Bolsonaro mantém Seguro Defeso dos Pescadores

Em junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou o Renda Brasil, o novo programa de renda mínima proposto pelo governo federal.

De acordo com Guedes, o projeto está sendo desenvolvido e o objetivo é que ele substitua o Bolsa Família e outros programas sociais.

Porém, uma dessas unificações seria englobar o seguro defeso dentro do Renda Brasil.
Este recurso, recebido pelos pescadores artesanais brasileiros, se refere há um determinado período do ano, em que as espécies se reproduzem, e em respeito a manutenção do equilíbrio ambiental, os pescadores são proibidos de exercer sua função. Consequentemente não se trata de um benefício social, e sim de uma compensação ambiental.

Diante desse quadro, o potiguar e Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura ( CBPA ), Abraão Lincoln, passou as últimas semanas expondo este equívoco as principais lideranças partidárias do país, com o objetivo de sensibilizar o Presidente da República, Jair Bolsonaro, e repensar a junção do Seguro Defeso ao Renda Brasil.

“Nas últimas semanas venho me reunindo com deputados, senadores e líderes partidários, solicitando apoio aos pescadores artesanais brasileiros. Gostaria de agradecer a todos, e ao Presidente da República, Jair Bolsonaro, por sua sensibilidade em voltar atrás, e manter tudo como estar. Esta compensação, além de alimentar milhares de famílias brasileiras, ajuda a manutenção e preservação de muitas espécies da nossa fauna. Uma grande vitória não só para o setor, como também para o Brasil”. Ressaltou Abraão.

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