Getulio Vargas (FGV), já existe uma concentração de poder local que independe da quantidade de partidos, e a redução de siglas é importante para aproximar o eleitor da política.

— O que acontece na verdade é que você acaba afetando partidos pequenos ou que tenham um perfil fisiológico, mas não afeta grandes partidos que dão o tom na política nacional. Gostaria de ver partidos se reinventarem e serem mais capilares, mas a maioria deles só está mudando o nome — explica.

O Globo

Eleições 2020: Felipe Maia uma opção para disputar a prefeitura de Natal

Para quem acompanha o cenário político da capital Potiguar, não será uma surpresa se o nome do ex-deputado Felipe Maia surgir como opção para a disputa pela Prefeitura do Natal.

Ex-deputado federal Felipe Maia

Apesar de estar sem mandato eletivo após ter decidido não concorrer à reeleição em 2018, Felipe respira política.

O Democratas, partido do ex-deputado está afinado com o PSL de Jair Bolsonaro no âmbito federal e a aliança pode chegar até a capital Potiguar.

José Agripino continua com bom trânsito em Brasília, é amigo e conselheiro de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre e goza de grande amizade com o Ministro Onyx Lorenzoni.

Hoje, Felipe está dedicado aos estudos e a gestão da sua empresa, mas continua fazendo política.

São grandes as chances de uma composição entre Democratas e PSL em Natal.

Território livre

Chico Bertuleza ou Jackson Bezerra? Disputa de 2020 em Afonso Bezerra já começa nos bastidores

A politica em Afonso Bezerra é dinâmica assim como em toda região. Depois da saída do agrônomo Jackson Bezerra do comando do executivo, assumiu o atual prefeito, Chico Bertuleza. Chico chegou com força, nos braços do povo, como alguém que faria o diferente, que mudaria a cara da gestão e da política local.

Passados mais de dois anos, Chico acumula desgastes, briga com a oposição forte na câmara de vereadores e divide a opinião do povo com relação aos rumos da sua administração.

Enquanto surgem nomes novos querendo disputar o executivo em 2020, outro nome, do ex-prefeito Jackson, é lembrado e relembrado, dizem que Jackson chega muito forte pra disputa de 2020.

Se Chico não mudar ou fizer ajustes na sua forma atual de governar, pode perder a disputa da reeleição.

Esse blog conversou rapidamente com Jackson Bezerra, que disse simplesmente, que não sabe ainda se será candidato a prefeito em Afonso. Ele explicou que: “Vai ponderar”.

Blog Carlos Santos

Agripino pode ser candidato a prefeito de Natal no lugar de Garibaldi

Uma fonte de Coturno Alto contou ao blogue do Xerife que o senador José Agripino Maia (DEM) tem ‘insinuado’ que, se o MDB assim quiser, ele está com o nome à disposição para prefeito disputar a prefeitura de Natal nas eleições de2020. Agripino que sabe da importância de ser escolhido pelos aliados e já colocou o time em campo. ao contrário do senador Garibaldi Alves Filho (MDB) que tem dito que deseja abandonar a vida pública. Para aliados de Maia ele é “um excelente candidato”.

Os emedebistas do Estado, que conhecem a fundo a trajetória política dele, já respondem com um sorriso entusiasmado. A ordem é insuflar a candidatura para tentar viabilizar as suas chances dentro do projeto.

Agripino não declarou em nenhum momento em sepultar sua carreira política. Ao contrário.

Blog da Khielly