Dólar fecha acima de R$ 5,50 pela primeira vez em um mês

Bolsa caiu para menor nível desde junho em dia de turbulências

Publicado em 23/09/2020 – 18:56 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* – Brasília

Num dia marcado por temores em relação à economia global, a moeda norte-americana superou a barreira de R$ 5,50 e fechou no maior nível em quase um mês. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (23) vendido a R$ 5,588, com alta de R$ 0,119 (+2,18%). A bolsa de valores fechou no menor nível em três meses.

Essa foi a quarta sessão seguida de alta do dólar, que fechou na máxima do dia. A cotação está no maior valor desde 26 de agosto, quando o dólar tinha encerrado em R$ 5,612. Apesar da disparada da moeda norte-americana, o Banco Central (BC) não interveio no mercado.

A quarta-feira foi marcada por ampla aversão a risco no mundo, depois de dados nos Estados Unidos e na Europa mostrarem desaceleração expressiva no crescimento da atividade empresarial. O desaquecimento ocorre num momento em que os casos de covid-19 voltam a subir em diversas economias avançadas, em meio à percepção de escassez de opções de ajuda por parte de bancos centrais.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela tensão. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), encerrou esta quarta-feira aos 95.735 pontos, com queda de 1,6%. O indicador está no menor nível desde 30 de junho.

A bolsa foi influenciada pelo mercado internacional. Em Wall Street, o índice S&P 500 recuou 2,37%, após dados mostrando que a atividade empresarial nos Estados Unidos desacelerou em setembro, afetada principalmente por serviços, enquanto continua o impasse no Congresso norte-americano para mais estímulos.

* Com informações da Reuters

Dólar fecha no menor nível em um mês em dia de reforma administrativa

Real teve melhor desempenho entre as principais moedas do planeta

Publicado em 03/09/2020 – 19:23 Por Agência Brasil* – Brasília

No dia em que a proposta de reforma administrativa chegou ao Congresso Nacional, o dólar fechou no menor nível em um mês e teve o melhor desempenho entre as principais moedas do planeta. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (3) vendido a R$ 5,291, com recuo de R$ 0,026 (-1,27%). A cotação está no menor valor desde 4 de agosto, quando tinha fechado em R$ 5,284.

Esse foi o terceiro dia consecutivo de queda no dólar. Desde quando fechou e R$ 5,61, em 26 de agosto, a moeda norte-americana recuou 5,73%. Em 2020, a divisa acumula alta de 31,83%.

Além do envio da reforma administrativa, que pode resultar na diminuição de gastos públicos no longo prazo, o dia foi marcado pela divulgação de que a produção industrial cresceu 8% em julho na comparação com o mês anterior. O dado indica início de recuperação na economia, após a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

O desempenho do dólar não se repetiu no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), encerrou a quinta-feira aos 100.721 pontos, com recuo de 1,17%. Pela manhã, o índice subiu, mas reverteu o movimento e passou a cair, acompanhando as bolsas estrangeiras.

Em Nova York, o índice Nasdaq (das empresas de tecnologia) caiu 5% e o S&P 500 cedeu 3,5%, depois de baterem recordes seguidos nos últimos dias. Além da realização de lucros, quando os investidores vendem ações para embolsarem ganhos recentes, as bolsas norte-americanas caíram por causa da divulgação de dados que trouxeram receios de uma recuperação lenta e prolongada da economia norte-americana.

* Com informações da Reuters

Dólar tem alta de 0,63% e fecha o dia em R$ 5,386

Bolsa caiu 1,19% em dia de pessimismo no exterior

Publicado em 07/07/2020 – 18:57 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Num dia marcado pelo pessimismo nos mercados internacionais e pela divulgação do exame que apontou a infecção por covid-19 no presidente Jair Bolsonaro, o dólar subiu e a bolsa de valores, que ontem (6) tinha fechado no maior nível em quatro meses, caiu. O dólar comercial fechou esta terça-feira (7) vendido a R$ 5,386, com alta de R$ 0,034 (+0,63%).

A divisa operou em queda durante toda a manhã, mas reverteu o movimento no início da tarde, minutos depois do anúncio do resultado positivo do exame do presidente. Na mínima do dia, por volta das 11h, a cotação estava em R$ 5,29. O dólar acumula alta de 34,2% em 2020.

O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 6,083, com alta de 0,39%. A libra esterlina comercial subiu 1,1% e encerrou vendida a R$ 6,766.

Bolsa

Depois de quatro altas consecutivas, o mercado de ações teve um dia de perdas. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), encerrou esta terça aos 97.761 pontos, com recuo de 1,19%. O indicador seguiu as principais bolsas internacionais. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou o dia com recuo de 1,51%.

Antes da divulgação do resultado do exame, a bolsa estava em queda. O ressurgimento de focos do novo coronavírus em vários países da Europa – como Reino Unido e Espanha – e em vários estados norte-americanos e a divulgação de projeções econômicas deterioraram as expectativas dos investidores.

Hoje, a Comissão Europeia revisou, de 7,7% para 8,7%, a projeção de contração do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro. Para 2021, a estimativa de crescimento foi reduzida de 6,3% para 6,1%.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

Dólar cai pela primeira vez em três sessões e fecha a R$ 5,425

Bolsa de valores sobe 2,03% em dia de alívio no exterior

Publicado em 29/06/2020 – 20:15 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Em um dia de divulgação de indicadores econômicos no Brasil e de alívio no mercado internacional, o dólar caiu pela primeira vez em três sessões, e a bolsa de valores teve forte alta. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (29) vendido a R$ 5,425, com queda de R$ 0,04 (-0,73%).

A divisa operou em queda durante quase toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 12h30, aproximou-se de R$ 5,47, e teve uma pequena alta. Ao longo da tarde, no entanto, a cotação voltou a cair até se estabilizar pouco abaixo de R$ 5,43. O dólar comercial acumula alta de 35,2% em 2020.

Um dos fatores que contribuíram para o desempenho do dólar foi a divulgação do resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mede o mercado formal de trabalho. Embora maio tenha registrado o fechamento de 331,9 mil postos com carteira assinada, a perda de empregos foi bastante inferior à registrada em abril (-860,5 mil vagas), indicando o início de retomada econômica.

Mercado

O dia foi marcado por ganhos no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta segunda-feira aos 95.735 pontos, com alta de 2,03%. O indicador seguiu o mercado externo. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou o dia com alta de 2,32%.

Além dos indicadores da economia brasileira, o mercado reagiu à divulgação de índices que mostram recuperação da confiança econômica na zona do euro e ao aumento de 44,3% na venda de casas nos Estados Unidos em maio.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

Dólar sobe para R$ 5,24 e fecha no maior valor em nove dias

Bolsa cai depois de duas altas seguidas

Publicado em 15/04/2020 – 19:53 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Em meio às incertezas sobre a evolução da pandemia de covid-19, o dólar comercial subiu pelo terceiro dia seguido e fechou no maior valor em nove dias. A moeda encerrou esta quarta-feira (15) vendida a R$ 5,242, com alta de R$ 0,052 (+1%). Esse foi o maior valor registrado desde 6 de abril, quando a cotação tinha fechado em R$ 5,292.

A cotação operou em alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 12h, a moeda encostou em R$ 5,26. A divisa acumula alta de 30,64% em 2020.

O Banco Central (BC) interveio no mercado. Como nos últimos dias, a autoridade monetária rolou US$ 1 bilhão em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro.

Bolsa de valores

As tensões no mercado de câmbio refletiram-se na bolsa de valores. Depois de dois dias de alta, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia em 78.831 pontos, com queda de 1,36%. O indicador seguiu as bolsas internacionais. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou esta quarta com recuo de 1,86%.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.

Ontem (14), o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou que a economia global terá queda de 3% em 2020. Para o Brasil, os prognósticos são piores, com o organismo internacional projetando retração de 5,3% no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país).

Petróleo

As dúvidas sobre o acordo entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) continuam a pressionar os mercados. No domingo (12), os países do grupo fecharam um acordo para reduzir a produção global em 10 milhões de barris por dia em maio e junho. No entanto, a preocupação com a queda mundial da demanda provocada pela pandemia e a resistência de empresas e de governos a aderir ao acordo influenciam as cotações internacionais do barril.

Por volta das 19h30, o Brent era vendido a US$ 27,69, com queda de 6,45%, no menor valor desde o último dia 2. As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa, recuaram. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 3,26% nesta quarta. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) tiveram queda de 2,09%.

A guerra de preços de petróleo começou há um mês, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços em queda. Há duas semanas, a cotação do barril do tipo Brent chegou a operar próxima de US$ 20, no menor nível em 18 anos. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo na camada pré-sal só é viável para cotações a partir de US$ 45.

Dólar encosta em R$ 4,36 e renova recorde desde criação do real

Bolsa de valores tem segundo dia seguido de recuperação

Publicado em 18/02/2020 – 19:01 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* – Brasília

Em mais um dia de oscilações no câmbio, o dólar subiu novamente e voltou a fechar no maior valor nominal desde a criação do real. Nesta terça-feira (18), o dólar comercial encerrou a sessão vendido a R$ 4,358, com alta de R$ 0,029 (+0,66%).

Foi o segundo dia seguido de valorização da divisa, que operou em alta durante toda a sessão. Desde o começo do ano, o dólar acumula valorização de 8,6%.

O Banco Central (BC) não tomou novas medidas para segurar a cotação. Hoje, a autoridade monetária leiloou US$ 650 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – que equivalem à venda de dólares no mercado futuro – com vencimento em abril. O leilão faz parte da rolagem de US$ 13 bilhões de swap que venceriam daqui a dois meses.

No mercado de ações, o dia também caracterizou-se pela turbulência. O índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou esta terça-feira aos 114.977 pontos, com recuo de 0,29%. O indicador operou com queda superior a 1% durante boa parte da sessão e recuperou-se no fim da tarde, mas em ritmo insuficiente para reverter a baixa.

Nas últimas semanas, o mercado financeiro em todo o mundo tem atravessado turbulências em meio ao receio do impacto do coronavírus sobre a economia global. A interrupção da produção em diversas indústrias da China está afetando as cadeias internacionais de produção. Indústrias de diversos países, inclusive do Brasil, sofrem com a falta de matéria-prima para fabricarem e montarem produtos.

A desaceleração da China também pode fazer o país asiático consumir menos insumos, minérios e produtos agropecuários brasileiros. Uma eventual redução das exportações para o principal parceiro comercial do Brasil reduz a entrada de dólares, pressionando a cotação.

Entre os fatores domésticos que têm provocado a valorização do dólar, está a decisão recente do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic – juros básicos – para 4,25% ao ano, o menor nível da história. Juros mais baixos desestimulam a entrada de capitais estrangeiros no Brasil, também puxando a cotação para cima.

Economia: Dólar tem dia de trégua e cai para R$ 3,96

O dólar começou a terça-feira em alta e voltou a superar R$ 4,00. Mas a notícia de que a Casa Branca vai adiar o início da cobrança de tarifas a determinados produtos chineses para dezembro trouxe alívio ao mercado e o dólar passou rapidamente a cair. Operadores relatam ainda que uma entrada expressiva de recursos do exterior contribuiu para aumentar a oferta da moeda, retirando pressão sobre o câmbio. Com isso, o dólar, que na máxima foi a R$ 4,01, caiu a R$ 3,94 na mínima Apesar de ficar em segundo plano aqui, a Argentina seguiu no radar das mesas de câmbio, assim como a situação dos protestos em Hong Kong, que fez moedas de emergentes asiáticos se enfraquecerem. O dólar à vista terminou o dia em queda de 0,39%, a R$ 3,9678.

“O adiamento das tarifas sobre a China e entrada forte de capital ajudaram o dólar a cai”, ressalta o diretor de tesouraria do Travelex Bank, João Manuel Campanelli Freitas. Ao postergar o aumento tarifário, o executivo ressalta que os americanos mostram disposição em negociar um acordo comercial, o que ajuda a tranquilizar o mercado, que tinha reduzido nos últimos dias as apostas de uma solução para o caso.

Para o diretor do Travelex Bank, há muitos recursos para entrar aqui, por conta de captações externas recentes, operações no mercado de ações e outros negócios. O dólar acima de R$ 3,95 propicia uma boa oportunidade para trazer esses recursos, ressalta ele.

Depois de pressionar o câmbio na segunda, a Argentina ficou em segundo plano nesta terça aqui, apesar de o dólar continuar em forte alta no país vizinho, mas seguiu no radar dos investidores. O Banco Central intensificou as intervenções no câmbio, vendendo dólares e títulos, mas sem sucesso. Enquanto a moeda americana caiu no Brasil, México, Colômbia, Rússia e África do Sul, subiu 6% ante o peso argentino.

Para o estrategista do Société Générale, Dev Ashish, considerando que o peronista Alberto Fernandez se tornou “claro favorito” para vencer as eleições, seria uma surpresa se as condições no mercado financeiro argentino melhorassem rapidamente, na medida que pode ser difícil o país evitar um novo default. Ao mesmo tempo, ele prevê que o “tsunami” nos mercados deve prejudicar ainda mais a recuperação da atividade econômica, ressalta em relatório. Por isso, o peso deve seguir pressionado e pode voltar a afetar os mercados da região.

Cotações: Dólar cai pelo 3º dia e fecha a R$ 3,682, menor valor desde maio

dólar comercial caiu 1,02% nesta quarta-feira (17) e fechou cotado a R$ 3,682 na venda, na terceira queda seguida. Esse é o menor valor de fechamento em quase cinco meses: em 25 de maio, valia R$ 3,668.

Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou praticamente estável, com leve ganho de 0,05%, a 85.763,95 pontos.

Na véspera, o dólar caiu 0,37% e a Bolsa subiu 2,83%, na maior valorização diária em mais de uma semana.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para turistas, o valor sempre é maior.

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Eletrobras perde mais de 5%

Entre os destaques da Bolsa, as ações da Eletrobras tiveram fortes perdas, após o Senado rejeitar na véspera um projeto de lei que viabilizaria a privatização de distribuidoras da companhia. As ações ordinárias da Eletrobras (ELET3), com direito a voto em assembleia, caíram 3,72%, enquanto as preferenciais (ELET6), com prioridade na distribuição de dividendos, se desvalorizaram 5,38%.

Os papéis da Petrobras (-1,05%) e do Itaú Unibanco (-1,04%) também registraram queda e influenciaram a baixa do Ibovespa no dia. Por outro lado, as ações da mineradora Vale (+1,91%), do Banco do Brasil (+0,86%) e do Bradesco (+0,12%) fecharam em alta.

Eleições no Brasil

Investidores continuam apostando na vitória de Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição para presidente, especialmente depois que pesquisas de intenção de votos mostraram ampla vantagem do capitão reformado.

Resultados de pesquisas, notícias sobre candidatos e boatos deixam o mercado financeiro agitado, favorecendo a especulação na Bolsa de Valores e no câmbio.

O mercado acredita que Bolsonaro faria um governo mais comprometido com reformas econômicas e com o controle de gastos devido ao perfil liberal de seu principal assessor econômico, Paulo Guedes.

Juros nos EUA

No cenário externo, investidores reagiam à ata da última reunião do Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA), divulgada na tarde desta quarta. O documento mostrou que todos os membros votantes do Fed apoiaram o aumento dos juros no mês passado.

Com isso, o mercado aposta que o Fed deve aumentar os juros mais uma vez até o fim deste ano. Taxas maiores nos EUA podem atrair para lá recursos aplicados em outras economias, como a brasileira.

Atuação do BC

O Banco Central ofertou e vendeu integralmente nesta sessão 7.700 swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de novembro, no total de US$ 8,027 bilhões. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

(Com Reuters)

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