Avião pega fogo ao pousar em Moscou; ao menos 41 pessoas morrem (VÍDEOS)

Um avião SSJ-100 da empresa russa Aeroflot pegou fogo ao aterrissar no Aeroporto Internacional de Sheremetyevo, nos arredores de Moscou, provocando a morte de várias pessoas.

Os serviços de emergência chegaram rapidamente ao local do acidente para evacuar os passageiros e tripulantes.

Inicialmente, o Ministério para Situações de Emergência confirmou que uma pessoa havia morrido e ao menos quatro ficaram feridas. Posteriormente, fontes médicas informaram sobre a morte de 41 pessoas.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o momento do avião em chamas passando em alta velocidade pela pista de decolagem.

​O Superjet em chamas passando pela pista no Aeroporto Sheremetyevo. Dezenas de pessoas estão a bordo.

Posteriormente, a representação local do Ministério para Situações de Emergência informou que o fogo foi controlado.

O aeroporto de Sheremetyevo chegou a ficar temporariamente fechado para pousos após o incêndio, reabrindo apenas uma das pistas depois que o fogo foi controlado.

Momento da evacuação das pessoas do avião em chamas no Sheremetyevo. Agora em torno dele operam brigadas de bombeiros. Dá medo.

Carros de bombeiros chegaram imediatamente à aeronave em chamas para evacuar as pessoas a bordo.

Os promotores iniciaram uma investigação sobre as causas do incêndio.

“Será verificado se houve conformidade com a legislação de segurança de voo”, disse a representante da procuradoria de transportes inter-regional de Moscou.

 

Empreiteira revela propina em obras do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante

Dono da empreiteira Engevix, José Antunes Sobrinho revelou, em acordo de delação premiada assinado com a Polícia Federal, que pagou propina em obras superfaturadas nos aeroportos de Brasília e de São Gonçalo do Amarante. A notícia é destaque no jornal O Globo deste domingo (10).

Em depoimento inédito colhido pelo delegado da PF Cleyber Malta Lopes, obtido pelo veículo de circulação nacional, “Antunes afirma ter assinado contratos fictícios para desviar recursos das obras. O material da delação de Antunes, homologada pelo Supremo Tribunal Federal, foi compartilhado para investigações na primeira instância. Trata-se do segundo acordo proposto pelo empreiteiro. O primeiro, negociado em 2015, não foi aceito pela Procuradoria-Geral da República”.

O empresário relatou que houve cobrança de propina na construção da área de tanques de combustível nos aeroportos de Brasília e de Natal. Segundo ele, essas obras foram pagas por um contrato firmado pela Engevix com um grupo de empresas do setor de combustíveis, capitaneado pela BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.

“Os contratos firmados pela Engevix foram de R$ 34 milhões para o aeroporto de Brasília e R$ 7 milhões para o de Natal. Cerca de R$ 2 milhões foram desviados para o pagamento de propina, tendo sido transferidos por meio de contratos fictícios com empresas indicadas pelas operadoras”, diz a reportagem.

Fonte: Grande Ponto