Policial Federal diz que livro sobre prisão de Lula esbarra em questões éticas e legais

O agente afirma que vai agir com cautela por uma questão moral. Afinal, diz, Lula conversava com ele “por não ter outra opção”Por Redação

POLÍTICA 19 DE NOVEMBRO DE 2019, 06H54

2′ ‌Lula e Jorge Chastalo, ao fundo (Foto: Ricardo Stuckert)

O policial federal Jorge Chastalo, que ficou conhecido como “Rodrigo Hilbert da PF”, responsável pela custódia de Lula durante a prisão na Superintendência do órgão em Curitiba, diz que seu desejo em escrever um livro sobre a amizade com o ex-presidente durante o cárcere pode ser impossibilitado por questões éticas e legais.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, o agente afirma que precisa agir com cautela por uma questão moral. Ele diz que Lula conversava com ele por não ter outra opção.

A ideia em escreve um livro partiu do escritor cubano Leonardo Padura, autor do best-seller “O homem que amava os cachorros”, que esteve com Lula no dia 15 de agosto em Curitiba. Depois do término da visita, o cubano teria conversado com o agente, incentivando-o a escrever sua versão sobre os dias com o ex-presidente.

O agente ainda disse que se define como “mais de direita”, mas ressalta que a convivência com Lula o fez realizar suas posições.

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